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MPF consegue condenação de membros do PCC que tentaram matar policial penal federal em Rondônia

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O Ministério Público Federal (MPF) obteve, nesta quinta-feira (22), a condenação de seis integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em Rondônia. Eles foram levados a júri popular, iniciado na segunda-feira (19), por terem tentado matar uma pessoa que acreditavam ser um agente penal federal em junho de 2020 na capital Porto Velho.

A ação penal foi apresentada contra dez pessoas. Nesta semana, foram julgados cinco homens e uma mulher. Eles foram condenados por homicídio tentado e organização criminosa armada, com exceção da mulher, que foi absolvida, por clemência, do homicídio tentado, mas condenada pela quadrilha armada. Os cinco homens foram condenados a penas de prisão que variam de 10 anos e meio a 12 anos e 3 meses de prisão. A mulher, condenada apenas por organização criminosa, teve pena definida em 3 anos e 6 meses de prisão. Ainda cabe recurso contra o veredicto. Os quatro acusados restantes devem ser julgados em abril deste ano.

Representaram o MPF no julgamento o procuradores da República Reginaldo Trindade, titular do caso, e os procuradores da República Alfredo Carlos Gonzaga Falcão Junior, Bruno Silva Domingos e Roberto Moreira de Almeida, que fazem parte do Grupo de Apoio ao Tribunal do Júri do MPF, equipe preparada e organizada especificamente para dar suporte em julgamentos mais complexos.

O procurador Reginaldo Trindade destacou a articulação da instituição para atuar em casos como esse. “Foi uma honra servir ao lado de colegas tão virtuosos e competentes numa das funções mais desafiadoras do MPF, que é o júri. Aliás, o MPF inteiro aparelha-se, cada vez mais, para fazer frente à maior e mais perigosa organização criminosa do país; contando com aparato e servidores da melhor espécie, alguns dos quais ajudaram, e muito, no êxito alcançado”, declarou.

Entenda o caso – No primeiro semestre de 2020, continuando a onda de terror iniciada vários anos antes, membros do PCC tentaram executar uma pessoa que acreditavam ser um agente da Penitenciária Federal de Porto Velho. O homem foi atraído por meio de um perfil falso nas redes sociais e, após conversas íntimas, foi marcado um encontro amoroso. Na noite de 4 de junho de 2020, o homem aguardava no local previamente combinado, em sua motocicleta, quando os acusados, que estavam em três veículos (um Fiat Siena, uma Chevrolet Astra e uma motocicleta não identificada), surpreenderam-no, disparando diversos tiros de pistola contra ele, que não chegaram a atingi-lo.

Na ação penal apresentada à Justiça, o MPF demonstrou que alguns dos acusados vieram do Paraná para organizar e executar o crime. Em Porto Velho, com ajuda de membros locais do PCC, alugaram uma casa para servir de base e compraram celulares, armas, veículos, coletes e todos os demais materiais necessários. Depois, identificaram placas de vários veículos pertencentes a agentes integrantes do sistema prisional. Segundo depoimento de um dos acusados, a ideia era matar ao menos um dentre quatro agentes. O atentado foi mais um dentre outros já promovidos pelo PCC, antes e depois, em Rondônia e em outros estados.

O procurador Reginaldo Trindade apontou a importância da participação dos defensores e do júri para que o julgamento fosse realizado. “Os advogados e defensores públicos, competentes e muito habilidosos, de tudo fizeram para que suas teses fossem acolhidas pelo Conselho de Sentença e, assim, acabaram por elevar, ainda mais, o sucesso obtido pelo MPF. A grandeza do oponente confere ainda mais significado e reverência à conquista e, no caso, a vitória foi a realização da Justiça. E, se já não fosse o bastante, o Conselho de Sentença foi composto por pessoas do mais alto quilate, que participaram ativamente do julgamento, seja formulando perguntas, o que demonstrou que estavam bem atentos e cientes de sua sublime missão de julgar, seja, sobretudo, fazendo anotações, coisa que eu nunca vi em quase 30 anos de Ministério Público”, afirmou.

Para ele, a relevância do julgamento se torna ainda maior em razão da violência praticada pelo grupo criminoso. “A facção criminosa vem crescendo e tentando acuar, cada vez mais, o Estado brasileiro. O PCC irá até onde encontrar limites. Assim, é imprescindível que as instituições e a sociedade cumpram o seu papel na luta por país mais seguro e, por que não dizer, menos refém da alta criminalidade. O julgamento ora finalizado é um alento na parceria Estado-Sociedade em prol de um país melhor para todos – um tijolinho nesta guerra formada por batalhas, nem sempre gloriosas e de final feliz, contra o PCC”, finalizou Reginaldo Trindade.

Assessoria de Comunicação 
Ministério Público Federal em Rondônia

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Polícia prende três suspeitos de homicídio durante operação

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCV) de Cacoal, deflagrou, nesta segunda-feira (14), a Operação Fronteira Oculta, no distrito de Riozinho, em Cacoal.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária, expedidos no âmbito da investigação de um homicídio qualificado ocorrido no dia 16 de agosto de 2026.

Conforme apurado, quatro suspeitos, utilizando duas motocicletas, teriam chegado ao local onde a vítima, identificada pelas iniciais F.O.M., se encontrava. Dois deles teriam desembarcado dos veículos, perseguido a vítima e efetuado diversos disparos de arma de fogo.

Logo após tomar conhecimento do crime, a Polícia Civil iniciou as diligências investigativas e reuniu elementos que indicaram a possível participação dos investigados no homicídio.

Os três suspeitos presos foram interrogados e encaminhados à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos.

A operação foi coordenada pela DERCV, com o apoio das demais delegacias de Cacoal e da Polícia Militar, por meio do Núcleo de Inteligência e da Patrulha Tática Móvel (PATAMO).

A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a elucidação dos crimes contra a vida e solicita que informações relacionadas ao caso sejam comunicadas pelos canais 197 ou 190, assegurado o anonimato do denunciante.

Fonte: Polícia Civil

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Sogra que teve dedo decepado pelo genro: “Ele disse que eu não devia viver”

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Francisca Alves, que teve um dos dedos da mão decepado pelo genro, um adolescente, de 17 anos, narrou a policiais militares o desespero ao ser atacada pelo suspeito: “Ele disse que eu não devia viver”, contou.

O crime ocorreu na noite desse domingo (13/9), no município de Bom Jesus, no Alto Sertão da Paraíba.

De acordo com a Polícia Militar da Paraíba (PMPB), a corporação foi acionada após uma denúncia contra o adolescente. O jovem teria agredido a companheira e os filhos e ameaçava a sogra com uma foice.

Segundo Francisca, ela havia guardado um facão do genro enquanto ele dormia. Quando acordou, ele começou ameaçá-la, pedindo o facão.

“Na hora em que ele acordou, ele foi procurar esse facão, mas não encontrava onde estava escondido. Ele ficou doido dentro de casa procurando esse facão, perguntando onde tinha colocado esse facão. Eu disse pra ele: ‘Foi o seu pai que mandou guardar’, detalhou Francisca à PM.

A vítima descreveu que o jovem estava em descontrole total e, quando achou uma foice que estava pela casa, pegou e a atacou, decepando um dos dedos dela.

“Não encontrou a faca e foi ‘batendo na roçadeira’. Disse que eu não devia viver, e fez isso comigo”, afirmou Francisca em conversa com os policiais.

Filho da sogra interviu e teve a mão ferida

Conforme a PMPB, o filho de Francisca, uma criança, interviu durante os ataques do genro para defender a mãe. Ele também teve ferimentos na mão.

Após o crime, o adolescente fugiu. Militares iniciaram diligências na região, e, por volta das 20h50, o suspeito foi localizado na Rua Cinco de Novembro, em Bom Jesus.

O adolescente foi apreendido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras por tentativa de feminicídio. A foice usada no crime foi apreendida.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu as vítimas (a sogra e o filho dela) ao Hospital Regional de Cajazeiras, em razão das lesões. Eles estão com estado de saúde estável.

Fonte: Metrópoles

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Pai e os dois filhos são encontrados mortos dentro de casa

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Um homem de 43 anos e os dois filhos, de 21 e 15 anos, foram encontrados mortos dentro de uma casa em Nova Monte Verde (MT), neste sábado (12). As vítimas foram identificadas como Renato Dufek da Silveira, Wagner de Souza da Silveira e Renan Borges da Silveira.

Segundo a Polícia Civil, os três estavam caídos no chão do imóvel e já sem vida quando as equipes chegaram ao local. Um revólver e uma espingarda foram encontrados próximos a um dos corpos.

A principal hipótese investigada é de que o filho mais velho tenha matado o pai e o irmão adolescente e, em seguida, tirado a própria vida. A dinâmica, no entanto, ainda não foi confirmada pelas autoridades.

A área foi isolada pela Polícia Militar para o trabalho da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Os investigadores aguardam os resultados dos exames periciais para esclarecer a sequência dos acontecimentos e apurar a motivação das mortes.

Fonte: G1 Mato Grosso

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