Polícia
Funcionário assassina patrão para apostar no “Tigrinho” e é condenado a 26 anos de prisão
O juiz Marcos Faleiros da Silva, da 4ª Vara Criminal de Cuiabá, condenou Gilvânio S. a 26 anos e seis meses de prisão e multa pelos crimes de latrocínio e ocultação de cadáver contra o empresário Mário M. J. O crime aconteceu no dia 1º de setembro de 2024, em uma empresa de reciclagem da vítima, na qual Gilvânio trabalhava, no bairro Distrito Industrial, em Cuiabá.
“Ante o exposto, julgo procedente a pretensão punitiva estatal para condenar o réu Gilvânio Dos Santos pela prática dos crimes previstos nos artigos 157, § 3º, inciso II, e 211, ambos do Código Penal, sujeitando-o à pena privativa de liberdade de 26 (vinte e seis) anos e 06 (seis) meses de reclusão e 10 (dez) dias-multa, fixado o valor do dia-multa em um trigésimo do salário mínimo, pena que será cumprida em regime inicialmente fechado, mantendo a prisão preventiva por força desta decisão judicial”, diz trecho da decisão proferida nesta quarta-feira (19).
Na sentença, Marcos Faleiros ressaltou que o criminoso agiu com extrema violência.
“Com efeito, observa-se que o réu agiu com extrema violência e, além disso, ocultou o corpo da vítima em meio a entulhos, nos fundos da própria empresa onde trabalhava”, destacou o magistrado.
Conforme as investigações, o criminoso agrediu e matou Mário com uma barra de ferro e, em seguida, roubou o celular e o cartão bancário da vítima. Gilvânio amarrou o corpo e escondeu em meio a entulhos, nos fundos da empresa.
O desaparecimento foi registrado pelo sobrinho de Mário e três dias depois a Polícia Militar foi acionada, após a descoberta de vestígios de sangue na empresa. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encontrou o corpo já em estado de decomposição.
Testemunhas relataram que os dois discutiram antes do crime, e que Gilvânio ameaçou Mário com a barra de ferro. Familiares da vítima informaram que o cartão bancário e o celular estavam sendo utilizados indevidamente, com mensagens pedindo dinheiro. Uma equipe da Força Tática encontrou Gilvânio na casa de sua ex-esposa, em posse dos bens roubados. Na delegacia, ele confessou o crime, alegando que agiu sozinho e transportou o corpo com um maquinário da empresa.
Em audiência de instrução realizada nesta quarta, seis testemunhas foram ouvidas, bem como o criminoso.
Gilvânio relatou que discutiu com Mário porque estava com dois meses de salário atrasados. Quanto ao cartão bancário roubado, o criminoso confessou que o retirou do carro de Mário e passou a utilizá-lo para comprar fraldas, mantimentos e até mesmo fazer apostas em um jogo de azar, conhecido como “Jogo do Tigrinho”.
O Ministério Público se manifestou pela condenação de Gilvânio pelos crimes de latrocínio e ocultação de cadáver. A defesa do autor do crime, por sua vez, pediu a desclassificação do crime de latrocínio para homicídio e ocultação de cadáver, argumentando que a morte não teria ocorrido com a intenção de roubar a vítima.
Na sentença, o juiz Marcos Faleiros da Silva julgou procedente a denúncia, condenando Gilvânio pelos crimes de latrocínio e ocultação de cadáver, rejeitando o pedido da defesa.
“A tese defensiva de desclassificação do crime de latrocínio para homicídio, sob a alegação de que a morte teria decorrido de uma discussão, sem a intenção de subtração de bens, não merece acolhimento”, escreveu o juiz, destacando a intenção do criminoso de roubar o empresário após matá-lo.
Polícia
Seis pessoas da mesma família morrem em acidente na BR
Um acidente na madrugada desta terça-feira (21), por volta das 3h20, matou seis pessoas de uma mesma família na BR-251, na região de Salinas (MG), no norte do estado.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve uma colisão frontal entre uma carreta e um automóvel Fiat/Palio, na altura do Km 263. As seis vítimas, além de um cachorro, estavam no automóvel.
O carro seguia de São Paulo (SP) para Nova Canaã (BA), enquanto a carreta viajava de Lauro de Freitas (BA) para Imbituba (SC), carregada com produtos diversos de uma empresa de vendas on-line. O condutor da carreta, de 36 anos, não sofreu ferimentos.
Segundo a PRF, as vítimas eram um homem de 49 anos, que conduzia o veículo e uma mulher de 39 anos, além dos três filhos do casal com 3, 10 e 15 anos. Também estava no carro a avó materna das crianças, de 59 anos.
Houve apoio do SAMU e do Corpo de Bombeiros Militar na ocorrência. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Taiobeira. A perícia técnica da Polícia Civil e a PRF trabalham para identificar as causas do acidente.
A rodovia foi totalmente liberada às 8h30.
BR-116
Outro acidente foi registrado na Zona da Mata mineira, na tarde de segunda-feira (20). O servidor Robson Rodrigues de Lima morreu após bater em uma carreta em trecho da BR-116 no município de Divino (MG). Ele dirigia uma ambulância da prefeitura e estava sozinho no veículo.
“Profissional dedicado, Robson construiu uma trajetória marcada pelo compromisso, responsabilidade e cuidado com a população, sendo reconhecido pelo importante serviço prestado ao município”, informou em nota a prefeitura da cidade.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Duas pessoas desaparecem após draga afundar no rio Madeira
Um grave acidente envolvendo uma draga de garimpo deixou duas pessoas desaparecidas na noite de segunda-feira (20), no rio Madeira, em Porto Velho.
O caso ocorreu na região de Velha Mutum Paraná, às margens da BR-364, e mobilizou equipes de segurança após o rápido afundamento da estrutura.
Segundo relatos de trabalhadores que estavam no local, a draga afundou em aproximadamente um minuto, surpreendendo todos que estavam a bordo. Parte dos funcionários conseguiu escapar a tempo.
Após o ocorrido, foi percebida a ausência de um dos sócios da draga e da cozinheira, que seguem desaparecidos.
A Polícia Militar informou que o Corpo de Bombeiros foi acionado e deve iniciar as buscas na área.
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Polícia
Polícia Federal destrói dragas em operação contra garimpo ilegal no rio Madeira
A Polícia Federal, por meio do Núcleo Especial de Polícia Marítima em Rondônia (NEPOM/RO), em atuação conjunta com o Comando de Aviação Operacional (CAOP) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), deflagrou, nesta terça-feira (21/4), a Operação Iterum III, para combater o garimpo ilegal no Rio Madeira, em Rondônia, bem como a crimes correlatos, como associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo.
Durante a operação, foram inutilizadas 15 (quinze) dragas e motores utilizados na extração irregular de minério.
Além da inutilização dos equipamentos, foram apreendidos diversos objetos utilizados ilicitamente nas atividades garimpeiras ilegais. O material recolhido servirá de subsídio às investigações em curso, tendo sido instaurado inquérito policial para apurar os fatos, identificar os financiadores das operações criminosas e responsabilizar os executores, nos termos da legislação penal e ambiental vigente.
Veja o vídeo abaixo;
A atividade garimpeira ilegal representa uma das formas mais severas de agressão ao meio ambiente. O processo de extração irregular de minério implica o lançamento de mercúrio e outras substâncias tóxicas nos cursos d’água, contaminando a fauna, a flora e comprometendo a saúde das populações ribeirinhas que dependem dos rios para subsistência. Os danos causados por essa modalidade criminosa são frequentemente irreversíveis, afetando ecossistemas inteiros e violando direitos fundamentais das comunidades tradicionais.
O NEPOM/RO, unidade especializada na atuação em ambientes fluviais e marítimos, tem intensificado suas ações no enfrentamento ao garimpo ilegal na bacia do Rio Madeira, reconhecida como uma das regiões mais vulneráveis à exploração mineral clandestina no estado de Rondônia.

Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
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