Polícia
Jovem de 16 anos morre após acidente ao dar “grau” de moto
Um jovem de 16 anos morreu ao cair da motocicleta na tentativa de dar um “grau” de motocicleta. A tragédia ocorreu em Itaitinga, região metropolitana de Fortaleza (CE), e o rapaz foi e foi enterrado nesse domingo (10/5).
De acordo com uma moradora da região, o incidente com o rapaz ocorreu na última quarta (6/5), no loteamento Mãe Rainha, enquanto estava com um amigo. Segundo a testemunha, este terreno era um local mais isolado, onde o jovem e seu amigo costumavam ir frequentemente.
Em determinado momento, o jovem decidiu fazer o “grau” com o veículo. A manobra consiste em empinar a moto, levantar a roda dianteira e se equilibrar na traseira.
Enquanto um amigo filmava, o rapaz veio em alta velocidade com a motocicleta e sem capacete, quando caiu.
Após o acidente, a ambulância foi acionada e socorreu o garoto ao Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), onde ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O jovem teve morte cerebral e foi constatado o falecimento dias apoós o acidente.
Embora o “grau” seja muito popular como lazer, é considerado uma manobra perigosa e registrado como “infração de trânsito gravíssima em vias públicas” no Código de Trânsito Brasileiro (art. 244).
Fazer “grau” pode ocasionar em multas, suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além da apreensão do veículo.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Jovem morre em grave colisão registrada na zona leste da capital
Um grave acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado na tarde desta segunda-feira (11), na rua Lumiere, bairro Marcos Freire, na zona leste de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a colisão envolveu veículos e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Polícia Militar e perícia técnica.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local antes de receber atendimento médico. A área foi isolada pelas autoridades para os trabalhos periciais e controle do trânsito.
As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades competentes. A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização desta matéria.
Mais informações a qualquer momento.
Polícia
Líder de facção condenado por tortura tem pena mantida pelo TJRO
Um réu condenado pelos crimes de tortura e organização criminosa não conseguiu a absolvição solicitada em recurso de apelação criminal no Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO). O réu havia sido condenado pelo juízo de 1º grau sob a acusação de pertencer a um grupo criminoso, no qual atuava como líder e “disciplinador”, chegando a retirar pessoas de dentro de suas casas para submetê-las a julgamentos com tortura. Ele agia causando pânico aos moradores dos bairros da zona leste de Porto Velho, capital do estado.
Durante o julgamento do recurso de apelação, este foi parcialmente concedido apenas para aplicar a atenuante da confissão quanto ao crime de organização criminosa. Devido a essa revisão, a pena foi reduzida em cerca de 2 anos, sendo fixada em 10 anos e 10 meses, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado.
A decisão colegiada sobre a apelação foi proferida pelos desembargadores da 1ª Câmara Criminal do TJRO, tendo como relator do caso o desembargador Francisco Borges.
Papel do réu
O papel do réu era estratégico e de liderança local, atuando como uma espécie de julgador e executor. De acordo com os autos, ele coordenava sessões de espancamento e utilizava meios cruéis para manter o domínio territorial. No dia 26 de agosto de 2023, por exemplo, o réu teria sido o responsável por conduzir uma vítima de sua residência e realizar um espancamento público sob sua liderança.
Constam também, na decisão da 1ª Câmara Criminal, outros episódios registrados em vídeo no mesmo ano. O condenado foi filmado desferindo golpes com um instrumento de madeira contra vítimas, agindo com tamanha violência que o objeto chegou a quebrar no corpo dos agredidos. Além disso, ele gravava as torturas e realizava patrulhamentos ostensivos nas ruas para prestar contas a uma espécie de “conselho superior” do grupo criminoso.
Para o relator, desembargador Francisco Borges, “a robustez do conjunto de provas (registros audiovisuais, identificação das vítimas, testemunhos e até mesmo pela confissão do próprio acusado) não deixa qualquer dúvida quanto à autoria das condutas de tortura praticadas, impondo-se a confirmação de sua condenação”. Em relação ao crime de organização criminosa, o magistrado reiterou que as provas também são contundentes
O julgamento do caso ocorreu durante a sessão eletrônica, realizada entre os dias 27 de abril e 4 de maio de 2026, com a participação dos desembargadores Osny Claro (Presidente da Câmara), Francisco Borges, relator da apelação, e Aldemir de Oliveira.
Apelação Criminal n. 7012761-15.2024.8.22.0001
Fonte: TJRO
Polícia
Governador demite 5 policiais condenados por tráfico e ligação com PCC
O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) assinou, nesta segunda-feira (11/5), a demissão de cinco policiais civis condenados por tráfico de drogas e ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), em São José dos Campos, no interior paulista. Além das demissões, um policial também teve a aposentadoria cassada.
O ato assinado pelo governador foi publicado no Diário Oficial do Estado. Nele, Tarcísio declara a perda do cargo de Arnaldo Celio de Paiva, Luis Eduardo de Oliveira, Eleazar Simões Ladislau, Oswaldo Pinho Guimarães Correa Junior e Luiz Fernando Vinhas Junior. A aposentadoria cassada foi de Marcelo Luis Silva.
Em fevereiro deste ano, o governador já tinha demitido os investigadores Alexandre Tadeu Tome da Silva e Francisco Antônio Castilho Junior, e os agentes André Luiz da Silva e Nestor Batista Telmo Junior, condenados pelos mesmos crimes a seis anos e sete meses de prisão, em 2019.
Ao todo, 30 policiais foram denunciados pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) pelos crimes.
Policiais condenados por elo com o PCC
- Segundo denúncia apresentada pelo MPSP em 2017, os policiais estavam envolvidos com tráfico de drogas no bairro Campo dos Alemães, em São José dos Campos. Os agentes teriam se aproveitado de investigações sobre a contabilidade do tráfico para cobrar propina dos traficantes. Em troca, eles teriam deixado de combater o tráfico de drogas na região e omitido detalhes sobre os criminosos nas ocorrências.
- O elo dos policiais civis com o PCC foi descoberto após operação que tinha como foco a cúpula da facção em São José dos Campos. Durante as investigações, autoridades apreenderam R$ 2 milhões e anotações que sugeriam o pagamento de propina aos policiais.
- Posteriormente, a interceptação de conversas telefônicas revelou que policiais estiveram presencialmente em pontos de venda de drogas. Com os traficantes, também foram apreendidas munições desviadas da Polícia Civil.
- Conforme o decreto no Diário Oficial, a perda do cargo acontece após o trânsito em julgado da decisão.
Fonte: Metrópoles
