Polícia
Operação na BR-364 apreende quase 192 kg de drogas em Porto Velho
Durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, voltada ao combate aos crimes transfronteiriços, as forças de segurança pública compostas pela Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), em ação integrada com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreenderam aproximadamente 191,8 quilos de substâncias entorpecentes na BR-364, em Porto Velho.
A ocorrência foi registrada na noite do último domingo (10), durante patrulhamento ostensivo e repressivo realizado pelas equipes policiais em apoio operacional na rodovia federal. Conforme informações repassadas às equipes, um veículo suspeito estaria se deslocando da região de Nova Mamoré com destino à capital transportando drogas.
Diante da denúncia, os policiais montaram um bloqueio tático na altura do quilômetro 880 da BR-364. Durante a tentativa de abordagem, o condutor da caminhonete Ford Ranger branca tentou romper a barreira policial, demonstrando intenção de fuga. A ação foi rapidamente contida pelas equipes da PRF e do BPFRON, que realizaram o cerco tático ao veículo.
Segundo a ocorrência policial, alguns ocupantes ainda tentaram fugir ao desembarcar do automóvel, porém foram imediatamente alcançados e contidos pelas forças de segurança. Durante as buscas no veículo, os policiais localizaram diversos tabletes de drogas escondidos tanto no interior da caminhonete quanto na carroceria, inclusive com pessoas ocultadas sob a capota do veículo na tentativa de dificultar a fiscalização.
Após a pesagem oficial do material apreendido, foram contabilizados cerca de 50,450 kg de cloridrato de cocaína, 34,950 kg de pasta base de cocaína, 99,200 kg de maconha e ainda 7,200 kg de uma substância esbranquiçada não identificada, que será submetida à perícia técnica.
Ao todo, sete pessoas foram conduzidas à delegacia pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. O veículo utilizado para o transporte da carga ilícita também foi apreendido.

Fonte: Polícia Militar
Polícia
Jovem de 16 anos morre após acidente ao dar “grau” de moto
Um jovem de 16 anos morreu ao cair da motocicleta na tentativa de dar um “grau” de motocicleta. A tragédia ocorreu em Itaitinga, região metropolitana de Fortaleza (CE), e o rapaz foi e foi enterrado nesse domingo (10/5).
De acordo com uma moradora da região, o incidente com o rapaz ocorreu na última quarta (6/5), no loteamento Mãe Rainha, enquanto estava com um amigo. Segundo a testemunha, este terreno era um local mais isolado, onde o jovem e seu amigo costumavam ir frequentemente.
Em determinado momento, o jovem decidiu fazer o “grau” com o veículo. A manobra consiste em empinar a moto, levantar a roda dianteira e se equilibrar na traseira.
Enquanto um amigo filmava, o rapaz veio em alta velocidade com a motocicleta e sem capacete, quando caiu.
Após o acidente, a ambulância foi acionada e socorreu o garoto ao Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), onde ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O jovem teve morte cerebral e foi constatado o falecimento dias apoós o acidente.
Embora o “grau” seja muito popular como lazer, é considerado uma manobra perigosa e registrado como “infração de trânsito gravíssima em vias públicas” no Código de Trânsito Brasileiro (art. 244).
Fazer “grau” pode ocasionar em multas, suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além da apreensão do veículo.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Governador demite 5 policiais condenados por tráfico e ligação com PCC
O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) assinou, nesta segunda-feira (11/5), a demissão de cinco policiais civis condenados por tráfico de drogas e ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), em São José dos Campos, no interior paulista. Além das demissões, um policial também teve a aposentadoria cassada.
O ato assinado pelo governador foi publicado no Diário Oficial do Estado. Nele, Tarcísio declara a perda do cargo de Arnaldo Celio de Paiva, Luis Eduardo de Oliveira, Eleazar Simões Ladislau, Oswaldo Pinho Guimarães Correa Junior e Luiz Fernando Vinhas Junior. A aposentadoria cassada foi de Marcelo Luis Silva.
Em fevereiro deste ano, o governador já tinha demitido os investigadores Alexandre Tadeu Tome da Silva e Francisco Antônio Castilho Junior, e os agentes André Luiz da Silva e Nestor Batista Telmo Junior, condenados pelos mesmos crimes a seis anos e sete meses de prisão, em 2019.
Ao todo, 30 policiais foram denunciados pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) pelos crimes.
Policiais condenados por elo com o PCC
- Segundo denúncia apresentada pelo MPSP em 2017, os policiais estavam envolvidos com tráfico de drogas no bairro Campo dos Alemães, em São José dos Campos. Os agentes teriam se aproveitado de investigações sobre a contabilidade do tráfico para cobrar propina dos traficantes. Em troca, eles teriam deixado de combater o tráfico de drogas na região e omitido detalhes sobre os criminosos nas ocorrências.
- O elo dos policiais civis com o PCC foi descoberto após operação que tinha como foco a cúpula da facção em São José dos Campos. Durante as investigações, autoridades apreenderam R$ 2 milhões e anotações que sugeriam o pagamento de propina aos policiais.
- Posteriormente, a interceptação de conversas telefônicas revelou que policiais estiveram presencialmente em pontos de venda de drogas. Com os traficantes, também foram apreendidas munições desviadas da Polícia Civil.
- Conforme o decreto no Diário Oficial, a perda do cargo acontece após o trânsito em julgado da decisão.
Fonte: Metrópoles
Polícia
MPRO deflagra Operação Audácia IX contra crime organizado em RO
Nesta segunda-feira (11/5), o MPRO, em conjunto com as forças de segurança pública, deflagrou a Operação “Audácia IX”, fruto de mais uma ação integrada de combate ao crime organizado no Estado de Rondônia, composta pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRO (Gaeco), Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Polícia Militar (PMRO), Polícia Civil (PCRO), Polícia Técnico-Científica (Politec), Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senapen) e Exército Brasileiro.
A ação contou com a participação das equipes do Gaeco do MPRO, dos Gaecos do MP do Acre e do MP do Ceará, da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da Sesdec (Fticco), do Batalhão de Operações Especiais da PMRO (Bope), do Batalhão de Choque da PMRO (BPChoque), do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação da PMRO (BPTAR), do Batalhão de Policiamento de Trânsito da PMRO (BPTRAN), do 1º, 5º, 6º, 9º e 11º Batalhões da PMRO, do Centro de Inteligência da PMRO (CI), da Coordenadoria Regional de Policiamento I da PMRO (CRP-I), da Corregedoria-Geral da PMRO, da Gerência Especializada em Operações Penais da Polícia Penal (GEOP), do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais da Sejus (Gape), da Polícia Técnico-Científica (Politec), do Presídio Federal de Catanduvas/PR e do Comando de Fronteira Rondônia / 6º Batalhão de Infantaria de Selva do Exército, totalizando um efetivo superior a 300 (trezentos) agentes.
O objetivo principal da operação é cumprir 45 (quarenta e cinco) mandados de busca e apreensão e 34 (trinta e quatro) mandados de prisão, nas cidades de Porto Velho/RO (com ênfase para os Distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã), Candeias do Jamari/RO, São Miguel do Guaporé/RO, Rio Branco/AC, Plácido de Castro/AC, Pacatuba/CE e Catanduvas/PR.
Os mandados foram deferidos pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho/RO, visando instruir Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado no MPRO com o fim de apurar a suposta prática do crime de constituição ou integração de organização criminosa (art. 2º, §§2º e 4º, I, da Lei nº 12.850/2013) atuante em Rondônia, bem como outros delitos detectados no curso da operação.
A ação também tem por finalidade a recaptura de foragidos da justiça, o cumprimento de mandados de prisão em aberto no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), além de eventuais flagrantes constatados durante as buscas ou durante o patrulhamento que será realizado pelas forças de segurança em toda a região, como, por exemplo, posse ou porte ilegal de arma de fogo e/ou munição, receptação, tráfico de drogas, dentre outros.
O nome atribuído à operação é uma referência ao comportamento de alguns dos investigados, que ostentam abertamente em redes sociais o porte e a posse de armas de fogo, inclusive de uso restrito, grandes quantidades de dinheiro, droga e referências expressas à facção criminosa da qual se dizem integrantes, desprezando claramente as repercussões e riscos decorrentes desse tipo de postagem, desafiando e afrontando as forças de segurança pública, demonstrando certeza da impunidade e manifestando claramente a intenção de dominar as regiões nas quais se instalam.
Fonte: MPRO
