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Prefeitura de Porto Velho convoca estudantes da lista de espera que ainda não efetivaram a matrícula on-line
Através do ‘Programa Mais Educação’, a Prefeitura de Porto Velho, convoca pais ou responsáveis dos alunos da lista de espera da Chamada Escolar, que ainda não estão matriculados na educação infantil, a efetivarem sua matrícula até a próxima segunda-feira (27), na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed).
O período de inscrições da Chamada Escolar foi de 22 de novembro a 4 de dezembro de 2023, no entanto, cerca de 195 estudantes ainda não realizaram matrícula. Quem não efetivar a matrícula, perderá a vaga para o próximo estudante da lista de espera.
O objetivo da gestão municipal é que os alunos não fiquem fora da sala de aula e para isso, a Prefeitura, através da Semed, contratou o quantitativo de vagas suficiente para suprir a demanda.
A secretária da pasta, Gláucia Negreiros, vem destacando a importância dos pais atenderem à convocação para que o aluno não perca sua vaga. “Estamos reforçando, como muita preocupação, o pedido para que os pais ou responsáveis pela inscrição dos alunos procurem a Semed para efetivar a matrícula, pois muitos pais não estão atendendo a convocação”, enfatizou.
VALORES
O valor pago por estudante, será realizado diretamente à escola contratada, no total de R$ 700 ao mês, que corresponde à mensalidade, uniforme, alimentação e material didático. Caso o responsável não compareça à Semed, o estudante inscrito na chamada escolar 2023, automaticamente irá para o final da fila de espera.
Clique aqui e confira a lista completa dos que estão sendo convocados.
Para realizar a matrícula, os responsáveis dos estudantes que ficaram na lista de espera devem comparecer à sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed), que fica na rua Elias Gorayeb, nº 1514, bairro Nossa Senhora das Graças. O horário de funcionamento é das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados e pontos facultativos).
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STJ julga novo pedido de liberdade de Deolane
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar nesta terça-feira (9/6) um novo pedido de liberdade apresentado pela advogada e influenciadora Deolane Bezerra, presa por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).
O julgamento acontece após a presidência da Corte negar um habeas corpus impetrado pela defesa, alegando que um pedido semelhante apresentado no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) ainda não havia sido apreciado. O novo recurso é para que o HC seja apreciado também no STJ.
A pauta da sessão ordinária desta terça prevê a sustentação do advogado de Deolane, Aury Celso Lima Lopes Junior, e do promotor Arthur Pinto de Lemos Junior, que também falará no âmbito do recurso.
A prisão de Deolane ocorreu em 21 de maio de 2026, em um operação da Polícia Civil de São Paulo em parceria como o Ministério Público do estado. De acordo com as investigações, a influenciadora tinha vínculo com familiares de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e utilizava seu prestígio público para dissimular lucros obtidos pelo PCC por meio do tráfico de drogas. Ela movimentou R$ 13,6 milhões entre 2018 e 2022 em suas contas pessoais, enquanto outros R$ 14 milhões passaram por três de suas empresas.
Os advogados de Deolane argumentam ao STJ que o caso não se enquadra nos requisitos legais para uma prisão preventiva. Eles alegam que não haveria risco concreto à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal e que as provas reunidas já estão sob poder das autoridades.
Ao negar o pedido de habeas corpus, em 28 de maio, o presidente da Corte, Herman Benjamin, afirmou que seria necessário aguardar a decisão sobre o recurso apresentado no TSJP antes de avaliar o caso no STJ, já que não “excepcionalidade”.
“No caso, a situação dos autos não apresenta nenhuma excepcionalidade a justificar a prematura intervenção desta Corte Superior e superação do referido verbete sumular. Deve-se, por ora, aguardar o esgotamento da jurisdição do Tribunal de origem”, afirmou o ministro.
Relação entre Deolane e operador do PCC
A polícia chegou a Deolane por meio de Everton de Souza, conhecido pelos codinomes “Player” ou “Temer”. Ele é identificado nas investigações como um intermediador e operador financeiro da alta cúpula do PCC, que atuaria na gestão de bens e na destinação de fluxos financeiros para a cúpula da facção, especificamente para Marcola e Alejandro.
O elo entre Everton e Deolane Bezerra Santos é central na investigação, e foi imprescindível para comprovar a participação da advogada na engrenagem de lavagem de dinheiro da facção, segundo a polícia.
Everton atuava como gestor indireto da Lopes Lemos Transportadora, empresa de fachada criada a pedido de Marcola e Alejando, da qual recebeu R$ 28,7 mil em transferências bancárias. Ele orientava o sócio-administrador da companhia a realizar depósitos em contas de Deolane. Tais pagamentos faziam parte do acerto mensal ou “balancete” da facção, e não tinham origem justificada, apontou a investigação.
No celular do sócio-administrador, em uma operação de 2021, a polícia encontrou comprovantes de transferências bancárias diretamente para Deolane. Os valores, enviados entre agosto e outubro de 2020, totalizam R$ 24,5 mil. A defesa da influenciadora afirma que o montante foi pago pela prestação de serviços advocatícios.
Nas contas dela, os investigadores identificaram, ainda, a entrada de mais de R$ 1 milhão, em depósitos em espécie, entre 2018 e 2021, sem origem identificada. A defesa atesta que o valor também se refere ao trabalho como advogada.
Deolane também aparece como representante legal de Everton em registros policiais e como testemunha em ocorrências nas quais ele figura como vítima. A relação dos dois se mostrou ainda mais sólida com a declaração de Everton em interrogatório de que alugava um apartamento da advogada no bairro Tatuapé, na zona leste de São Paulo, por R$ 5 mil mensais.
Segundo a polícia, depoimentos de ex-integrantes da facção e registros em redes sociais sugerem uma amizade íntima entre os dois, com a presença de Everton em eventos familiares da advogada.
Entenda cronologia da operação contra Deolane e PCC
- A investigação iniciou em 2019, quando policiais penais apreenderam bilhetes com detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau.
- Os manuscritos revelaram elementos relacionados à dinâmica interna do PCC, à atuação de lideranças do crime organizado e a possíveis ataques contra agentes públicos.
- A Polícia Civil notou a menção a uma “mulher da transportadora”, que teria feito um levantamento de endereços de servidores públicos para auxiliar no planejamento dos ataques do PCC, e chegou a uma transportadora, o que deu início à segunda etapa da investigação.
- Batizada de Lado a Lado e deflagrada em 2021, a operação revelou a utilização da transportadora como braço financeiro do PCC, além de movimentações financeiras incompatíveis e crescimento econômico sem lastro.
- Durante a Operação Lado a Lado, as autoridades apreenderam um celular com indícios de repasses financeiros a Deolane, além de estreitos vínculos da influenciadora com um dos gestores fantasmas da transportadora.
- Deolane, segundo os investigadores, passou a ocupar posição de destaque no caso, em razão de movimentações financeiras expressivas, incompatibilidades patrimoniais e indícios de conexão com o comando do PCC.
- Os levantamentos apontaram recebimentos de origem não esclarecida, circulação de valores milionários e aquisição de bens de alto padrão, o que fundamentou o desdobramento desta quinta-feira.
Fonte: Metrópoles
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Mega-Sena sorteia prêmio estimado em R$ 3,5 milhões nesta terça-feira
As seis dezenas do concurso 3.016 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está estimado em R$ 3,5 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas ou pela internet, no portal das Loterias Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
Fonte: Agência Brasil
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Anvisa determina apreensão de lotes de medicamentos falsificados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (8/6), uma medida que ordena a apreensão do lote Y013149 do medicamento Keytruda®(pembrolizumabe), produzido por empresa não identificada. A ação proíbe a venda, a distribuição e o uso do medicamento, que é utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer.
A empresa que detém o registro do medicamento, Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda., informou não reconhecer o número de série 100859110521 referente ao lote Y019149, fabricado em 31/07/2024. A suspeita é que o produto seja falsificado.
A Anvisa determinou ainda a apreensão dos lotes H6980H05 e H8249A43 do Kadcyla (trastuzumabe emtansina). O produto, usado para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo, não pode ser vendido, distribuído ou usado.
Segundo a empresa que possui o registro do Kadcyla, Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A., os lotes indicados apresentam características divergentes das constantes no medicamento original.
Além de falhas de arte gráfica e divergências nos selos indicadores de violação da embalagem secundária, os produtos que circulam no mercado não contam com código 2D DataMatrix e o número de série não é reconhecido pela empresa.
Foram constatadas ainda múltiplas divergências no rótulo, tampa, batoque e formato físico do frasco; falhas no layout e dobramento da bula, ausência de figuras ilustrativas e números de controle de material, bem como presença de textos incoerentes em língua estrangeira.
Análise química confirmou ainda a ausência do princípio ativo trastuzumabe emtansina.
Leia a Resolução 2.265/2026 no Diário Oficial da União (DOU).
Fonte: Governo federal
