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Governo de RO integra curso de aperfeiçoamento em Gestão de Crises voltado à segurança pública em Porto Velho
Com o objetivo de fortalecer a integração entre instituições e aprimorar as ações na área da segurança pública, representantes do Governo de Rondônia participam, entre os dias 15 e 17 de outubro, do Curso de Aperfeiçoamento da Gestão de Crises no Contexto da Segurança Pública. A capacitação é uma iniciativa do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública (GAESP), e ocorre no auditório da sede do MPRO, em Porto Velho.
A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), integra a capacitação, que é conduzida pelo promotor de Justiça, Dr. Edmundo Reis Silva Filho, do Ministério Público da Bahia. O curso é voltado a membros e servidores do MP, além de representantes das forças de segurança pública e da defesa civil estadual e municipal.
Durante os três dias de formação, os participantes têm acesso a técnicas, métodos e ações planejadas para o gerenciamento de crises, com foco no aprimoramento da atuação institucional diante de situações adversas que impactam tanto o sistema de segurança quanto o sistema prisional.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância de iniciativas como essa para o fortalecimento institucional: “Investir na capacitação dos nossos servidores é essencial para garantir uma resposta eficaz às situações críticas. O curso reforça a integração das forças de segurança e contribui diretamente para a proteção da população”, declarou.
INTEGRAÇÃO E PREPARO TÉCNICO
A realização do curso representa uma estratégia de fortalecimento da rede de segurança pública em Rondônia, ao promover a integração entre o Ministério Público, a Polícia Penal e demais instituições envolvidas na prevenção e no gerenciamento de crises. A proposta vai além da capacitação técnica, buscando também incentivar o diálogo interinstitucional e o desenvolvimento de respostas coordenadas em situações de crise.
O conteúdo programático contempla desde os fundamentos teóricos até aspectos práticos do gerenciamento de crises. Entre os tópicos discutidos estão:
- Noções básicas de Gerenciamento de Crises (GC) e Negociação em Crises (NEG), com ênfase em crises de segurança pública;
- Tipologias contemporâneas de crises: de imagem, estratégicas, táticas e desastres naturais;
- Sistema de Comando de Incidentes (SCI) e operação de postos de comando;
- Comunicação em crises, negociação com sequestradores, gestão de multidões e enfrentamento de crises no sistema prisional;
- Prevenção de ameaças relacionadas ao crime organizado e protocolos de ocorrências com explosivos;
- Estudo de casos e debates interativos entre os participantes.
O secretário da Sejus, Marcus Rito, destacou a importância da integração entre instituições na resposta a crises: “A atuação do Estado em crises exige ações preventivas, coordenadas e eficazes. A união entre o sistema prisional, forças de segurança, Ministério Público e justiça criminal fortalece nossa capacidade de resposta. Parabenizo todos os envolvidos por esta iniciativa que contribui para uma segurança pública mais eficiente”, afirmou.
Fonte: Secom
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Rondônia terá sábado de chuva e trovoadas; veja a previsão para o estado
Rondônia deve ter um sábado (12) de céu nublado, com possibilidade de chuvas e trovoadas isoladas em diferentes regiões do estado. A previsão é do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
Os ventos devem permanecer fracos, enquanto as temperaturas podem variar entre 24°C e 32°C.
Em Porto Velho, os termômetros devem marcar mínima de 24°C e máxima de 32°C. Em Vilhena, a previsão indica temperaturas entre 21°C e 25°C. Já em Corumbiara, a mínima prevista é de 22°C, com máxima de 27°C.
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Greve do Banco do Brasil é encerrada em Rondônia após aprovação de acordo
A greve dos funcionários do Banco do Brasil foi encerrada nesta sexta-feira (11/9) em parte do país após a aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) negociada entre a instituição e os representantes sindicais.
De acordo com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), a proposta foi aprovada em mais de 100 bases sindicais, permitindo a retomada do trabalho. Entre os funcionários estão os de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Pernambuco, Porto Alegre, Mato Grosso, Florianópolis, Alagoas, ABC Paulista, Rondônia, Sergipe e Campinas.
Cerca de 18 entidades rejeitaram o acordo. Com isso, a paralisação continua nas regiões e ainda afeta o atendimento.
No entanto, as operações digitais, como transferências, pagamentos e uso de caixas eletrônicos, continuam funcionando normalmente.
A mobilização ocorre no contexto da campanha salarial dos bancários, após a rejeição inicial da proposta apresentada pelo banco. A adesão da greve foi parcial desde o início, na quinta-feira (10/9) com sindicatos divididos entre aceitar ou rejeitar os termos negociados.
Entre os pontos negociados estão o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mudanças no plano de saúde e a concessão de benefícios adicionais, como abonos e ampliação da licença paternidade, de 20 para 35 dias.
“Avançamos até o final na mesa de negociação com o Banco do Brasil e conquistamos importantes resultados. Mas a luta não acaba aqui. Precisamos preservar a unidade e manter a mobilização, porque nenhuma conquista é permanente sem organização e luta” afirmou a presidente do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro.
Caixa Econômica Federal
A greve no Banco do Brasil ocorre paralelamente à mobilização dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal, que mantêm paralisação nacional após rejeitarem proposta própria de acordo coletivo. O impasse envolve mudanças no plano de saúde, regras de custeio e reivindicações salariais.
O banco fez uma proposta que será válida até esta sexta e inclui pagamento de R$ 3 mil por funcionário elegível, pagamento de PLR no próximo dia 18 e ampliação do teto de custeio do Saúde Caixa de 6,5% para 8%.
“A Caixa alterou a proposta porque percebeu a forte insatisfação dos empregados e a força da mobilização da categoria”, avaliou Neiva.
A expectativa é que novas assembleias nos próximos dias definam a adesão das bases que ainda permanecem em greve, o que deve indicar quando o atendimento nas agências destes bancos públicos será totalmente normalizado.
Fonte: Metrópoles
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Consumo de cigarros eletrônicos cresce mais de 50% entre estudantes
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo de cigarros eletrônicos cresceu mais de 50% entre estudantes de 13 a 17 anos, um problema de saúde pública que causa severos danos ao desenvolvimento de adolescentes.
A PeNSE 2024 pesquisou o tabagismo por meio de quesitos que abordam a idade da experimentação e o uso recente de cigarro, narguilé, cigarro eletrônico, vaper, pod, e-cigarette e outras formas de consumo do tabaco, além da forma de obter o produto e da exposição indireta. A experimentação do cigarro eletrônico passou de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024.
André Szklo, epidemiologista da Divisão do Tabagismo do Instituto Nacional de Câncer (Inca), fala sobre os danos que o fumo causa:
“Eles causam, sim, danos cardiovasculares, danos pulmonares e disfunção metabólica. Têm vários efeitos, inclusive desfechos materno-infantis, como parto prematuro e baixo peso ao nascer, o que aproxima esses produtos dos danos à saúde que temos com os cigarros convencionais.”
Doenças cardiovasculares, pulmonares, pneumonia e AVCs, em muitos casos, estão relacionados ao uso frequente de cigarros. O tabagismo é um vício que muitos carregam desde a juventude até a terceira idade. No entanto, mesmo que a pessoa comece com esse hábito muito nova e pare de fumar depois dos 60 anos, por exemplo, ela ainda assim terá muitos benefícios.
Valquíria Bastos, aposentada de 72 anos que parou de fumar há duas décadas, fala sobre as consequências que sofreu por conta do tabagismo:
“Foram descobertos dois tumores no pulmão e no mediastino. Se eu soubesse de tudo na época em que comecei a fumar, acredito que nem teria começado.”
O fumo passivo também afeta inúmeras pessoas. Para quem não sabe, ocorre quando quem não fuma é exposto aos riscos da fumaça do cigarro, o que reforça a necessidade de ambientes protegidos desse tipo de exposição.
Tratamento gratuito
Parar de fumar é possível, e o fumante não precisa enfrentar esse processo sozinho. O SUS oferece tratamento gratuito para quem deseja abandonar o tabagismo, com acompanhamento profissional e, quando necessário, medicamentos.
Fonte: d24am
