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Política

Deputada federal Cristiane Lopes defende mais mulheres na política durante evento do TRE-RO

A parlamentar assina termo de compromisso pela representatividade feminina e destaca a urgência de ampliar a presença de mulheres nos espaços de poder.

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A deputada federal Cristiane Lopes (Podemos-RO), uma forte defensora da maior participação feminina na política, com atuação voltada ao fortalecimento de mulheres no Congresso Nacional e à defesa das mães atípicas e das pessoas com deficiência, participou, no Plenário do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), em Porto Velho, do lançamento do Programa + Mulheres na Política.

Durante o evento, a parlamentar assinou o termo de compromisso da ação, que busca incentivar os partidos políticos a adotarem medidas concretas para ampliar a participação das mulheres na política, promover a igualdade de gênero e combater a violência política contra candidatas e lideranças femininas.

Em sua fala, Cristiane Lopes destacou que, apesar dos avanços já conquistados, ainda há desafios importantes a serem superados para garantir maior equilíbrio na representatividade.

“Avançamos, mas ainda há muitos espaços a conquistar. As mulheres representam mais de 50% do eleitorado e da população brasileira. É fundamental ampliar sua participação nos partidos, nos processos eleitorais e nos cargos de decisão”, afirmou.

A deputada também defendeu a necessidade de fortalecer políticas públicas que assegurem direitos e ampliem oportunidades, especialmente para mulheres que enfrentam maiores desafios, como mães atípicas e pessoas com deficiência, pautas que fazem parte da sua atuação parlamentar.

O programa apresentado pelo TRE-RO contará com três frentes principais: o Pacto de Compromisso pela Representatividade Feminina, palestras de sensibilização e ações de capacitação voltadas a mulheres interessadas em disputar cargos eletivos. A proposta é estimular não apenas a participação, mas também oferecer suporte e preparação para futuras candidaturas.

O presidente do TRE-RO, desembargador Raduan Miguel Filho, ressaltou a importância da iniciativa para o fortalecimento da democracia. “A presença das mulheres nos espaços de decisão contribui para instituições mais representativas e para uma sociedade mais justa”, declarou.

O encontro reuniu representantes de diversos partidos políticos, que aderiram ao pacto e participaram de debates sobre estratégias para ampliar a presença feminina na política de forma efetiva.

Mesmo sendo maioria no eleitorado brasileiro, as mulheres ainda ocupam uma parcela reduzida dos cargos de liderança política. Nesse contexto, iniciativas como o Programa + Mulheres na Política buscam promover mudanças estruturais e incentivar uma participação mais equilibrada.

Ao final, Cristiane Lopes reforçou a importância de ampliar os incentivos às candidaturas femininas e de combater o preconceito ainda existente. Segundo ela, garantir mais espaço para as mulheres na política é um passo essencial para o fortalecimento da democracia e para a construção de políticas públicas mais inclusivas.

Fonte: Assessoria

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Política

Saiba quem os candidatos à Presidência vão apoiar no 2° turno

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Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), o primeiro turno das eleições gerais de 2026 teve outros 11 candidatos à Presidência. Para o 2º turno, a maioria dos postulantes ao Planalto já se manifestaram em que vão apoiar.

Flávio Bolsonaro é quem conseguiu angariar mais aliados. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro obteve apoio público demonstrado por Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

Já Lula recebeu apoio de Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP).

Renan Santos (Missão) liberou os apoiadores para votarem em quem preferirem. Rui Costa Pimenta (PCO) pregou voto nulo no 2º turno.

Wilson Grassi (Democrata) ainda não anunciou posicionamento.

Fonte: Metrópoles

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Política

Cristiane Lopes critica declaração de Fátima Cleide sobre a Polícia Militar

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A deputada federal Cristiane Lopes manifesta repúdio às declarações da deputada estadual eleita Fátima Cleide (PT) sobre o medo da população em relação à Polícia Militar de Rondônia. É lamentável assistir a falas que, na avaliação da parlamentar, podem contribuir para colocar em dúvida a relação da sociedade com as forças de segurança pública.

Rondônia não pode ser tratada com generalizações e discursos que desvalorizem aqueles que diariamente colocam a própria vida em risco para proteger a sociedade.

A Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e as demais forças de segurança são formadas, em sua grande maioria, por homens e mulheres que trabalham diariamente para garantir a segurança da população, muitas vezes enfrentando condições difíceis e colocando suas próprias vidas em segundo plano.

É legítimo questionar, cobrar e fiscalizar a atuação do Estado. O que não podemos aceitar é transformar toda uma instituição e seus profissionais em alvo de discursos generalizantes. Os desafios da segurança pública precisam ser debatidos com responsabilidade, respeito e disposição para construir soluções concretas.

Quem ocupa um mandato público tem ainda mais responsabilidade com aquilo que fala. Rondônia merece representantes que conheçam sua realidade, respeitem seus profissionais e contribuam para construir soluções, e não discursos que alimentem medo, desconfiança ou divisão.

Manifesto meu total respeito e reconhecimento aos profissionais da segurança pública de Rondônia, homens e mulheres que saem de casa todos os dias sem a certeza de que voltarão, mas seguem cumprindo a missão de proteger a população.

Críticas são legítimas. Desrespeito e generalizações, não.

Rondônia merece respeito. A nossa segurança pública também.

Cristiane Lopes
Deputada Federal por Rondônia

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Política

Senado marca votação da PEC que acaba com escala 6×1 para quarta-feira

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6×1. Antes de ir a voto, matéria precisa passar por duas sessões de discussão, agendadas para terça (13) e quarta.

Em nota divulgada na noite de sexta-feira (9), Davi reforçou o compromisso de colocar a proposta em votação “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental” (leia a íntegra abaixo). “Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção. O Senado segue trabalhando pelos brasileiros”, destacou.

A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário após ser aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas.

De acordo com o Regimento do Senado, depois do primeiro turno, a proposta precisa ser debatida em outras três sessões de discussão. Só então pode ser votada em segundo turno. Por esse rito, a votação da PEC do fim da 6×1 ainda poderia ser concluída em outubro.

A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.

Calendário especial

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.

De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.

— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.

Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário. 

A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).

Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6×1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.

Fonte: Agência Senado

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