Polícia
Jatinho de empresa alvo da Operação Reduto na ALE-RO transportou Lula em 2022
A empresa Millennium Locadora, que entrou na mira da Polícia Federal durante a Operação Reduto, é a mesma que cedeu o jatinho utilizado pelo então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para viajar de São Paulo a Brasília, poucos dias após a vitória nas eleições de 2022.
Na época, o uso da aeronave gerou ampla repercussão política, já que a empresa possuía contratos com o poder público em diferentes estados. Questionado sobre a utilização do jato, Lula afirmou que recorreu ao transporte privado porque o então presidente Jair Bolsonaro não teria disponibilizado uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para seu deslocamento.
Três anos depois, a Millennium Locadora voltou ao centro das atenções após ser citada nas investigações da Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO). A operação apura um suposto esquema de fraude em licitações, lavagem de dinheiro, peculato e desvio de recursos públicos, incluindo um possível esquema de “rachadinha” envolvendo servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO).
Conforme os registros da Receita Federal, Ivair Ferreira figura como sócio-administrador da Millennium Locadora. Ele é um dos alvos da operação e teve mandados de busca e apreensão cumpridos em seu endereço. Durante a ação, a Polícia Federal apreendeu dinheiro em espécie e uma coleção de relógios de luxo.
O reaparecimento do nome da empresa fez lembrar o episódio ocorrido em 2022. Na ocasião, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a repercussão em torno da utilização do jatinho levou a equipe de Lula a alterar a logística das viagens seguintes entre São Paulo e Brasília. A partir de então, os deslocamentos passaram a ser realizados em aeronaves contratadas e pagas diretamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de uma empresa de táxi aéreo.
Ainda de acordo com a publicação, o partido desembolsou cerca de R$ 2,68 milhões com transporte aéreo durante o período eleitoral. Agora, com a deflagração da Operação Reduto, o nome da Millennium Locadora volta a ganhar destaque em razão das investigações sobre supostas irregularidades em contratos públicos firmados no estado de Rondônia.
Polícia
Motociclista morre após bater contra carreta na BR-364
Um homem de 64 anos morreu após a motocicleta que conduzia se envolver em uma colisão com uma carreta na tarde desta quarta-feira (7), na BR-364, próximo ao trevo de acesso ao município de Ministro Andreazza, na região de Cacoal.
A vítima foi identificada como Gildomar Pires Guimarães. Com a força do impacto, ele sofreu ferimentos e morreu no local.
Conforme informações apuradas na região do acidente, a batida aconteceu na área do entroncamento. O condutor da carreta permaneceu no local e prestou esclarecimentos às autoridades.
A ocorrência foi atendida pelas equipes responsáveis, com acompanhamento da Polícia Rodoviária Federal, que realizou os procedimentos necessários.
A causa e a dinâmica da colisão ainda serão apuradas. O motorista da carreta relatou que seguia para Porto Velho quando percebeu a motocicleta se aproximando e tentou evitar a colisão.
A perícia e os demais levantamentos das autoridades deverão auxiliar na apuração das circunstâncias do acidente.
Polícia
Jovem é encontrado morto e carbonizado após desaparecimento
A Polícia Civil de Mato Grosso investiga a morte de Felipe Alvyn Ruzescki de Sá, de 23 anos, encontrado morto na quarta-feira (7), em uma área de mata de Lucas do Rio Verde (MT). O jovem estava desaparecido desde 10 de setembro.
Segundo o delegado Artur Almeida, Felipe havia sido agredido e precisou receber atendimento médico. Após receber alta do Hospital São Lucas, no dia 10 de setembro, ele teria passado a ser monitorado por integrantes do Comando Vermelho e sido sequestrado.
Conforme a investigação, a vítima foi levada amarrada para uma área de mata, onde teria sido executada. A polícia apura o caso como uma possível ação coordenada de integrantes da facção no contexto do chamado “tribunal do crime”.
Após a execução, o corpo teria sido colocado entre pneus e incendiado. As chamas também atingiram parte da vegetação próxima.
Suspeito é preso
Um homem suspeito de envolvimento no crime foi preso em flagrante por ocultação de cadáver durante diligências da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde.
Segundo a Polícia Civil, ao perceber a aproximação dos agentes, o investigado quebrou o celular que carregava, possivelmente para impedir o acesso a informações que poderiam auxiliar nas investigações.
Questionado pelos policiais, ele confessou participação no crime e indicou o local onde o corpo estava escondido.
Os agentes encontraram o cadáver carbonizado e em avançado estado de decomposição. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os procedimentos periciais.
O suspeito foi encaminhado à Derf e autuado em flagrante por ocultação de cadáver. Ele também é investigado por homicídio qualificado e integração a organização criminosa.
As investigações continuam para identificar os demais envolvidos e esclarecer as circunstâncias da morte.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Operação contra tráfico de cocaína cumpre mandados em Rondônia
A Polícia Civil do Distrito Federal realizou, nesta quarta-feira (7), a Operação Pit Bull para investigar um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro.
Entre os locais alvos da operação está Guajará-Mirim, em Rondônia. Na cidade, os mandados foram cumpridos com o apoio da Polícia Civil de Rondônia.
As investigações apontam que o grupo teria utilizado empresas de fachada para movimentar valores ligados ao tráfico e dificultar a identificação da origem do dinheiro.
A polícia também investiga a suspeita de que parte dos recursos tenha sido enviada para empresas instaladas em Guajará-Mirim, município que fica na região de fronteira com a Bolívia.
Nesta etapa, os investigadores procuram esclarecer qual seria a participação das empresas citadas, como os valores eram movimentados e quem estaria por trás do esquema.
Além das ações em Rondônia, a Operação Pit Bull também cumpriu mandados no Distrito Federal.
