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Polícia

MPRO deflagra Operação Audácia IX contra crime organizado em RO

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Nesta segunda-feira (11/5), o MPRO, em conjunto com as forças de segurança pública, deflagrou a Operação “Audácia IX”, fruto de mais uma ação integrada de combate ao crime organizado no Estado de Rondônia, composta pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRO (Gaeco), Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Polícia Militar (PMRO), Polícia Civil (PCRO), Polícia Técnico-Científica (Politec), Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senapen) e Exército Brasileiro.

A ação contou com a participação das equipes do Gaeco do MPRO, dos Gaecos do MP do Acre e do MP do Ceará, da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da Sesdec (Fticco), do Batalhão de Operações Especiais da PMRO (Bope), do Batalhão de Choque da PMRO (BPChoque), do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação da PMRO (BPTAR), do Batalhão de Policiamento de Trânsito da PMRO (BPTRAN), do 1º, 5º, 6º, 9º e 11º Batalhões da PMRO, do Centro de Inteligência da PMRO (CI), da Coordenadoria Regional de Policiamento I da PMRO (CRP-I), da Corregedoria-Geral da PMRO, da Gerência Especializada em Operações Penais da Polícia Penal (GEOP), do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais da Sejus (Gape), da Polícia Técnico-Científica (Politec), do Presídio Federal de Catanduvas/PR e do Comando de Fronteira Rondônia / 6º Batalhão de Infantaria de Selva do Exército, totalizando um efetivo superior a 300 (trezentos) agentes.

O objetivo principal da operação é cumprir 45 (quarenta e cinco) mandados de busca e apreensão e 34 (trinta e quatro) mandados de prisão, nas cidades de Porto Velho/RO (com ênfase para os Distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã), Candeias do Jamari/RO, São Miguel do Guaporé/RO, Rio Branco/AC, Plácido de Castro/AC, Pacatuba/CE e Catanduvas/PR.

Os mandados foram deferidos pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho/RO, visando instruir Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado no MPRO com o fim de apurar a suposta prática do crime de constituição ou integração de organização criminosa (art. 2º, §§2º e 4º, I, da Lei nº 12.850/2013) atuante em Rondônia, bem como outros delitos detectados no curso da operação.

A ação também tem por finalidade a recaptura de foragidos da justiça, o cumprimento de mandados de prisão em aberto no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), além de eventuais flagrantes constatados durante as buscas ou durante o patrulhamento que será realizado pelas forças de segurança em toda a região, como, por exemplo, posse ou porte ilegal de arma de fogo e/ou munição, receptação, tráfico de drogas, dentre outros.

O nome atribuído à operação é uma referência ao comportamento de alguns dos investigados, que ostentam abertamente em redes sociais o porte e a posse de armas de fogo, inclusive de uso restrito, grandes quantidades de dinheiro, droga e referências expressas à facção criminosa da qual se dizem integrantes, desprezando claramente as repercussões e riscos decorrentes desse tipo de postagem, desafiando e afrontando as forças de segurança pública, demonstrando certeza da impunidade e manifestando claramente a intenção de dominar as regiões nas quais se instalam.

Fonte: MPRO

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Polícia

Pastor e psicólogo é denunciado por crimes sexuais contra 8 mulheres

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou, nessa segunda-feira (28/9), o psicólogo e líder religioso Aluizio Vidal, de 58 anos, investigado por crimes sexuais contra mulheres que frequentavam o espaço religioso onde ele atuava e também eram atendidas por ele em consultas profissionais.

Segundo o órgão, pelo menos oito mulheres procuraram o Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit) para denunciar o investigado. Aluizio está preso preventivamente desde 15 de setembro.

De acordo com o MP, as vítimas que procuraram as autoridades frequentavam a Igreja Presbiteriana Gileade, onde Aluizio era pastor. Outras também eram atendidas por ele em consultas como psicólogo.

Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para praticar os crimes.

Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o MPRO para relatar situações de abuso. As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.

As mulheres foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MP-RO. Segundo o órgão, elas receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.

Quem é Aluízio

O pastor também já disputou eleições. Ele foi candidato à Prefeitura de Porto Velho (RO) em 2012, pelo Psol.

Já em 2018, concorreu ao Senado pelo Rede. Antes disso, havia disputado o mesmo cargo nas eleições de 2010 e 2014.

No entanto, ele não foi eleito para nenhum cargo público.

Fonte: Metrópoles

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Menina de 2 anos é morta a golpes de martelo pelo irmão enquanto brincava

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Uma menina de 2 anos foi morta a marteladas pelo próprio irmão, na manhã dessa segunda-feira (28/9), na Praia Grande, litoral sul de São Paulo. A Polícia Civil está à procura do autor. O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

O crime aconteceu em um pequeno barraco de madeira, em área de invasão, na Vila São Jorge. A garota estava brincando com uma mangueira quando foi golpeada na cabeça pelo irmão.

A vítima chegou a ser encaminhada ao hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O irmão e principal suspeito, identificado como Richard Reine Nogueira Santos Passos, de 21 anos, fugiu e está sendo procurado.

No local do crime, peritos da Polícia Científica localizaram o martelo usado para atacar a criança, além de um par de chinelos que pode ter sido deixado pelo principal suspeito na fuga.

As investigações buscam compreender a dinâmica do assassinato. A polícia quer entender se os irmãos estavam sozinhos e quem estava responsável por cuidar de ambos. Apesar de maior de idade, o autor é considerado incapaz por problemas de saúde mental.

O caso segue sob investigação.

Fonte: Metrópoles

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Professor é denunciado por estuprar alunas que tinham entre 7 e 8 anos

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) ofereceu denúncia contra um professor da rede estadual de ensino do município de Cachoeirinha (RS) pela prática de estupro de vulnerável contra ao menos sete alunas. As vítimas tinham entre sete e oito anos na época dos fatos, ocorridos entre 2025 e 2026. O investigado encontra-se preso preventivamente.

Segundo o MP, o docente aproveitava-se de sua posição de autoridade em sala de aula e da confiança depositada pelas crianças para praticar os atos libidinosos durante as atividades de rotina escolar, especialmente nos momentos de atendimento individualizado.

A acusação aponta que o professor exigia que as alunas mantivessem segredo sobre os abusos, utilizando promessas de presentes para silenciá-las. Diante da repetição dos atos e das circunstâncias em que foram praticados, o MPRS denunciou o investigado por estupro de vulnerável agravado e majorado, em continuidade delitiva e em concurso material — modalidade aplicada quando o acusado pratica mais de um crime na mesma época.

Perda de cargo

A denúncia foi assinada e apresentada pela promotora de Justiça Bárbara Bisogno Paz, da Promotoria Criminal de Cachoeirinha. Além da responsabilização criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça:

A fixação de valor mínimo para indenização por danos morais a cada uma das sete vítimas identificadas;

A perda do cargo público na rede estadual, em caso de condenação definitiva;

A inclusão do nome do acusado no Cadastro Estadual de Pedófilos;

A coleta de material biológico para inserção do perfil genético no banco de dados oficial.

Investigações seguem

A peça acusatória fundamenta-se nos inquéritos conduzidos pela 1ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha e em provas colhidas em procedimento cautelar de produção antecipada de depoimentos. Embora o processo contabilize até o momento sete vítimas confirmadas, o Ministério Público ressalta que as apurações continuam e novas denúncias podem surgir no decorrer das investigações.

Fonte: Metrópoles

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