Polícia
PRF apreende mais de 3 toneladas de maconha
Mais de três toneladas de maconha foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante uma abordagem na BR-262, em Bom Despacho, na região Centro-Oeste de Minas, na noite de quarta-feira (8/7). A droga estava escondida no compartimento de carga de um caminhão, sob caixas de PVC. Um homem foi preso em flagrante, enquanto outro suspeito conseguiu fugir.
Após a apreensão, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva do investigado.
Segundo a PRF, a carga era composta por 147 pacotes, totalizando aproximadamente 3.068 quilos de maconha. A abordagem ocorreu após uma análise de risco realizada pelos policiais. Ainda conforme o registro da ocorrência, o motorista desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir junto com outro ocupante do veículo. Um dos suspeitos foi detido, mas o comparsa conseguiu escapar.
Um laudo preliminar confirmou que o material apreendido possui características compatíveis com maconha, somando cerca de 3,1 toneladas do entorpecente.
No pedido encaminhado à Justiça, o promotor de Justiça Jardel Viveiros Neto destacou a grande quantidade de droga apreendida, a estrutura utilizada para o transporte da carga e os indícios de atuação conjunta entre os envolvidos. Segundo o Ministério Público, esses elementos justificam a prisão preventiva para garantir a ordem pública e evitar a continuidade da atividade criminosa.
As investigações também apontam que a carga teria saído do estado do Paraná, o que reforça a suspeita de tráfico interestadual de drogas.
Além da conversão da prisão em flagrante em preventiva, o MPMG requereu a incineração da droga apreendida, conforme prevê a legislação, mantendo apenas a quantidade necessária para a realização do laudo pericial definitivo. O pedido ainda será analisado pelo Poder Judiciário.

Fonte: Metrópoles
Polícia
Jatinho de empresa alvo da Operação Reduto na ALE-RO transportou Lula em 2022
A empresa Millennium Locadora, que entrou na mira da Polícia Federal durante a Operação Reduto, é a mesma que cedeu o jatinho utilizado pelo então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para viajar de São Paulo a Brasília, poucos dias após a vitória nas eleições de 2022.
Na época, o uso da aeronave gerou ampla repercussão política, já que a empresa possuía contratos com o poder público em diferentes estados. Questionado sobre a utilização do jato, Lula afirmou que recorreu ao transporte privado porque o então presidente Jair Bolsonaro não teria disponibilizado uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para seu deslocamento.
Três anos depois, a Millennium Locadora voltou ao centro das atenções após ser citada nas investigações da Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO). A operação apura um suposto esquema de fraude em licitações, lavagem de dinheiro, peculato e desvio de recursos públicos, incluindo um possível esquema de “rachadinha” envolvendo servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO).
Conforme os registros da Receita Federal, Ivair Ferreira figura como sócio-administrador da Millennium Locadora. Ele é um dos alvos da operação e teve mandados de busca e apreensão cumpridos em seu endereço. Durante a ação, a Polícia Federal apreendeu dinheiro em espécie e uma coleção de relógios de luxo.
O reaparecimento do nome da empresa fez lembrar o episódio ocorrido em 2022. Na ocasião, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a repercussão em torno da utilização do jatinho levou a equipe de Lula a alterar a logística das viagens seguintes entre São Paulo e Brasília. A partir de então, os deslocamentos passaram a ser realizados em aeronaves contratadas e pagas diretamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de uma empresa de táxi aéreo.
Ainda de acordo com a publicação, o partido desembolsou cerca de R$ 2,68 milhões com transporte aéreo durante o período eleitoral. Agora, com a deflagração da Operação Reduto, o nome da Millennium Locadora volta a ganhar destaque em razão das investigações sobre supostas irregularidades em contratos públicos firmados no estado de Rondônia.
Polícia
Pai que chutou filha de três anos é preso – VEJA O VÍDEO
Foi preso nesta quinta-feira (9) o pai flagrado chutando a própria filha de três anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná.
A Polícia Civil (PC-PR) ainda não informou os detalhes da prisão. O homem responde pelo crime de lesão corporal e não teve o nome divulgado oficialmente.
A cena foi registrada por câmeras de segurança no domingo (5). Nas imagens, o homem aparece caminhando com a menina e outro filho, de cinco anos. Em certo momento, ele para e dá um chute na filha, que cai no chão. Assista acima.
Logo após, outro homem aparece e abre os braços na tentativa de intervir, mas é confrontado pelo pai das crianças. A menina se levanta e os três continuam andando.
A mãe das crianças descobriu o que tinha acontecido após ver as imagens em redes sociais. Ela registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (7).
Em depoimento, pai disse ter dado chute porque criança estava chorando
O homem foi procurado pela Polícia Militar (PM-PR) na mesma data em que o boletim foi registrado , mas não foi encontrado.
Na quarta-feira (8), ele foi ouvido pela Polícia Civil. A RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, apurou que ele alegou, em depoimento, ter dado o chute porque a criança estava chorando. Por não ter ocorrido flagrante, o homem não ficou preso naquele momento.
Em situações de lesão corporal, o flagrante se caracteriza quando o crime está sendo cometido ou acabou de acontecer, portanto acaba a possibilidade de prisão por flagrante quando não há continuidade do crime.
De acordo com o delegado Anderson Andrei, o homem compareceu à delegacia sem advogado. Em depoimento, chorou e disse estar arrependido do que fez.
A Polícia Civil pediu medidas protetivas de urgência em favor da menina, do irmão dela e da mãe. O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanha o caso.
Fonte: G1
Polícia
PF investiga empresa por suposto esquema de corrupção e desvio de R$ 9 milhões
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (9), dois mandados de busca e apreensão em uma empresa de Manaus. A ação faz parte da Operação Reduto, que investiga um esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e associação criminosa em contratos públicos de Rondônia.
Segundo a Polícia Federal, a empresa é investigada por movimentações financeiras suspeitas relacionadas a contratos firmados no estado vizinho. A operação conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO).
As investigações começaram em 2024, após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações incompatíveis envolvendo a empresa sediada em Manaus.
Ao todo, a operação cumpre 19 mandados de busca e apreensão. São nove em Ariquemes (RO), oito em Porto Velho (RO) e dois em Manaus. Também foram expedidos dois mandados de prisão preventiva em Ariquemes, por determinação do Tribunal de Justiça de Rondônia.
De acordo com a investigação, o grupo suspeito atuava em duas frentes: uma para fraudar licitações e direcionar contratos públicos em Ariquemes e outra para desviar recursos públicos por meio de um esquema conhecido como “rachadinha”, envolvendo servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia.
Segundo a Polícia Federal, os investigados movimentaram mais de R$ 9 milhões em valores incompatíveis com a renda declarada. A Justiça também determinou o afastamento de 11 servidores públicos e o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos até o limite desse valor.
As medidas desta fase da operação têm como objetivo reunir novas provas para o avanço das investigações.
Fonte: G1
