Polícia
Irmão de Virginia Fonseca é condenado por importunação sexual
William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A decisão, tomada por unanimidade na última terça-feira (7), reformou parcialmente a sentença de primeira instância que havia absolvido o empresário por insuficiência de provas.
O caso teve início após um recurso apresentado pela vítima, Rauriceia Martins da Costa. Ao reavaliar o processo, os desembargadores concluíram que havia elementos suficientes para condenar William por um dos dois episódios de importunação sexual descritos na denúncia apresentada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). Em relação ao segundo fato, a absolvição foi mantida por falta de provas.
Segundo a denúncia, os fatos ocorreram durante a festa “Revoada”, realizada em abril de 2023, no município de Jussara (GO). No primeiro episódio, que resultou na condenação, Rauriceia afirmou que pediu uma foto com William e, durante o registro, ele teria colocado a mão por dentro de sua calça e tocado suas partes íntimas sem consentimento.
Ainda conforme o relato da vítima, ela ficou em estado de choque após o ocorrido e contou imediatamente o que havia acontecido à esposa e, posteriormente, a uma amiga que também estava no evento. O Tribunal entendeu que o conjunto de provas apresentado nos autos foi suficiente para comprovar esse episódio.
Já o segundo fato teria acontecido pouco tempo depois, em uma área de estacionamento da festa. A denúncia apontava que William teria voltado a tocar a vítima sem autorização. No entanto, os magistrados concluíram que não havia provas suficientes para confirmar essa segunda acusação, mantendo a absolvição nesse ponto.
O processo passou por diferentes fases desde o registro da ocorrência. Em fevereiro de 2025, William havia sido absolvido por falta de provas. Após a decisão, a vítima recorreu. Em um primeiro momento, a Justiça chegou a avaliar a possibilidade de oferecer ao empresário o benefício da suspensão condicional do processo, previsto em lei para determinados casos. A defesa recusou a proposta, e o recurso voltou a ser analisado pela 1ª Câmara Criminal.
No julgamento realizado nesta semana, os desembargadores decidiram reformar parcialmente a sentença e condenaram William pelo primeiro episódio de importunação sexual, previsto no artigo 215-A do Código Penal.
O caso ganhou repercussão nacional desde 2023 e passou por diversas reviravoltas durante a investigação. Inicialmente, a denunciante chegou a ser investigada por suposta falsa comunicação de crime. Posteriormente, o Ministério Público determinou novas diligências e concluiu haver elementos suficientes para denunciar William, que se tornou réu no fim daquele ano. Com a decisão da 1ª Câmara Criminal, a absolvição foi parcialmente revertida, resultando na condenação do empresário pelo primeiro fato narrado na denúncia.

Polícia
Empresário e pai de ex-vereador é executado a tiros
O empresário Edjanes Ferreira de Andrade, de 59 anos, foi morto a tiros no Setor Rosa dos Ventos, em Aparecida de Goiânia (GO), nessa quarta-feira (8/7). A vítima é pai do ex-presidente da Câmara Municipal de Aragoiânia, Edjanes Junior, que concorreu às eleições como vice-prefeito do município em 2020.
Segundo informações preliminares, Edjanes estava em uma área onde mantinha um de seus empreendimentos quando foi surpreendido e baleado com diversos disparos de arma de fogo.
As circunstâncias do crime ainda são investigadas pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, que trabalha para esclarecer a motivação e identificar os responsáveis pelo homicídio.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o óbito foi confirmado ainda no local.
De acordo com a Polícia Civil de Goiás, foram requisitados os exames periciais de local de crime, coleta de material genético e papiloscópico, além do exame cadavérico.
Em postagem nas redes sociais, a companheira do empresário lamentou a morte. “Sua partida deixou uma saudade e um vazio infinito na minha vida. Obrigada por tudo. O que vivemos foi muito lindo e intenso”, publicou.
As informações sobre o velório e o sepultamento foram divulgadas por familiares e amigos. O velório aconteceu nesta quinta-feira (9/7), no Complexo Vale do Cerrado, localizado na GO-060, Km 7, Rodovia dos Romeiros, em Goiânia.
O sepultamento estava marcado para as 15h, no Cemitério Vale do Cerrado, também na capital.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Jatinho de empresa alvo da Operação Reduto na ALE-RO transportou Lula em 2022
A empresa Millennium Locadora, que entrou na mira da Polícia Federal durante a Operação Reduto, é a mesma que cedeu o jatinho utilizado pelo então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para viajar de São Paulo a Brasília, poucos dias após a vitória nas eleições de 2022.
Na época, o uso da aeronave gerou ampla repercussão política, já que a empresa possuía contratos com o poder público em diferentes estados. Questionado sobre a utilização do jato, Lula afirmou que recorreu ao transporte privado porque o então presidente Jair Bolsonaro não teria disponibilizado uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para seu deslocamento.
Três anos depois, a Millennium Locadora voltou ao centro das atenções após ser citada nas investigações da Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO). A operação apura um suposto esquema de fraude em licitações, lavagem de dinheiro, peculato e desvio de recursos públicos, incluindo um possível esquema de “rachadinha” envolvendo servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO).
Conforme os registros da Receita Federal, Ivair Ferreira figura como sócio-administrador da Millennium Locadora. Ele é um dos alvos da operação e teve mandados de busca e apreensão cumpridos em seu endereço. Durante a ação, a Polícia Federal apreendeu dinheiro em espécie e uma coleção de relógios de luxo.
O reaparecimento do nome da empresa fez lembrar o episódio ocorrido em 2022. Na ocasião, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a repercussão em torno da utilização do jatinho levou a equipe de Lula a alterar a logística das viagens seguintes entre São Paulo e Brasília. A partir de então, os deslocamentos passaram a ser realizados em aeronaves contratadas e pagas diretamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de uma empresa de táxi aéreo.
Ainda de acordo com a publicação, o partido desembolsou cerca de R$ 2,68 milhões com transporte aéreo durante o período eleitoral. Agora, com a deflagração da Operação Reduto, o nome da Millennium Locadora volta a ganhar destaque em razão das investigações sobre supostas irregularidades em contratos públicos firmados no estado de Rondônia.
Polícia
Pai que chutou filha de três anos é preso – VEJA O VÍDEO
Foi preso nesta quinta-feira (9) o pai flagrado chutando a própria filha de três anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná.
A Polícia Civil (PC-PR) ainda não informou os detalhes da prisão. O homem responde pelo crime de lesão corporal e não teve o nome divulgado oficialmente.
A cena foi registrada por câmeras de segurança no domingo (5). Nas imagens, o homem aparece caminhando com a menina e outro filho, de cinco anos. Em certo momento, ele para e dá um chute na filha, que cai no chão. Assista acima.
Logo após, outro homem aparece e abre os braços na tentativa de intervir, mas é confrontado pelo pai das crianças. A menina se levanta e os três continuam andando.
A mãe das crianças descobriu o que tinha acontecido após ver as imagens em redes sociais. Ela registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (7).
Em depoimento, pai disse ter dado chute porque criança estava chorando
O homem foi procurado pela Polícia Militar (PM-PR) na mesma data em que o boletim foi registrado , mas não foi encontrado.
Na quarta-feira (8), ele foi ouvido pela Polícia Civil. A RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, apurou que ele alegou, em depoimento, ter dado o chute porque a criança estava chorando. Por não ter ocorrido flagrante, o homem não ficou preso naquele momento.
Em situações de lesão corporal, o flagrante se caracteriza quando o crime está sendo cometido ou acabou de acontecer, portanto acaba a possibilidade de prisão por flagrante quando não há continuidade do crime.
De acordo com o delegado Anderson Andrei, o homem compareceu à delegacia sem advogado. Em depoimento, chorou e disse estar arrependido do que fez.
A Polícia Civil pediu medidas protetivas de urgência em favor da menina, do irmão dela e da mãe. O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanha o caso.
Fonte: G1
