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Rondônia tem recorde de exportações, abundância de empregos e uma das melhores economias do Brasil
Rondônia tem se tornado uma das melhores economias do Brasil. O estado prospera em bons negócios, as produções estão em alta, as empresas estão mais fortes, os empregos abundantes, com a segunda menor taxa de desemprego nacional, e as exportações batem recorde a cada ano. As exportações de janeiro a maio de 2025, somam US$ 1.4 bilhões e sinaliza que caminha para mais um recorde. Em 2024, a exportação atingiu o topo da evolução histórica com US$ 2,6 bilhões, o que equivale a R$ 14,4 bilhões. Uma alta de 103% nos últimos cinco anos. Os bilhões de dólares são transformados em melhor qualidade de vida no estado.
O levantamento é da Coordenação de Geointeligência de Dados Econômicos, vinculada à Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico (Sedec) do governo de Rondônia, com base nos dados do comércio exterior brasileiro: Comex Stat. Rondônia, que estava em 41 países em 2020, já chega a 116 países, sendo os principais destinos: China, Espanha, Argélia, México e Estados Unidos. A pauta de exportações, que em 2020 só tinha 60 produtos, já conta com 295 produtos com destaques para carne bovina, café, grãos e o Tambaqui.
A carne bovina e grãos, historicamente, se mantém em evidência nas exportações, e se fortaleceram nos últimos anos, mas há produtos que subiram muito na demanda do comércio exterior, saindo lá do final da fila e alcançando destaque. Para ter ideia da evolução, o café, por exemplo, que em 2019 movimentava US$ 66.877, chegou a 2024 com US$ 130.990.879, mais que dobrou.
A exportação do Tambaqui também disparou, era em 2019, US$ 71.120 e chegou US$ 608.424 em 2024, um volume aproximadamente 9 vezes maior. E o cacau também embarcou nessa boa onda econômica rondoniense, as exportações do produto subiram de U$ 27.284.429,00 em 2019 para U$ 207.784.702,00 em 2024.
PROMOÇÃO DE RONDÔNIA
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o segredo para esse resultado tão positivo está na combinação de alta da qualidade e sustentabilidade da produção com uma promoção intensa dos produtos de Rondônia para mercados consumidores em outros estados e países. ‘‘Rondônia tem uma produção maravilhosa, feita por gente séria, dedicada, que zela pela qualidade e sustentabilidade, e quando o governo de Rondônia, junto com os produtores, apresenta esses produtos nas grandes feiras nacionais e internacionais os resultados são bons negócios’’, ressaltou.
O titular da Sedec, Sérgio Gonçalves, destacou que o recorde de exportações que Rondônia vem alcançando, mostra a força da competitividade dos produtos rondonienses e beneficia toda a população. ”As empresas que exportam geram empregos, pagam melhores salários, aprimoram seus produtos e tem maior longevidade, contribuindo para fortalecer a qualidade de vida e desenvolvimento do estado.’’

O titular da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo, ressaltou que a alta das exportações de Rondônia reflete o sucesso da produção de alimentos do estado. ‘‘Rondônia tem alimentado o Brasil e o mundo com uma carne bovina deliciosa e saudável, com peixes saborosos como o Tambaqui; com os melhores cafés, os robustas amazônicos; amêndoas de cacau de alta qualidade, queijos premiados, com diversidade de sabores e produtos que tem conquistado o público. As cadeias produtivas estão sendo apoiadas pelo governo de Rondônia para apresentar o melhor do campo ao mercado global.’’
FORTALECIMENTO DA PRODUÇÃO
Entre as ações do governo de Rondônia para fortalecer a produção e a presença de Rondônia no mercado internacional, destacam-se:
- Apoio à produção de alimentos sustentáveis no ciclo completo, até a comercialização;
- Liberação de crédito para apoiar os pequenos negócios, inclusive com linha de crédito especial para produtores rurais;
- Reativação do Comitê de Comércio Exterior de Rondônia (Comex-RO) – governo reúne representantes de diversas instituições públicas e privadas para discutir estratégias de ampliação e fortalecimento das exportações rondonienses;
- Capacitações para fortalecer a cultura exportadora;
- Acolhimento dos investidores pela Invest Rondônia;
- Auxílio com informações precisas e eficientes pela Coordenadoria de Geointeligência de Dados Econômicos;
- Missões nacionais e internacionais de promoção do estado.
ATRAÇÃO DE COMPRADORES
Conforme levantamento realizado pela Invest Rondônia, a Coordenadoria de Atração de Investimentos da Sedec, no ano passado foram realizadas mais de 18 missões com foco na atração de investimentos e ampliação de mercado. Entre elas, a Rondônia Coffee Fest, em Londres.
Em 2025, o governo de Rondônia já participou da Seafood Expo North America, nos Estados Unidos, considerada uma das maiores feiras mundiais de pescados. E esteve presente na Anuga, em São Paulo, um dos mais importantes eventos da América Latina, do setor de alimentos e bebidas, apresentando os produtos de Rondônia para investidores de várias partes do Brasil e do mundo.
O QUE DIZEM OS PRODUTORES
O presidente da Caferon (Cafeicultores Associados da Região das Matas de Rondônia), Juan Travain, destacou que as ações do governo elevaram a produção de café de Rondônia a um patamar inédito. ‘‘Já tivemos outros períodos de investimentos, mas não como este, onde o governo apoia desde a produção até a comercialização, o ciclo completo. Isso está acontecendo pela primeira vez. Hoje temos qualidade, rastreabilidade, logística e um mapeamento que mostra que as áreas de café não estão vinculadas ao desmatamento.’’
O empresário do segmento de pescados, Adê Luiz, enfatizou o reflexo positivo do apoio do governo de Rondônia para a exportação do Tambaqui. ‘‘O governo do estado está revolucionando o mercado para os produtos, o que nos dá tranquilidade e apoio, dando oportunidade para que o mundo conheça o nosso saboroso Tambaqui, oportunidade essa que não existia anteriormente. Tenho recebido pelo menos uma ligação por semana em busca de exportação. Temos orgulho dos produtos rondonienses.’’
DESTAQUES DA PRODUÇÃO AGRO
TAMBAQUI
- Rondônia é o maior produtor de Tambaqui do Brasil
- Valor US$ FOB 2023: 160.676
- Valor US$ FOB 2024: 608.424
- Crescimento de 278% de 2023 para 2024 em receita
- Valor US$ FOB 1º trimestre 2025: 442.945
Fonte: MAPA / Valor Bruto da Produção/IBGE/ Comex Stat – MDIC
CAFÉ
- Rondônia é o maior produtor da Região Norte e 5º maior produtor do Brasil
- Valor US$ FOB 2023 -17.589.277
- Valor US$ FOB 2024 – 130.990.879
- Crescimento de 644% de 2023 para 2024 em receita
- Valor US$ FOB 1º trimestre 2025 – 21.452.011
Fonte: MAPA / Valor Bruto da Produção/IBGE/ Comex Stat – MDIC
CARNE BOVINA
- Rondônia é o 2º maior produtor da Região Norte e 10º maior produtor do Brasil
- Valor US$ FOB 2023: 900.529.115
- Valor US$ FOB 2024: 1.093.797.086
- Crescimento de 21% de 2023 para 2024 em receita
- Valor US$ FOB 1º trimestre 2025: 276.975.076
Fonte: MAPA / Valor Bruto da Produção/IBGE/ Comex Stat – MDIC
Fonte: Secom
Geral
Três casos de sarampo são confirmados na Região Norte; outros dois são investigados
Três casos de sarampo foram confirmados na cidade de Tabatinga (AM), na tríplice fronteira com a Colômbia e o Peru. Todos os infectados são procedentes da cidade peruana de Alto Monte, e não estavam vacinados contra a doença.
Trata-se de uma mulher de 24 anos e duas crianças, de 8 anos e 1 ano, que estiveram recentemente no país vizinho e chegaram a ser atendidas lá após apresentar sintomas.
A mulher relatou ter tido contato com um irmão, que também tinha sinais da doença. Os três permanecem isolados na cidade de Tabatinga.
De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, há ainda dois casos em investigação. Em Tabatinga, as autoridades avaliam o caso de um menino de dois anos, também de nacionalidade peruana, que viveu quase um ano no país, e retornou ao Brasil recentemente.
Além disso, em Caruari, uma menina de 1 ano também apresentou os sintomas típicos da doença. Ao contrário dos outros, ela não tem histórico de viagem para fora do Brasil, nem de contato com pessoas com suspeita da doença.
Além de isolar os pacientes confirmados ou suspeitos, a Fundação está monitorando o estado de saúde das pessoas que tiveram contato com eles, e realizou bloqueio vacinal, reforçando a imunização contra o sarampo na comunidade, para evitar que o vírus se espalhe.
Ações de vigilância
O Ministério da Saúde também informou que está intensificando as ações de vigilância contra o sarampo no estado e que enviará equipes aos municípios de Tabatinga e Carauari para apoiar os serviços de saúde locais.
A pasta reforçou que os casos “ocorrem em meio a surtos em outros países das Américas”, e que o Brasil continua certificado como área livre da doença.
Segundo a Organização Panamericana de Saúde, já foram confirmados mais de 47 mil casos no continente, incluindo 44 óbitos. O Peru é um dos países com a maior quantidade de registros, quase 2 mil, atrás da Guatemala, México e Estados Unidos.
O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, reforçou, no entanto, que casos importados também podem ser o início de cadeias de transmissão dentro do nosso território:
“É fundamental a vigilância, o bloqueio desses casos confirmados, a vacinação de pessoas suscetíveis que tiveram contato. Com esses estados registrando casos, sempre há um risco de retorno da doença. Geralmente a porta de entrada são os locais de imigração”.
Por enquanto, o Brasil registrou 36 casos em 2026: 32 em São Paulo, 1 no Rio de Janeiro e 3 no Amazonas.
Kfouri também ressalta que o Brasil vem implementando as medidas necessárias para manter o país livre da transmissão sustentada do sarampo, como a aplicação da chamada “dose zero” da vacina em bebês entre 6 e 11 meses que vivem em áreas com registro da doença, e de doses de reforço em toda a população nos locais de maior risco.
A vacina contra o sarampo é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Dentro do Calendário Básico, ela deve ser tomada em duas doses, aos 12 meses e aos 15 meses.
Todas as pessoas com até 59 anos que não tenham comprovante de vacinação devem atualizar sua carteirinha.
Fonte: Agência Brasil
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Rondônia terá sábado de chuva e trovoadas; veja a previsão para o estado
Rondônia deve ter um sábado (12) de céu nublado, com possibilidade de chuvas e trovoadas isoladas em diferentes regiões do estado. A previsão é do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
Os ventos devem permanecer fracos, enquanto as temperaturas podem variar entre 24°C e 32°C.
Em Porto Velho, os termômetros devem marcar mínima de 24°C e máxima de 32°C. Em Vilhena, a previsão indica temperaturas entre 21°C e 25°C. Já em Corumbiara, a mínima prevista é de 22°C, com máxima de 27°C.
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Greve do Banco do Brasil é encerrada em Rondônia após aprovação de acordo
A greve dos funcionários do Banco do Brasil foi encerrada nesta sexta-feira (11/9) em parte do país após a aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) negociada entre a instituição e os representantes sindicais.
De acordo com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), a proposta foi aprovada em mais de 100 bases sindicais, permitindo a retomada do trabalho. Entre os funcionários estão os de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Pernambuco, Porto Alegre, Mato Grosso, Florianópolis, Alagoas, ABC Paulista, Rondônia, Sergipe e Campinas.
Cerca de 18 entidades rejeitaram o acordo. Com isso, a paralisação continua nas regiões e ainda afeta o atendimento.
No entanto, as operações digitais, como transferências, pagamentos e uso de caixas eletrônicos, continuam funcionando normalmente.
A mobilização ocorre no contexto da campanha salarial dos bancários, após a rejeição inicial da proposta apresentada pelo banco. A adesão da greve foi parcial desde o início, na quinta-feira (10/9) com sindicatos divididos entre aceitar ou rejeitar os termos negociados.
Entre os pontos negociados estão o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mudanças no plano de saúde e a concessão de benefícios adicionais, como abonos e ampliação da licença paternidade, de 20 para 35 dias.
“Avançamos até o final na mesa de negociação com o Banco do Brasil e conquistamos importantes resultados. Mas a luta não acaba aqui. Precisamos preservar a unidade e manter a mobilização, porque nenhuma conquista é permanente sem organização e luta” afirmou a presidente do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro.
Caixa Econômica Federal
A greve no Banco do Brasil ocorre paralelamente à mobilização dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal, que mantêm paralisação nacional após rejeitarem proposta própria de acordo coletivo. O impasse envolve mudanças no plano de saúde, regras de custeio e reivindicações salariais.
O banco fez uma proposta que será válida até esta sexta e inclui pagamento de R$ 3 mil por funcionário elegível, pagamento de PLR no próximo dia 18 e ampliação do teto de custeio do Saúde Caixa de 6,5% para 8%.
“A Caixa alterou a proposta porque percebeu a forte insatisfação dos empregados e a força da mobilização da categoria”, avaliou Neiva.
A expectativa é que novas assembleias nos próximos dias definam a adesão das bases que ainda permanecem em greve, o que deve indicar quando o atendimento nas agências destes bancos públicos será totalmente normalizado.
Fonte: Metrópoles
