Geral
Comerciantes bloqueiam avenida e pedem mais segurança no Centro de Porto Velho
Empresários e comerciantes bloquearam, nesta segunda-feira (24), um trecho da avenida Carlos Gomes, na região central de Porto Velho, em um protesto contra o aumento de furtos e roubos que vêm atingindo estabelecimentos comerciais.
A manifestação teve como principal objetivo chamar a atenção das autoridades para os prejuízos provocados pelos crimes e cobrar medidas que reforcem a segurança na região. Os lojistas também pedem maior presença das forças policiais durante o dia e, principalmente, no período noturno.
De acordo com relatos dos comerciantes, diversos estabelecimentos têm sido invadidos durante a madrugada. Os criminosos costumam arrombar portas, quebrar vidraças e entrar nas lojas para levar mercadorias e outros objetos, causando prejuízos aos proprietários.
Os empresários afirmam que a sequência de ocorrências tem aumentado a preocupação de quem trabalha e circula pelo Centro. Segundo os manifestantes, os casos são frequentemente atribuídos a suspeitos em situação de vulnerabilidade e usuários de drogas, conforme relatos das próprias vítimas.
Durante o ato, os comerciantes solicitaram providências ao Comando-Geral da Polícia Militar, ao comando do 1º Batalhão e ao Governo de Rondônia. Entre as reivindicações estão o reforço do policiamento ostensivo e a adoção de ações permanentes para combater os crimes na região.
Os lojistas afirmam que a intenção é garantir mais segurança para comerciantes, funcionários e clientes e recuperar a sensação de tranquilidade no Centro de Porto Velho.

Geral
Trecho de via no bairro Cai N’Água é interditado para recuperação de bueiro
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), realizará, a partir desta segunda-feira (24), a interdição total de um trecho da via do Canal Santa Bárbara, na região da Farquar, no bairro Cai N’Água. A medida será necessária para a execução de serviços de recuperação do bueiro e correção do processo erosivo que provocou o comprometimento da via.
A interdição terá início às 9h. Antes desse horário, o acesso permanecerá liberado para que moradores possam utilizar a via normalmente e seguir para o trabalho. Após as 9h, o trecho será totalmente fechado para o início dos serviços de escavação e execução da obra.
De acordo com a Seinfra, o prazo estimado para conclusão dos trabalhos é de aproximadamente 20 dias.
Durante o período de interdição, moradores e demais usuários da via deverão utilizar uma rota alternativa pela região da Candelária.
O secretário municipal de Infraestrutura, Liandro Loyola, destaca que a intervenção é necessária para garantir a segurança da população e recuperar a estrutura afetada pela erosão.
“Estamos atuando de forma preventiva e responsável para corrigir o problema e recuperar esse trecho do Canal Santa Bárbara. A intervenção é necessária para garantir mais segurança aos moradores e restabelecer as condições adequadas de circulação. Pedimos a compreensão da população durante o período da obra, que será fundamental para que as equipes possam executar o serviço com segurança”, afirmou o secretário.
O prefeito Léo Moraes reforçou que a intervenção busca solucionar o problema de forma definitiva e garantir mais segurança para quem utiliza a via. “Nosso objetivo é corrigir esse problema com segurança e devolver à população uma via adequada para circulação. A interdição é necessária durante a execução do serviço, mas estamos trabalhando para concluir a obra no menor tempo possível”.
A Prefeitura orienta os moradores a respeitarem a sinalização e a interdição durante a execução dos trabalhos, contribuindo para a segurança das equipes e para o andamento da obra.

Fonte: Secretaria municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Recém-nascida é resgatada após ser abandonada dentro de sacola de lixo
Uma bebê recém-nascida foi encontrada dentro de uma sacola de lixo durante a madrugada desta segunda-feira (24), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. A criança ainda estava com o cordão umbilical e a placenta quando foi localizada.
A bebê foi encontrada por Kátia Andreia Beje, que estava em casa, no bairro Guarituba, quando ouviu um barulho do lado de fora. Como tem vários gatos, ela inicialmente pensou que algum animal pudesse estar ferido.
Ao sair para verificar a origem do som, Kátia encontrou uma sacola transparente coberta por uma toalha preta. Ao tocar no material, percebeu que havia uma criança dentro.
Segundo a mulher, a bebê estava suja e ainda apresentava o cordão umbilical e a placenta. Kátia pediu ajuda a um vizinho e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A criança foi encaminhada ao Hospital de Clínicas, em Curitiba, onde deu entrada por volta das 4h. Segundo a unidade, ela apresentava hipotermia e algumas lesões. Os médicos identificaram duas suspeitas de fratura, uma na clavícula e outra no fêmur.
Apesar dos ferimentos, o hospital informou que a bebê está bem.
A Polícia Militar foi acionada após a chegada da criança à unidade de saúde. O caso foi encaminhado à Polícia Civil do Paraná, que investiga as circunstâncias do abandono e trabalha para identificar quem deixou a recém-nascida no local.
A mulher que encontrou a bebê se emocionou ao falar sobre o resgate e afirmou que a criança lhe pareceu uma “luz”. Ela também disse que, pelo aspecto da bebê, chegou a imaginar o nome Luísa para ela.
Fonte: G1
Geral
Começa campanha nacional para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas
Começa nesta segunda-feira (24) a 4ª Semana de Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A iniciativa segue até sexta-feira (28) e busca ampliar os bancos de perfis genéticos para facilitar a identificação de pessoas desaparecidas encontradas vivas ou mortas sem documentação.
A campanha é promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Ao todo, são 334 pontos de coleta distribuídos pelo país.
O material genético coletado de familiares é inserido em bancos de perfis genéticos e comparado, por meio de sistemas estatísticos, com amostras de pessoas encontradas sem identificação. O procedimento pode ajudar tanto na identificação de pessoas vivas, como pacientes internados sem documentos ou que perderam a memória, quanto de cadáveres e ossadas.
Segundo o Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA), quanto maior o número de familiares cadastrados, maiores são as possibilidades de encontrar uma correspondência genética. Os perfis permanecem no sistema e continuam sendo comparados com novos registros. Após a identificação da pessoa desaparecida, o perfil utilizado é retirado do banco.
Quem pode participar
A coleta é indicada principalmente para familiares biológicos da pessoa desaparecida, seguindo esta ordem de preferência:
- pai ou mãe biológicos;
- filhos biológicos, preferencialmente acompanhados do outro genitor;
- irmãos biológicos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe.
Outros parentes também podem ser avaliados individualmente pelos especialistas. Menores de idade podem participar desde que estejam acompanhados e tenham autorização do responsável legal.
A coleta é simples e geralmente feita com um cotonete ou uma pequena esponja passada na parte interna da bochecha. Em determinadas situações, pode ser utilizada uma gota de sangue retirada do dedo. Não é necessário estar em jejum.
Quem já realizou a coleta em campanhas anteriores não precisa repetir o procedimento, pois os perfis continuam armazenados e sendo comparados com novos registros.
Pontos de coleta em Rondônia
Em Rondônia, a campanha conta com unidades em oito municípios. Confira os locais:
Porto Velho
- Instituição: Instituto de DNA Criminal – POLITEC
- Endereço: Avenida Pinheiro Machado, nº 1858, bairro São Cristóvão, Porto Velho (RO), CEP 76820-838.
Ariquemes
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Ariquemes
- Endereço: Avenida Tancredo Neves, esquina com a Rua Novo Horizonte, s/n, bairro Bella Vista, CEP 76871-453.
Jaru
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Jaru
- Endereço: Delegacia Regional, Rua Raimundo Cantanhede, nº 836, Setor II, CEP 76890-000.
Ji-Paraná
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Ji-Paraná
- Endereço: Rua 31 de Março, nº 1399, bairro Jardim Presidencial, CEP 76901-027.
- Telefone: (69) 3212-8161.
São Miguel do Guaporé
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de São Miguel do Guaporé
- Endereço: Rua Gov. Jorge Teixeira, nº 611, bairro Novo Oriente, CEP 76932-000.
Rolim de Moura
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Rolim de Moura
- Endereço: Rua Rio Verde, nº 4678, Centro, CEP 76940-000.
Cacoal
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Cacoal
- Endereço: Avenida Juscimeira, nº 215, bairro Novo Horizonte, CEP 78962-044.
Vilhena
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Vilhena
- Endereço: Rua Luiz Maziero, nº 4650, Jardim América, Unisp, CEP 76980-702.
Guajará-Mirim
- Instituição: Coordenadoria Regional de Criminalística de Guajará-Mirim
- Endereço: Avenida Duque de Caxias, nº 1720, bairro 10 de Abril, CEP 76850-000.
- Telefone: (69) 3216-8853.
A campanha é uma oportunidade para familiares de pessoas desaparecidas contribuírem com informações genéticas que podem ser utilizadas em futuras comparações. Para participar, é necessário que o desaparecimento tenha sido formalmente registrado pelas autoridades competentes.
Fonte: G1
