Polícia
Ex-Gerente Regional da SEJUS é condenado por facilitar uso de telefone celular, bebidas alcoólicas e até mesmo churrascos em presídio
Um ex-gestor regional da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) de Rondônia foi recentemente condenado por corrupção. As investigações revelaram que o acusado exigia pagamentos em troca de conceder “benefícios” aos detentos, tais como uso de telefone celular, bebidas alcoólicas e até mesmo churrascos.
As denúncias sobre atividades ilegais no Centro Regional de Ressocialização Augusto Simon Kempe de Jaru foram apresentadas ao Ministério Público de Rondônia em 2021. Em fevereiro de 2022, o ex-gerente e outros policiais sob investigação foram suspensos de suas funções após solicitação do MP-RO.
Na época, foi relatado que os funcionários facilitavam a entrada de pessoas não autorizadas na prisão, ofereciam alojamentos confortáveis, permitiam visitas em dias não programados e até mesmo forneciam dispositivos eletrônicos aos detentos.
De acordo com informações do Ministério Público de Rondônia (MP-RO), diversas operações realizadas no presídio de Jaru confirmaram os privilégios concedidos. Durante as investigações, foi comprovado que o réu recebeu pelo menos três transferências bancárias da irmã de um detento.
O ex-gerente, que também é policial penal, foi condenado a 4 anos, 11 meses e 21 dias de reclusão. Além da pena de prisão, ele foi destituído de seu cargo na polícia por ter violado os princípios éticos e morais inerentes à profissão.
Polícia
Polícia Federal destrói dragas em operação contra garimpo ilegal no rio Madeira
A Polícia Federal, por meio do Núcleo Especial de Polícia Marítima em Rondônia (NEPOM/RO), em atuação conjunta com o Comando de Aviação Operacional (CAOP) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), deflagrou, nesta terça-feira (21/4), a Operação Iterum III, para combater o garimpo ilegal no Rio Madeira, em Rondônia, bem como a crimes correlatos, como associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo.
Durante a operação, foram inutilizadas 15 (quinze) dragas e motores utilizados na extração irregular de minério.
Além da inutilização dos equipamentos, foram apreendidos diversos objetos utilizados ilicitamente nas atividades garimpeiras ilegais. O material recolhido servirá de subsídio às investigações em curso, tendo sido instaurado inquérito policial para apurar os fatos, identificar os financiadores das operações criminosas e responsabilizar os executores, nos termos da legislação penal e ambiental vigente.
Veja o vídeo abaixo;
A atividade garimpeira ilegal representa uma das formas mais severas de agressão ao meio ambiente. O processo de extração irregular de minério implica o lançamento de mercúrio e outras substâncias tóxicas nos cursos d’água, contaminando a fauna, a flora e comprometendo a saúde das populações ribeirinhas que dependem dos rios para subsistência. Os danos causados por essa modalidade criminosa são frequentemente irreversíveis, afetando ecossistemas inteiros e violando direitos fundamentais das comunidades tradicionais.
O NEPOM/RO, unidade especializada na atuação em ambientes fluviais e marítimos, tem intensificado suas ações no enfrentamento ao garimpo ilegal na bacia do Rio Madeira, reconhecida como uma das regiões mais vulneráveis à exploração mineral clandestina no estado de Rondônia.
Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Polícia
Adolescente é arrastado para dentro de carro em plena luz do dia
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra momentos de desespero que teriam sido vividos por um adolescente de 17 anos, supostamente sequestrado na tarde de domingo (19), na avenida Melvin Jones, no bairro Cristo Rei, em Vilhena.
As imagens, registradas por câmeras de segurança, mostram o jovem sendo surpreendido por vários indivíduos e colocado à força dentro de um carro preto, em uma ação rápida e assustadora, ocorrida em plena via pública.
Veja o vídeo abaixo;
Outro vídeo, que também viralizou em aplicativos de mensagens, mostraria a vítima já dentro do veículo, cercada por suspeitos que fazem ameaças. Em um dos trechos, um dos ocupantes aparece exibindo um objeto semelhante a uma arma, enquanto pressiona o adolescente por informações.
A motivação do crime ainda é um mistério, mas há suspeitas de ligação com conflitos entre grupos criminosos. O caso está sendo analisado pelas autoridades, que trabalham para identificar os envolvidos e localizar a vítima.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o paradeiro do adolescente. O clima é de apreensão, e o caso segue sendo investigado.
Polícia
Lutador de jiu-jítsu espanca esposa após se irritar ao ser acordado
Um lutador de jiu-jítsu de 38 anos foi preso após espancar a esposa e ferir a filha, uma criança de seis meses, nessa segunda-feira (20/4), em Piracicaba, interior de São Paulo. O ataque teve motivação banal: o suspeito se irritou depois por acordar com o tom de voz da vítima em uma ligação com a mãe dela.
Segundo a Guarda Civil Municipal, a vítima foi socorrida bem assustada e com grave ferimento na cabeça.
Fontes ligadas ao caso revelaram que a vítima sofreu lesões graves: a cabeça da mulher foi lançada contra uma porta, uma das mãos foi furadas por uma chave, além de ter levado socos no rosto. Um dos golpes, inclusive, atingiu a criança de seis meses, fruto da relação da vítima com o agressor.
O lutador Renê Roque Zago, além das agressões, ameaçou jogar a própria filha e a esposa do segundo andar da residência onde viviam.
Na ambulância, ela verbalizou que o companheiro a agrediu e a filha de seis meses, que estava em seu colo, após se irritar por ter acordado. A situação só não escalonou para um crime ainda mais violento devido à intervenção da sogra, mãe do suspeito.
Após as agressões, o suspeito fugiu. Durante as buscas, no entanto, os agentes municipais conseguiram encontrá-lo. Ele foi preso e conduzido à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Piracicaba. O lutador vai responder pelos crimes de ameaça, lesão corporal e injúria.
Histórico violento
Em depoimento, a vítima revelou que esse não é o primeiro episódio violento de Zago. No passado, a mulher chegou a registrar queixa e obter medida protetiva contra o homem. Decidiu, após o nascimento da filha, pedir a revogação da ordem judicial para reconciliação. Apesar disso, ela frisou que episódios de agressão eram frequentes.
Fonte: Metrópoles
