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Polícia

Polícia investiga homem que chutou rosto da filha

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Um homem foi flagrado por câmeras de segurança chutando o rosto da própria filha, de apenas 3 anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. O suspeito compareceu à delegacia nesta quarta-feira (8) e afirmou que reagiu desta forma após se irritar com o choro da criança.

O caso reacendeu o debate sobre violência infantil: será que os pais podem ser presos por agredirem seus filhos? 

A resposta é sim. Desde 1990, existe o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), uma legislação que assegura os direitos das crianças e adolescentes em todo o Brasil.

Dependendo da gravidade da agressão, conforme previsto no Estatuto, os responsáveis podem responder nas esferas criminal e civil.

Segundo a advogada criminalista Ana Krasovic, a agressão pode ser enquadrada como crime de maus-tratos pelo Código Penal (Art. 136) – com pena de reclusão de um a quatro anos -, ou pelo Estatuto (Art.232 do ECA) por  submissão a vexame ou constrangimento – com pena de seis meses a dois anos de prisão.

“Além disso, a criança pode ser retirada do convívio familiar pelo Conselho Tutelar ou pela Justiça em situações de risco – o choro de uma criança deve o pai tratar com zelo e preocupação, jamais com agressão seja verbal e/ou fisica”, explica a advogada.

Investigações continuam

No caso do pai que chutou a própria filha, a Polícia Civil informou que a menina foi submetida a exame de lesão corporal, e o laudo pericial ainda é aguardado.

A corporação também continua ouvindo testemunhas e busca novas imagens de câmeras de videomonitoramento para reconstituir todo o trajeto percorrido pelo investigado e pelas crianças.

Assim que tomou conhecimento do vídeo, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso. A criança, a mãe e outros familiares já foram identificados e ouvidos.

A corporação também solicitou medidas protetivas de urgência em favor da menina, de seu irmão e da mãe. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Fonte: CNN Brasil

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Polícia

Bebê cai e tem lesão cerebral após ser jogado para cima em creche

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Um bebê de um ano e 11 meses caiu, sofreu uma lesão cerebral e perda de audição após ter sido jogado para o alto por uma funcionária de creche na Califórnia, nos Estados Unidos. Uma câmera de segurança registrou o momento.

É possível ver a funcionária balançando o bebê, em tom de brincadeira. Ao jogar ele para o alto, a mulher não consegue segurar a criança, e ambos caem.

O caso ocorreu em março de 2025, e começou a repercutir após o jornal Califórnia Post publicar uma reportagem sobre após ter tido acesso ao documento judicial no qual os pais da criança processam a o clube The Bay Club Clubhouse, que possui a unidade de recreação infantil, localizada na cidade de El Segundo.

No processo movido em 2 de julho pelos pais, Matthew e Elena Kittle, o menino foi identificado como “CK”, suas iniciais.

O que diz a denúncia

  • Segundo a denúncia, o pai deixou o menino no local de manhã.
  • Após a queda do menino, o estabelecimento ligou para os pais, separamente.
  • Matthew atendeu a ligação às 9h30 (horário local) e foi informado que o filho havia “caído” e já “se acalmado”.
  • Cerca de 15 minutos depois, às 9h45, a creche voltou a ligar ao pai afirmando que o menino precisava ser buscado, pois “não haviam conseguido acalmar CK”, segundo o processo judicial, citado pela NBC News.

Pais acusam negligência

Quando o pai buscou o filho, às 10h10, encontrou o rosto “gravemente machucado”, com o olho direito completamente inchado e a boca também inchada, segundo o processo. Ao chegar em casa, CK estava “extremamente sonolento, letárgico e irritável”. A mãe conversou com uma funcionária do clube por volta das 14h, que afirmou que o menino havia caído de “uma altura de 45 cm”, muito menos que o visível no vídeo.

O menino recebeu atendimento médico e foi diagnosticado com concussão, traumatismo craniano contuso e abrasão facial, ainda segundo a denúncia.

Os pais, representados pelo escritório de advocacia Rosen Saba, acusam a empresa de negligência, ocultação intencional, imposição intencional de sofrimento emocional e agressão.

Fonte: Metrópoles

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PRF apreende mais de 3 toneladas de maconha 

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Mais de três toneladas de maconha foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante uma abordagem na BR-262, em Bom Despacho, na região Centro-Oeste de Minas, na noite de quarta-feira (8/7). A droga estava escondida no compartimento de carga de um caminhão, sob caixas de PVC. Um homem foi preso em flagrante, enquanto outro suspeito conseguiu fugir.

Após a apreensão, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva do investigado.

Segundo a PRF, a carga era composta por 147 pacotes, totalizando aproximadamente 3.068 quilos de maconha. A abordagem ocorreu após uma análise de risco realizada pelos policiais. Ainda conforme o registro da ocorrência, o motorista desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir junto com outro ocupante do veículo. Um dos suspeitos foi detido, mas o comparsa conseguiu escapar.

Um laudo preliminar confirmou que o material apreendido possui características compatíveis com maconha, somando cerca de 3,1 toneladas do entorpecente.

No pedido encaminhado à Justiça, o promotor de Justiça Jardel Viveiros Neto destacou a grande quantidade de droga apreendida, a estrutura utilizada para o transporte da carga e os indícios de atuação conjunta entre os envolvidos. Segundo o Ministério Público, esses elementos justificam a prisão preventiva para garantir a ordem pública e evitar a continuidade da atividade criminosa.

As investigações também apontam que a carga teria saído do estado do Paraná, o que reforça a suspeita de tráfico interestadual de drogas.

Além da conversão da prisão em flagrante em preventiva, o MPMG requereu a incineração da droga apreendida, conforme prevê a legislação, mantendo apenas a quantidade necessária para a realização do laudo pericial definitivo. O pedido ainda será analisado pelo Poder Judiciário.

Fonte: Metrópoles

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Foragido por tráfico é capturado na Bolívia e entregue à Polícia Federal

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Uma ação integrada entre forças de segurança do Brasil e da Bolívia resultou na prisão do brasileiro Renato dos Santos Silva, que era considerado foragido da Justiça e possuía mandado de prisão em aberto pelo crime de tráfico de drogas.

A operação contou com a atuação do Núcleo Integrado de Inteligência de Fronteira (NIIF), vinculado à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (SESDEC), da Polícia Federal (PF), da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia e da Fuerza Especial de Lucha Contra el Crimen (FELCC), da cidade boliviana de Trinidad.

Segundo as informações divulgadas pelas forças de segurança, o trabalho teve início após a localização do suspeito em território boliviano. A partir dessa informação, equipes de inteligência realizaram o cruzamento de dados e a confirmação biométrica da identidade do homem, constatando a existência de um mandado de prisão expedido pela Justiça brasileira por tráfico de entorpecentes.

Após a confirmação, autoridades brasileiras e bolivianas alinharam os procedimentos para a entrega do foragido na região da fronteira entre os dois países. A transferência foi realizada de forma coordenada, permitindo que o suspeito fosse conduzido com segurança pelas equipes brasileiras.

A escolta até a Delegacia da Polícia Federal em Guajará-Mirim ficou sob responsabilidade da Força Tática do 1º BPM, onde foram adotadas as medidas legais para o cumprimento da ordem judicial.

De acordo com a SESDEC, a prisão reforça a importância do trabalho integrado entre os órgãos de segurança e do compartilhamento de informações de inteligência no combate ao crime organizado, especialmente nas regiões de fronteira. A cooperação entre as instituições brasileiras e bolivianas foi apontada como decisiva para impedir que o investigado permanecesse escondido fora do país e escapasse da Justiça.

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