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Prefeitura de Porto Velho convoca estudantes da lista de espera que ainda não efetivaram a matrícula on-line

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Através do ‘Programa Mais Educação’, a Prefeitura de Porto Velho, convoca pais ou responsáveis dos alunos da lista de espera da Chamada Escolar, que ainda não estão matriculados na educação infantil, a efetivarem sua matrícula até a próxima segunda-feira (27), na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

O período de inscrições da Chamada Escolar foi de 22 de novembro a 4 de dezembro de 2023, no entanto, cerca de 195 estudantes ainda não realizaram matrícula. Quem não efetivar a matrícula, perderá a vaga para o próximo estudante da lista de espera.

O objetivo da gestão municipal é que os alunos não fiquem fora da sala de aula e para isso, a Prefeitura, através da Semed, contratou o quantitativo de vagas suficiente para suprir a demanda.

A secretária da pasta, Gláucia Negreiros, vem destacando a importância dos pais atenderem à convocação para que o aluno não perca sua vaga. “Estamos reforçando, como muita preocupação, o pedido para que os pais ou responsáveis pela inscrição dos alunos procurem a Semed para efetivar a matrícula, pois muitos pais não estão atendendo a convocação”, enfatizou.

VALORES

O valor pago por estudante, será realizado diretamente à escola contratada, no total de R$ 700 ao mês, que corresponde à mensalidade, uniforme, alimentação e material didático. Caso o responsável não compareça à Semed, o estudante inscrito na chamada escolar 2023, automaticamente irá para o final da fila de espera.

Clique aqui e confira a lista completa dos que estão sendo convocados.

Para realizar a matrícula, os responsáveis dos estudantes que ficaram na lista de espera devem comparecer à sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed), que fica na rua Elias Gorayeb, nº 1514, bairro Nossa Senhora das Graças. O horário de funcionamento é das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados e pontos facultativos).

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Pintura temática da Copa entra em fase final no Centro de PVH

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Quem viveu os anos 90 lembra bem: em época de Copa do Mundo, as ruas ganhavam cor, os moradores se reuniam, as calçadas viravam ponto de encontro e a torcida começava antes mesmo da bola rolar. Depois de alguns anos, esse clima de esperança e animação volta a tomar conta das ruas de Porto Velho.

No Centro da capital, trechos das avenidas Sete de Setembro e Farquar, em frente a pontos históricos, estão recebendo pintura temática da Copa. A intervenção entrou na reta final e deve ser concluída até o dia 10 de junho.

Valorização do Centro

A iniciativa foi idealizada pela Prefeitura de Porto Velho e conta com apoio financeiro de entidades representativas, como a Fecomércio e a CDL, além de parceiros da iniciativa privada. A proposta é valorizar uma das regiões mais tradicionais da cidade, criar um novo atrativo visual para a população e fomentar ainda mais o comércio local.

Para o prefeito Léo Moraes, a ação resgata uma tradição que marcou gerações e fortalece a ocupação dos espaços públicos pela população.

“A Copa tem esse poder de reunir as pessoas e trazer boas lembranças. A nossa ideia é deixar Porto Velho mais bonita, valorizar o Centro e criar um ambiente que também ajude a movimentar o comércio local. E isso é só o começo. Vem mais novidade por aí”, destacou o prefeito.

O presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), Bruno Holanda, ressaltou que a iniciativa integra o trabalho de revitalização e valorização dos espaços públicos da capital.

“Estamos transformando um dos pontos mais simbólicos da cidade em um espaço de convivência, lazer e celebração. A pintura traz identidade visual, fortalece o sentimento de pertencimento e contribui para tornar o Centro mais atrativo para moradores e visitantes”.

Parceria com o comércio

A presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Joana Joanora, destacou que a parceria contribui para tornar o Centro mais atrativo durante o período da Copa, beneficiando tanto os consumidores quanto os empreendedores da região.

“Quando a cidade fica mais atrativa, as pessoas circulam mais, consomem mais e o comércio sente esse movimento. A Copa é uma oportunidade de aquecer a economia e valorizar nossos lojistas e o Centro de Porto Velho.”

Expectativa dos comerciantes

Na Avenida Sete de Setembro, comerciantes como Alan Gato e Eduarda Hungria acompanham a reta final da pintura com expectativa positiva. Para eles, a ornamentação deve chamar a atenção de quem passa pela região e atrair mais consumidores para o comércio local.

“Excelente iniciativa, uma das melhores, na realidade. Faz a gente lembrar de quando éramos crianças e, hoje, vendo isso, tenho certeza de que vai atrair mais consumidores para o nosso Centro. Que isso aconteça sempre.”

“Eu amei. Nunca vi a Prefeitura se envolver com pintura de Copa e estou achando muito bom. Além de deixar tudo lindo, com certeza vai trazer mais gente para cá e movimentar as nossas lojas.”

Novidades a caminho

Mais do que deixar a cidade no clima da Copa, a ação resgata uma tradição popular, fortalece o sentimento de pertencimento e ajuda a movimentar a economia em uma das áreas mais importantes de Porto Velho.

Segundo o prefeito Léo Moraes, novas ações serão anunciadas nos próximos dias para aquecer ainda mais o clima de Copa na capital e transformar a região em um grande ponto de encontro para famílias, torcedores, comerciantes e visitantes.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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MPRO investiga possíveis falhas na organização dos Jogos Escolares de Rondônia 2026

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) instaurou procedimento preparatório para apurar possíveis falhas administrativas na organização dos Jogos Escolares de Rondônia (JOER) 2026. A medida foi adotada pela 18ª Promotoria de Justiça de Porto Velho após denúncias sobre atrasos na condução de processos necessários para a realização da competição, o que pode comprometer a participação de estudantes rondonienses nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), previstos para setembro deste ano, em Brasília.

O procedimento foi instaurado nesta segunda-feira (8/6) pela Promotora de Justiça Joice Gushy Mota Azevedo. A investigação tem como objetivo apurar possíveis danos aos estudantes atletas e verificar a existência de ineficiência administrativa na condução dos processos relacionados à realização do JOER 2026.

Entre os investigados estão gestores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) ligados à área de esporte escolar e educação. O MPRO busca identificar as circunstâncias que levaram à readequação do calendário oficial da competição.

Segundo os documentos analisados pelo Ministério Público, houve alteração no calendário do JOER em razão da necessidade de adequações administrativas e procedimentais relacionadas à execução do evento. O MPRO destaca que a demora na adoção das medidas necessárias pode impedir a realização dos jogos em prazo compatível com a classificação dos atletas para os Jogos Escolares Brasileiros.

A apuração também considera informações de que processos relacionados à contratação de arbitragem e alojamento estariam em tramitação há mais de um ano, com períodos de paralisação, mesmo diante dos riscos para os estudantes participantes.

Histórico de problemas

O Ministério Público registrou que situação semelhante ocorreu em 2025, quando houve denúncia sobre o adiamento da fase estadual dos Jogos Escolares de Rondônia. Na ocasião, a indefinição do calendário também poderia afetar a participação da delegação estadual na competição nacional.

De acordo com a portaria, o atraso recorrente exige aprofundamento das investigações para evitar novas falhas administrativas que possam prejudicar estudantes e escolas envolvidas na competição.

Medidas determinadas

Entre as providências adotadas, o MPRO requisitou à Seduc informações sobre os motivos da alteração do calendário e sobre as ações tomadas para garantir a realização do JOER em tempo adequado. Também foi determinada a análise dos processos administrativos e licitatórios relacionados ao evento.

A investigação busca esclarecer se houve erros na gestão dos procedimentos e verificar eventual responsabilidade dos agentes públicos envolvidos.

Fonte: MPRO

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STJ julga novo pedido de liberdade de Deolane

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A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar nesta terça-feira (9/6) um novo pedido de liberdade apresentado pela advogada e influenciadora Deolane Bezerra, presa por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).

O julgamento acontece após a presidência da Corte negar um habeas corpus impetrado pela defesa, alegando que um pedido semelhante apresentado no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) ainda não havia sido apreciado. O novo recurso é para que o HC seja apreciado também no STJ.

A pauta da sessão ordinária desta terça prevê a sustentação do advogado de Deolane, Aury Celso Lima Lopes Junior, e do promotor Arthur Pinto de Lemos Junior, que também falará no âmbito do recurso.

A prisão de Deolane ocorreu em 21 de maio de 2026, em um operação da Polícia Civil de São Paulo em parceria como o Ministério Público do estado. De acordo com as investigações, a influenciadora tinha vínculo com familiares de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e utilizava seu prestígio público para dissimular lucros obtidos pelo PCC por meio do tráfico de drogas. Ela movimentou R$ 13,6 milhões entre 2018 e 2022 em suas contas pessoais, enquanto outros R$ 14 milhões passaram por três de suas empresas.

Os advogados de Deolane argumentam ao STJ que o caso não se enquadra nos requisitos legais para uma prisão preventiva. Eles alegam que não haveria risco concreto à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal e que as provas reunidas já estão sob poder das autoridades.

Ao negar o pedido de habeas corpus, em 28 de maio, o presidente da Corte, Herman Benjamin, afirmou que seria necessário aguardar a decisão sobre o recurso apresentado no TSJP antes de avaliar o caso no STJ, já que não “excepcionalidade”.

“No caso, a situação dos autos não apresenta nenhuma excepcionalidade a justificar a prematura intervenção desta Corte Superior e superação do referido verbete sumular. Deve-se, por ora, aguardar o esgotamento da jurisdição do Tribunal de origem”, afirmou o ministro.

Relação entre Deolane e operador do PCC

A polícia chegou a Deolane por meio de Everton de Souza, conhecido pelos codinomes “Player” ou “Temer”. Ele é identificado nas investigações como um intermediador e operador financeiro da alta cúpula do PCC, que atuaria na gestão de bens e na destinação de fluxos financeiros para a cúpula da facção, especificamente para Marcola e Alejandro.

O elo entre Everton e Deolane Bezerra Santos é central na investigação, e foi imprescindível para comprovar a participação da advogada na engrenagem de lavagem de dinheiro da facção, segundo a polícia.

Everton atuava como gestor indireto da Lopes Lemos Transportadora, empresa de fachada criada a pedido de Marcola e Alejando, da qual recebeu R$ 28,7 mil em transferências bancárias. Ele orientava o sócio-administrador da companhia a realizar depósitos em contas de Deolane. Tais pagamentos faziam parte do acerto mensal ou “balancete” da facção, e não tinham origem justificada, apontou a investigação.

No celular do sócio-administrador, em uma operação de 2021, a polícia encontrou comprovantes de transferências bancárias diretamente para Deolane. Os valores, enviados entre agosto e outubro de 2020, totalizam R$ 24,5 mil. A defesa da influenciadora afirma que o montante foi pago pela prestação de serviços advocatícios.

Nas contas dela, os investigadores identificaram, ainda, a entrada de mais de R$ 1 milhão, em depósitos em espécie, entre 2018 e 2021, sem origem identificada. A defesa atesta que o valor também se refere ao trabalho como advogada.

Deolane também aparece como representante legal de Everton em registros policiais e como testemunha em ocorrências nas quais ele figura como vítima. A relação dos dois se mostrou ainda mais sólida com a declaração de Everton em interrogatório de que alugava um apartamento da advogada no bairro Tatuapé, na zona leste de São Paulo, por R$ 5 mil mensais.

Segundo a polícia, depoimentos de ex-integrantes da facção e registros em redes sociais sugerem uma amizade íntima entre os dois, com a presença de Everton em eventos familiares da advogada.

Entenda cronologia da operação contra Deolane e PCC

  • A investigação iniciou em 2019, quando policiais penais apreenderam bilhetes com detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau.
  • Os manuscritos revelaram elementos relacionados à dinâmica interna do PCC, à atuação de lideranças do crime organizado e a possíveis ataques contra agentes públicos.
  • A Polícia Civil notou a menção a uma “mulher da transportadora”, que teria feito um levantamento de endereços de servidores públicos para auxiliar no planejamento dos ataques do PCC, e chegou a uma transportadora, o que deu início à segunda etapa da investigação.
  • Batizada de Lado a Lado e deflagrada em 2021, a operação revelou a utilização da transportadora como braço financeiro do PCC, além de movimentações financeiras incompatíveis e crescimento econômico sem lastro.
  • Durante a Operação Lado a Lado, as autoridades apreenderam um celular com indícios de repasses financeiros a Deolane, além de estreitos vínculos da influenciadora com um dos gestores fantasmas da transportadora.
  • Deolane, segundo os investigadores, passou a ocupar posição de destaque no caso, em razão de movimentações financeiras expressivas, incompatibilidades patrimoniais e indícios de conexão com o comando do PCC.
  • Os levantamentos apontaram recebimentos de origem não esclarecida, circulação de valores milionários e aquisição de bens de alto padrão, o que fundamentou o desdobramento desta quinta-feira.

Fonte: Metrópoles

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