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Polícia

Polícia apreende drogas e arma de fogo em operação

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Equipes da Polícia Militar realizaram uma ação na BR-319, Km 13, após receberem denúncias de que Marlon Bruno Campos Cruz e Helen Cristina Rocha de Araújo estariam vendendo drogas em uma residência na região, com intensa movimentação de usuários. Segundo informações relatadas no boletim de ocorrência, entorpecentes também estariam enterrados em um terreno baldio em frente à casa.

Durante a abordagem, os policiais flagraram Wuerle Paiva Brito saindo da frente da residência. Ao receber ordem de parada, ele jogou um objeto na vegetação, que depois foi identificado como uma porção de crack. Inicialmente negando, Wuerle acabou confessando que havia comprado a droga de Marlon.

No mesmo momento, os policiais abordaram um veículo Ford Fiesta, placa NCK-1931, saindo do local. O condutor, Antônio Cândido de Souza, também carregava uma porção de crack e acabou admitindo tê-la adquirido de Marlon Bruno Campos Cruz.

A equipe então abordou Marlon, que negou envolvimento no tráfico. Com autorização do suspeito, os policiais fizeram uma busca na residência, onde encontraram Letícia Riberi da Silva, que disse estar apenas fazendo limpeza e não ter conhecimento da venda de drogas. Durante a vistoria, a mulher estava com uma quantia significativa em dinheiro, que, segundo ela, teria sido entregue por Marlon ao perceber a chegada da polícia. Letícia também estava acompanhada de um bebê de cerca de um mês, que estava sendo amamentado no momento.

Letícia indicou onde estavam escondidas drogas na residência. Os policiais encontraram materiais típicos do tráfico, como balança de precisão, dinheiro fracionado, papel alumínio e linhas para embalar as drogas.

Apesar do uso de um cão farejador, não foram localizadas outras drogas ou armas no terreno baldio indicado. Porém, Marlon acabou revelando que possuía um revólver calibre .38 escondido em outro bairro, que foi localizado e apreendido pelas equipes.

A ação resultou na retirada de drogas e arma de fogo de circulação, configurando, em tese, crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo para Marlon, e porte de droga para consumo pessoal para os usuários abordados.

Segundo a PM, Wuerle precisou ser algemado devido ao risco de fuga, enquanto os outros conduzidos colaboraram após abordagem sem necessidade de algemas. Após a operação, as equipes continuaram patrulhando a área para garantir a segurança da comunidade.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Suspeito de assalto é morto a facadas após passageiro reagir dentro de ônibus

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Um homem, cuja identidade ainda não foi divulgada, morreu na manhã desta quarta-feira (8) após ser esfaqueado durante uma tentativa de assalto a um ônibus da linha Curuçambá, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.

Segundo as informações iniciais, o suspeito embarcou no coletivo e, pouco depois, anunciou o assalto. Conforme o relato do motorista, o homem determinou que o condutor permanecesse sem reagir enquanto recolhia os pertences dos passageiros.

Durante a ação criminosa, uma jovem teve o telefone celular levado pelo assaltante. No entanto, um dos ocupantes do ônibus decidiu reagir e desferiu golpes de faca contra o suspeito.

O homem sofreu ferimentos graves e morreu ainda no interior do coletivo, antes da chegada do socorro.

Equipes das polícias Militar, Civil e Científica foram acionadas para atender a ocorrência, realizar a perícia e iniciar as investigações. O caso deverá esclarecer as circunstâncias da morte do suspeito e a atuação do passageiro que reagiu ao assalto.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do D24am

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Polícia

Homem usa cabos de vassoura para furtar ovos de comércio – VEJA O VÍDEO

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Um homem ainda não identificado foi registrado por câmeras de segurança enquanto tentava furtar cartelas de ovos de um estabelecimento comercial no município de Fonte Boa, no interior do Amazonas. A ação chamou a atenção pelo método improvisado utilizado pelo suspeito.

As imagens mostram que o comércio estava praticamente sem movimento no momento da tentativa de furto. Aproveitando as grades que protegem a fachada do estabelecimento, o homem utilizou dois cabos de vassoura para alcançar as cartelas de ovos que estavam sobre um balcão no interior da loja.

Na primeira investida, o suspeito não obteve sucesso. Ao tentar puxar uma das cartelas, ela caiu no chão e os ovos se quebraram. Mesmo assim, ele insistiu e fez uma nova tentativa.

Desta vez, conseguiu aproximar outra cartela das grades. No entanto, durante a retirada, parte dos ovos caiu no chão, fazendo com que ele levasse apenas alguns deles antes de deixar o local.

Até o momento, a identidade do suspeito não foi divulgada, e não há confirmação se o caso foi oficialmente comunicado às autoridades policiais. As imagens das câmeras de segurança podem auxiliar na identificação do autor da ação.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do D24am

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Polícia

Psicólogo fraudou avaliação de concurso público e terá de pagar R$ 81 mil

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A Justiça condenou o psicólogo Jorge Manoel Mendes Cardoso pelo crime de falsidade ideológica em um processo relacionado ao concurso público para o cargo de agente penitenciário do Estado, realizado em 2021. A condenação ocorreu após denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR).

Segundo o Ministério Público, o psicólogo foi o responsável por coordenar a etapa de avaliação psicológica do certame, organizado pelo Instituto AOCP, além de analisar os recursos apresentados pelos candidatos considerados inaptos nessa fase.

Durante a apuração, foi constatado que o acusado inseriu, sem autorização, os nomes e os registros profissionais de dois psicólogos nas respostas aos recursos administrativos. De acordo com a investigação, os profissionais citados não participaram da banca revisora nem tiveram qualquer atuação no concurso, o que conferia falsa legitimidade aos pareceres emitidos.

As investigações apontam que, ao todo, 182 pareceres foram elaborados com essas informações irregulares, mantendo a reprovação de candidatos na avaliação psicológica.

Para o promotor de Justiça Masato Kojima, responsável pela denúncia, a condenação representa um importante precedente na defesa da transparência e da legalidade dos concursos públicos. Segundo ele, as provas demonstraram que houve a utilização indevida da identificação de profissionais alheios ao processo para dar aparência de regularidade aos pareceres, comprometendo a lisura da seleção e afetando centenas de candidatos. O promotor também afirmou que condutas semelhantes atribuídas ao réu foram identificadas em concursos realizados nos estados de Goiás e no Distrito Federal.

Na sentença proferida pela 1ª Vara Criminal, o psicólogo foi condenado a dois anos e seis meses de reclusão pelo crime de falsidade ideológica praticado de forma continuada. A pena privativa de liberdade foi substituída por medidas restritivas de direitos.

Além da condenação criminal, a Justiça determinou o pagamento de R$ 81 mil por danos morais coletivos, valor que será atualizado com correção monetária e juros desde 2021, ano em que ocorreram os fatos.

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