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Polícia

Ministério Público e Forças de Segurança deflagram Operação Audácia 3 contra o crime organizado na capital

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Foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (23/8) a Operação Audácia 3, fruto de mais uma ação integrada de combate ao crime organizado na cidade de Porto Velho/RO, composta pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), pela Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC), Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A ação conta com a participação das equipes da Força Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da SESDEC (FTICCO), Batalhão de Operações Especiais da PMRO (BOPE), Batalhão de Choque da PMRO (BPCHOQUE), Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação ao Crime Organizado (BPTAR), Batalhão de Policiamento de Fronteiras e Divisas (BPFRON), Batalhão de Trânsito da PMRO (BPTRAN), Forças Táticas do 1º, 5º e 9º Batalhões da PMRO, Centro de Inteligência da PMRO (CI), da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE), Núcleo de Operações e Núcleo de Patrulhamento Tático da PRF e Gerência de Aviação do Estado (GAVE), totalizando efetivo superior a 70 policiais.

O objetivo principal da operação é cumprir sete mandados de busca e apreensão deferidos pelo Poder Judiciário, para instruir Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado no MPRO com o fim de apurar a suposta prática dos crimes tráfico de drogas (art. 33, da Lei n. 11.343/2006) e de constituição ou integração de organização criminosa (art. 2º, §§2º e 4º, I, da Lei n. 12.850/2013), atuante em Porto Velho.

A ação também tem por finalidade a recaptura de foragidos da justiça, o cumprimento de mandados de prisão em aberto no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), além de eventuais flagrantes porventura constatados durante as buscas ou durante o patrulhamento que será realizado pelas forças de segurança em toda a região, como, por exemplo, posse ou porte ilegal de arma de fogo e/ou munição, receptação, tráfico de drogas etc.

O nome atribuído à operação é referência ao comportamento de alguns dos investigados, ostentando abertamente em redes sociais o porte e a posse de armas de fogo, inclusive de uso restrito, grandes quantidades de dinheiro, droga e referências expressas à facção criminosa da qual se dizem integrantes, desprezando claramente as repercussões e riscos decorrentes desse tipo de postagem, desafiando e afrontando as forças de segurança pública, demonstrando certeza da impunidade.

MP/RO

Polícia

Enteado ataca padrasto com quatro facadas durante discussão na zona rural

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Uma tentativa de homicídio foi registrada na Linha TB-10, na zona rural de Machadinho D’Oeste (RO), após uma violenta discussão entre padrasto e enteado. O caso causou comoção entre moradores da localidade e mobilizou equipes de emergência.

Conforme informações apuradas, durante o desentendimento familiar, o enteado teria se armado com uma faca e desferido quatro golpes contra o padrasto, sendo duas perfurações nas costas, uma no braço e outra no rosto. Mesmo ferida, a vítima conseguiu receber ajuda rapidamente.

Um vizinho, ao perceber a gravidade da situação, socorreu o homem e o levou até a unidade hospitalar do município, onde ele recebeu atendimento médico. O estado de saúde da vítima não foi oficialmente divulgado até o momento.

A Polícia foi comunicada da ocorrência e iniciou os procedimentos legais. As motivações da discussão e as circunstâncias do ataque serão apuradas no decorrer das investigações.

Fonte: Machadinho online

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Polícia

Advogado envolvido em ritual satânico dopou e violentou casal

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Foram necessários mais de cinco anos para que um casal tivesse a coragem de vir a público falar sobre os momentos de angústia que viveram nas mãos do advogado João Paulo Leandro Mendes Mendonça Carrera, 34 anos. O defensor foi preso no fim de 2025, suspeito de matar um homem em um suposto ritual satânico.

Ana Soares*, 49 anos, e César Augusto*, 43, dizem que foram dopados e abusados por João Paulo, em 2020, época em que eram vizinhos, no Areal.

Ana contou que conheceu o advogado quando ele e o ex-marido se mudaram para a região. “Eles vieram em nossa casa, perguntando como que era a vizinhança, porque eles tinham comprado um lote do lado”, lembrou.

“A gente nunca imaginou que ele era capaz de fazer uma coisa dessas. No começo, ele era uma pessoa super amigável, amável e alegre. Até então, o João não tinha demonstrado ser o monstro que ele é”, ressaltou.

Apagão

Emocionada, a vítima detalhou os poucos momentos que se lembra daquele fatídico dia. “Na noite anterior, ele tinha acabado de romper com o ex-marido e me mandou mensagem dizendo que não estava bem, porque tinha brigado com o companheiro”, comentou.

Segundo ela, João Paulo pediu para mexer em seu cabelo, algo que, de acordo com Ana, ele costumava fazer, quando estava triste. “O que me causou estranheza foi que, nesse dia, ele estava mais apressado para que eu fosse até a casa dele. Tanto que comentei que meu marido estava fazendo almoço e que, quando ele terminasse, iríamos. Só que ele insistiu tanto, que acabamos indo logo”, disse.

Chegando na casa do advogado, o casal disse que tinha uma garrafa de vodca e outra de energético em cima da mesa. “A de vodca já estava aberta. O João mostrou para a gente, disse que era bom e perguntou se a gente já tinha tomado”, disse Ana.

Segundo ela, o advogado ofereceu uma pequena dose ao casal. “A última coisa que me lembro é de estar sentada na ponta da mesa. Depois disso, acordei espantada, de madrugada, na cama da minha casa, sentindo muita dor”, recordou.

“Tenho certeza que ele colocou algo na bebida porque, como o meu marido é bartender, a gente tem o costume de fazer e experimentar drinks aqui em casa. Então, já estávamos acostumados a beber”, comentou.

Após muito tempo com César e Ana apagados, João chamou a sogra da mulher, que encontrou os familiares jogados no sofá, totalmente desacordados. Assustada, ela chamou o Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF), que fez o socorro.

Medo

Ana só ficou sabendo de tudo o que viveu por meio de relatos de outras pessoas, pois não se lembrava de nada. “Eu tive que ser carregada pelo pessoal do resgate. Quando acordei, tentei ir ao banheiro, mas estava com muita dor na perna e ainda me sentia bastante tonta”, afirmou.

Ela só conseguiu usar o banheiro com a ajuda da sogra. Foi nesse momento, que ela se tocou do que tinha ocorrido. “Assim consegui ir ao banheiro, percebi que estava com muita dor anal. Foi quando liguei os pontos e vi que tinha sido abusada”, contou, com lágrimas nos olhos e a voz embargada.

“Só que eu não contei para ninguém. Fiquei com muito medo da reação do meu marido, principalmente. Guardei isso durante anos”, afirmou Ana.

Ao questionar João Paulo, ele disse que as dores eram porque ela tinha caído. “Comentei a minha situação, que estava muito machucada, a ponto de não conseguir ir trabalhar e que teria que ir a um hospital. Estranhei a preocupação excessiva por parte dele, perguntando se já tinha retornado do hospital, se tinha feito exames e o que o médico tinha dito”, relatou.

Vídeos

Somente algum tempo depois, uma amiga de Ana, que tinha indicado para fazer faxina na casa do João, a procurou, perguntando como a gente estava e dizendo que tinha algo bastante sério para contar.

“Ela mostrou vídeos que o João tinha gravado daquele dia. Segundo ela, ele confessou tudo o que fez, contando, inclusive, que tinha feito sexo oral no meu marido”, disse Ana.

Com a descoberta, César disse que se sentiu envergonhado e revoltado.

“Descobri um bom tempo depois e, mesmo assim, senti uma raiva como se tivesse acabado de acontecer. Minha esposa teve que me segurar para eu não fazer algo que acabasse me tirando a razão”, afirmou.

Metrópoles teve acesso aos vídeos gravados pelo advogado, mas, por se tratarem de imagens bastante sensíveis e, em respeito à vítima, não serão divulgados.

As imagens mostram o estado da vítima após tomar o drink. Ela aparece totalmente apagada. Em um dos vídeos, Ana aparece deitada no chão, com o vestido levantado acima do quadril e sem calcinha.

Foi a partir da descoberta dos vídeos que o casal decidiu procurar a polícia. Isso fez com que o comportamento do advogado mudasse.

“Ele passou a ficar esperando a gente chegar todos os dias. Em uma das vezes, ele viu que estávamos voltando da feira e falou: ‘Hoje eu vou almoçar na sua casa’. Respondi que ele jamais colocaria o pé na minha casa e ele comentou que ele iria terminar o que tentou e não conseguiu”, relatou.

Traumas

Segundo Ana, a sua vida mudou somente depois que soube que o advogado tinha sido preso. “Quando vi a notícia, passei mal. Chorei muito, uma mistura de alívio e alegria”, avaliou.

“Confesso que reviver tudo ainda me dói. Sei que eu vou carregar isso pelo resto da minha vida, porque a pessoa estava dentro da minha casa e se fez de amigo. Acho que é pior ainda, porque é uma dor que não sei, exatamente, o motivo. Eu não vi. Só senti depois”, desabafou.

Hoje, segundo ela, apesar de estar mais aliviada, ainda carrega traumas. “Não confio mais em ninguém, fora quem já conheço. Não consigo confiar mais em ninguém. Não bebo nada na casa de ninguém. Aliás, nem vou mais na casa de ninguém”, observou.

Ritual satânico

João Paulo Leandro Mendes Mendonça Carrera está preso após ser apontado pela PCDF como suspeito no caso do corpo carbonizado encontrado na manhã de 28 de dezembro de 2025 em uma área rural da região do Sol Nascente (DF).

O suspeito, que foi detido e conduzido à delegacia, tem cerca de 30 passagens policiais, segundo registros consultados pelos investigadores.

A motivação do crime ainda está sendo apurada, mas uma das linhas iniciais de investigação aponta para a possibilidade de envolvimento em um suposto “ritual satânico”.

* Nomes fictícios para resguardar a integridades das vítimas.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Homem morre em grave acidente na BR-429, em RO, ao ir visitar esposa internada

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Um grave acidente de trânsito registrado na manhã deste domingo (18/01), resultou na morte de um idoso na BR-429, a poucos quilômetros do município de Alvorada do Oeste (RO), nas proximidades da entrada da linha 44.

A vítima foi identificada como Antônio Félix Sobrinho, de aproximadamente 70 anos. Ele conduzia uma motocicleta Honda Titan e seguia em direção à cidade de Alvorada do Oeste quando, ao sair de uma estrada vicinal e acessar a rodovia federal, não teria percebido a aproximação de um veículo que trafegava no sentido Presidente Médici–Alvorada do Oeste.

Com o impacto da colisão, o idoso sofreu ferimentos gravíssimos e morreu ainda no local. A Polícia Militar foi acionada e realizou o controle do tráfego até a chegada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que assumiu a ocorrência. A Perícia Técnica também esteve no local para os procedimentos de praxe.

Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo de Antônio Félix Sobrinho foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde deverá ser liberado à família.

O condutor do automóvel, um médico residente em Cacoal que atua em plantões em Alvorada do Oeste, permaneceu no local e prestou esclarecimentos à Polícia. Segundo ele, a vítima entrou repentinamente na rodovia, não havendo tempo suficiente para evitar a colisão.

Ainda conforme o relato, o médico tentou reanimar o idoso logo após o acidente, porém sem êxito. De forma comovente, ele informou que seguia para iniciar um plantão justamente no hospital onde a esposa da vítima encontra-se internada.

Fonte: Correio do Vale

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