Geral
Rondônia aprova repasse do Piso Variável de Vigilância Sanitária para qualificação das equipes de vigilância sanitária
O governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), participou na quarta-feira (15) da 9ª Reunião da Câmara Técnica da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/RO), realizada em uma Instituição de Ensino Superior Privado, em Porto Velho. Durante o encontro, foi aprovada a pactuação do repasse do Piso Variável de Vigilância Sanitária, no valor de R$ R$ 384.980,00 mil, recurso oriundo de incentivo financeiro do Ministério da Saúde, com mediação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O recurso será utilizado integralmente para investimentos em capacitação das equipes municipais de vigilância sanitária, fortalecendo a qualificação técnica e o aprimoramento das ações de fiscalização e controle em todo o estado.
CAPACITAÇÃO
De acordo com a gerente técnica sanitária da Agevisa, Leiliane Brito, o repasse é condicionado a uma pactuação formal com a Anvisa e tem como objetivo ampliar a eficiência das ações de vigilância sanitária em Rondônia. “Esse repasse é resultado de uma exigência técnica da Anvisa para que os estados apresentem um plano de aplicação do recurso, definindo de forma pactuada como ele será utilizado. A proposta do governo de Rondônia é aplicar integralmente o valor na qualificação das equipes de vigilância sanitária, com foco na formação continuada e no fortalecimento das práticas fiscalizatórias e preventivas”, destacou.
O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório, ressaltou que a decisão reflete a política de valorização dos profissionais da vigilância em saúde e o compromisso da gestão estadual com a segurança sanitária da população. “Investir em capacitação é garantir qualidade e sustentabilidade aos serviços municipais. Esse recurso vai permitir que os agentes de vigilância recebam formação técnica especializada, ampliando a capacidade de resposta e a padronização das ações em todo o território estadual”, afirmou.
PACTUAÇÃO
A agência participou ativamente das discussões técnicas que antecederam a aprovação da proposta, durante a reunião da CIB que contou com gestores do SUS. O diretor-executivo da Agevisa, Edilson da Silva Batista pontuou que a Agevisa apresentou a proposta técnica de aplicação do recurso e acompanhou as discussões com os representantes municipais e estaduais. “O tema integrou a pauta da 9ª Reunião da Câmara Técnica da CIB/RO e representa um avanço importante na estruturação da vigilância sanitária em Rondônia”.
A pactuação aprovada será formalizada junto à Anvisa atendendo às normas de financiamento federal da vigilância sanitária. O plano de execução prevê a realização de dois encontros estaduais em 2026, com temas voltados ao processo administrativo sanitário e a assuntos específicos da área de vigilância sanitária, beneficiando profissionais de todos os 52 municípios.
Fonte: Secom
Geral
Abertas as inscrições para 21ª Olimpíada Brasileira de Matemática
O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) abriu nesta quarta-feira (4/2) inscrições para a 21ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), a maior olimpíada científica do país, voltada a alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º do ensino médio de escolas públicas e privadas.
Promovida com recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a edição de 2026 distribuirá 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelas escolas, na página da Obmep, até 16 de março. Podem participar da olimpíada instituições públicas municipais, estaduais e federais, bem como privadas. A competição reúne anualmente mais de 18,5 milhões de estudantes de todas as regiões do Brasil.
Os estudantes premiados nacionalmente são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), que incentiva o desenvolvimento acadêmico e oferece uma bolsa de R$ 300, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), aos alunos de escolas públicas participantes do programa.
Além da premiação nacional, a Obmep também reconhece os estudantes com melhor desempenho em cada estado. Serão distribuídas pelo menos 20,5 mil medalhas estaduais – mas que não dão acesso ao PIC.
Medalhista de ouro na 20ª edição, em 2025, a estudante Úrsula Romão, de Coruripe, no interior de Alagoas, destaca a importância de participar da competição científica. “Acho que essa prova foi uma das mais importantes que eu já fiz na minha vida. Ela realmente me deu muitas oportunidades e me abriu muitas portas.”
Como se inscrever
A inscrição é feita exclusivamente pelas escolas, que devem preencher a ficha disponível no site da Obmep, informar o código MEC/Inep e criar uma senha. No regulamento, os representantes das instituições encontram todas as informações sobre condições, prazos, datas e regras de participação.
Provas
A olimpíada ocorre em duas fases. A 1ª fase é composta por uma prova objetiva com 20 questões, aplicada pela própria escola em 9 de junho. Os estudantes mais bem colocados serão classificados para 2ª fase, que acontece em 17 de outubro.
Aplicada nos centros definidos pela organização da olimpíada, a prova é composta por seis questões discursivas, elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos alunos:
- Nível 1: 6º e 7º anos do ensino fundamental
- Nível 2: 8º e 9º anos do ensino fundamental
- Nível 3: ensino médio
Resultado – A divulgação dos aprovados para a segunda fase será feita em 3 de agosto, e a divulgação dos premiados nacionais, em 15 de dezembro.
Obmep – Criada pelo Impa em 2005, a Obmep é promovida com recursos do MEC e do MCTI. A olimpíada contribui para estimular o estudo da matemática, identificar jovens talentos e promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento, além de apoiar a melhoria da qualidade da educação básica no Brasil.
Fonte: Governo Federal
Geral
Curto-circuito em ar-condicionado é registrado em escola municipal de Porto Velho
Ocorrência aconteceu fora do horário de aulas e não afetou alunos ou servidores
A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informa que a Unidade Municipal de Educação Marise e Castiel registrou um curto-circuito provocado por falha em uma central de ar-condicionado.
No momento da ocorrência, a escola estava fechada e contava apenas com a presença de guardas patrimoniais. Não havia alunos, professores ou outros servidores no local. A ação imediata da equipe de vigilância evitou que o problema se ampliasse e limitou o dano à perda do equipamento.
“Foi uma situação pontual, controlada com rapidez, sem qualquer impacto na estrutura da escola ou risco às pessoas. Todas as unidades passam por acompanhamento e, quando ocorre um registro como esse, a orientação é revisar a parte elétrica para garantir tranquilidade à comunidade escolar”, afirmou Giordani Lima, secretário municipal de Educação.
A Semed esclarece que não houve dano estrutural ao prédio nem prejuízo ao funcionamento da unidade. Como medida preventiva, será realizada uma inspeção completa na rede elétrica da escola, com foco na segurança das instalações e no uso adequado dos equipamentos.
As aulas na Unidade Municipal de Educação Marise e Castiel serão retomadas normalmente na segunda-feira, dia 9 de fevereiro de 2026.
A Secretaria Municipal de Educação reforça que mantém protocolos de segurança e prevenção em todas as escolas da rede municipal, com atenção permanente às condições de funcionamento dos prédios e equipamentos.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Léo Moraes fortalece gestão e amplia entregas com organização administrativa e foco em resultado
Planejamento, convênios e licitações estruturam obras, serviços e investimentos em Porto Velho
Sob a liderança do prefeito Léo Moraes, a Prefeitura de Porto Velho ampliou, em 2025, a capacidade de transformar planejamento em entrega concreta à população. A organização dos processos administrativos, o fortalecimento da gestão de convênios e a ampliação das licitações permitiram que recursos públicos chegassem aos bairros na forma de obras, serviços e equipamentos em funcionamento.
A gestão municipal passou a tratar contratos, convênios e licitações como instrumentos centrais de governo. Em 2025, Porto Velho acompanhou mais de R$ 111 milhões em novos convênios firmados no exercício, além de um portfólio superior a R$ 350 milhões em recursos federais gerenciados. Esses investimentos sustentam obras de drenagem, pavimentação, saúde, educação, mobilidade e requalificação de espaços públicos.
Para o morador, os efeitos são visíveis no dia a dia. Ruas entram em obra, unidades de saúde recebem melhorias, praças são revitalizadas e serviços essenciais mantêm funcionamento regular. Cada entrega começa antes de aparecer, com projetos técnicos, organização documental e diálogo permanente com órgãos federais.
Na área das licitações, a gestão Léo Moraes ampliou o uso de processos eletrônicos, garantindo contratos ativos para combustível, manutenção da frota, limpeza, tecnologia e fornecimento de materiais. Esse trabalho assegura que escolas, postos de saúde e serviços urbanos não sofram interrupções, mesmo diante do aumento da demanda da cidade.
O planejamento urbano também ganhou centralidade. Projetos de arquitetura e engenharia elaborados ao longo do ano viabilizaram reformas, novas construções e adequações em equipamentos públicos. Vistorias, laudos e licenças ambientais deram segurança técnica e jurídica às intervenções realizadas.
A integração entre secretarias passou a ser eixo da gestão. Em vez de ações isoladas, a prefeitura adotou uma lógica de coordenação, em que a organização administrativa sustenta políticas públicas com alcance direto na vida das pessoas.
Com isso, Porto Velho amplia sua capacidade de investimento e consolida uma gestão que organiza os bastidores para garantir resultado na ponta. Uma administração que trabalha para que o cidadão perceba, no bairro e na rotina, os efeitos de uma prefeitura que planeja, executa e entrega.
Fonte: Assessoria
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