Política
Cristiane Lopes abre os trabalhos legislativos de 2026 reafirmando trabalho, entrega e compromisso com Rondônia
A deputada federal mantém o foco na destinação de recursos, defesa das pautas prioritárias e fortalecimento dos municípios rondonienses.
A Câmara dos Deputados deu início oficialmente aos trabalhos legislativos de 2026, um ano estratégico para o Brasil e decisivo por ser ano eleitoral. Representando Rondônia, a deputada federal Cristiane Lopes ressaltou que o novo período legislativo será marcado por ainda mais diálogo e compromisso com a população do estado.
“Começamos 2026 com muita responsabilidade e expectativa. É um ano que exige ainda mais trabalho, transparência e compromisso com o povo. Nosso mandato segue firme na defesa de Rondônia, garantindo recursos, acompanhando de perto as demandas e cobrando resultados”, afirmou a deputada.
Ao longo do ano, Cristiane Lopes destacou que seguirá empenhada na destinação de recursos federais para Rondônia, com prioridade para áreas como saúde, educação, famílias atípicas, agronegócio, infraestrutura, assistência social e fortalecimento dos municípios, especialmente do interior.
A parlamentar reforçou que sua atuação continuará focada em transformar emendas e articulações em benefícios concretos para a população. “Meu compromisso é claro, trabalhar para que os recursos cheguem à ponta, atendendo quem mais precisa. Rondônia pode contar com uma deputada presente, atuante e que não se omite diante das necessidades do nosso estado”.
Conhecida pela atuação próxima da população, a deputada mantém diálogo constante com os rondonienses por meio das redes sociais, onde presta contas do mandato, ouve demandas e defende pautas como valorização da vida, fortalecimento da família, desenvolvimento regional e melhoria dos serviços públicos.
Com a retomada das atividades legislativas, Cristiane Lopes afirmou que o cenário eleitoral não diminui a responsabilidade do Parlamento, mas aumenta a necessidade de compromisso com resultados.
“Mesmo sendo um ano eleitoral, o trabalho não para. Nosso foco é legislar, fiscalizar e garantir que Rondônia continue avançando. Meu mandato seguirá aberto ao diálogo e totalmente dedicado ao desenvolvimento do nosso estado”.
A deputada reafirmou que 2026 será um ano de intenso trabalho no Congresso Nacional, com o objetivo de fortalecer Rondônia e representar, com seriedade e responsabilidade, cada cidadão rondoniense.
Fonte: Assessoria Parlamentar
Política
Vereador Thiago Tezzari cobra definição sobre realização do Flor do Maracujá
O Flor do Maracujá é muito mais do que uma festa. É cultura, tradição, geração de renda e valorização da identidade do nosso povo.
Hoje, durante a sessão da Câmara Municipal, cobrei da SEJUCEL uma posição sobre a realização do evento, que até o momento ainda gera insegurança para mais de 30 grupos folclóricos, entre quadrilhas e bois-bumbás, que aguardam uma definição para planejar suas apresentações e atividades.
Os artistas, brincantes e todos que vivem a cultura popular merecem respeito, planejamento e respostas.
Seguiremos acompanhando essa situação e defendendo a valorização da cultura rondoniense.
Fonte: Assessoria
Política
Ex-vice-prefeito condenado pela morte da esposa deixa a prisão após julgamento
O ex-vice-prefeito de Ibitirama, no Espírito Santo, Célio Martins Morales, foi condenado pelo Tribunal do Júri pela morte da esposa, Vanuza Spala de Almeida, de 41 anos. O caso ocorreu em abril de 2023, quando a mulher foi atingida por um disparo de arma de fogo dentro da residência do casal, localizada na zona rural do município.
Após um julgamento que se estendeu por cerca de 12 horas, os jurados concluíram que não houve intenção de matar e desclassificaram a acusação para homicídio culposo. Com a decisão, Célio recebeu pena de 3 anos e 11 meses de prisão.
Apesar da condenação, o ex-vice-prefeito não permanecerá preso neste momento. Na última sexta-feira (19), a Justiça expediu alvará de soltura, permitindo que ele responda aos próximos atos do processo em liberdade enquanto recorre da sentença.
Durante o julgamento, o Ministério Público do Espírito Santo defendeu a tese de homicídio doloso qualificado por feminicídio, sustentando que o crime foi praticado de forma intencional. No entanto, o entendimento dos jurados foi diferente, prevalecendo a versão de que o disparo ocorreu de maneira acidental.
Em manifestação oficial, o Ministério Público informou que irá recorrer da decisão. O órgão busca a revisão do veredito e pretende que o caso seja reavaliado sob a acusação de homicídio doloso, com o reconhecimento da qualificadora de feminicídio.
A morte de Vanuza gerou grande repercussão na região e o desfecho do julgamento reacendeu debates sobre a responsabilização em casos de violência contra a mulher e a aplicação das leis de proteção às vítimas.
Política
Justiça Eleitoral nega pedido do prefeito de Vilhena para suspender investigação
O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) decidiu manter em andamento a investigação que apura supostas irregularidades relacionadas às eleições municipais de 2024 envolvendo o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro de Miranda Júnior, conhecido como Delegado Flori. A decisão foi tomada após a Corte negar um pedido liminar apresentado pela defesa do gestor.
O habeas corpus foi protocolado com o objetivo de interromper temporariamente o inquérito conduzido pela Coordenação-Geral de Assuntos Internos da Polícia Federal (CGAIN), em Brasília. A defesa sustentava que a apuração deveria ficar sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Federal em Vilhena, alegando suposta inadequação na condução do procedimento fora do município.
Entre os argumentos apresentados, os advogados defenderam a aplicação do princípio conhecido como “delegado natural”, afirmando que a investigação deveria ser conduzida por uma autoridade policial previamente definida pela competência territorial.
Ao analisar o caso, o relator Guilherme Ribeiro Baldan entendeu que não há ilegalidade na condução do inquérito pela corregedoria da Polícia Federal. Segundo o magistrado, o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal estabelece que as garantias constitucionais relacionadas ao juiz natural e ao promotor natural não se estendem às autoridades policiais.
A investigação apura possíveis crimes de falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro e eventual desvio de recursos públicos. Conforme consta no processo, a atuação da corregedoria da PF foi adotada em razão de Flori ser policial federal licenciado para exercer o cargo de prefeito.
Com a decisão, o procedimento investigativo seguirá normalmente em Brasília até que o mérito do habeas corpus seja analisado pelo colegiado do TRE-RO. O relator também determinou o levantamento do sigilo processual, permitindo o acesso público aos fundamentos da decisão.
