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Comissão inicia etapa de acompanhamento técnico da implantação do Cadastro Territorial Multifinalitário

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Com foco na integração de dados e no fortalecimento do planejamento territorial, a Prefeitura de Porto Velho iniciou uma nova etapa de acompanhamento técnico da implantação do Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM). A agenda incluiu reuniões presenciais e visitas técnicas a secretarias municipais, com a participação de técnicos, gestores e representantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O CTM é um sistema em fase de desenvolvimento no município que reúne, em uma única base digital e georreferenciada, informações sobre imóveis, vias, equipamentos públicos e áreas urbanas e rurais. A ferramenta permite que diferentes setores da administração municipal utilizem dados integrados, qualificando a tomada de decisões e ampliando a eficiência dos serviços públicos.

Para o professor Everton da Silva, da Universidade Federal de Santa Catarina, a implantação do Cadastro Territorial Multifinalitário contribui diretamente para a modernização dos processos administrativos e para a redução da burocracia no município. “Na prática, a gestão pública ganha mais segurança na tomada de decisões, reduz retrabalho, melhora o atendimento ao cidadão e possibilita uma melhor integração dos temas que fundamentam as políticas públicas.”

O sistema também amplia a capacidade do município de aplicar instrumentos de política urbana previstos na legislação federal, como aqueles relacionados ao uso e à ocupação do solo. Com uma leitura mais precisa do território e do mercado imobiliário, a administração passa a planejar ações com base em informações técnicas atualizadas.

As ações fazem parte das atribuições da Comissão de Acompanhamento e Fiscalização do convênio firmado entre a Prefeitura de Porto Velho, a UFSC e a Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (FEESC). A comissão é coordenada pela Secretaria Municipal de Economia (Semec) e foi criada para acompanhar, validar e monitorar as etapas de implementação do CTM no município.

Integração técnica e levantamento de informações
No primeiro dia, a agenda incluiu reuniões nas duas unidades da Semec, que contou com apresentação do projeto aos gestores e integração entre técnicos municipais, comissão e representantes da UFSC.

Além disso, foram feitas visitas nas Secretária Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran) e à Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade (Semdec), onde as equipes alinham estratégias para o levantamento de informações e diagnóstico dos sistemas existentes, com foco na integração de dados ao Sistema de Informações Territoriais (SIT), fundamental para o funcionamento do CTM.

Visitas às áreas de tecnologia, saúde, meio ambiente e infraestrutura
A programação avançou para outras áreas estratégicas da administração municipal. A comissão conheceu também a Superintendência Municipal de Tecnologia da Informação e Pesquisa (SMTI), à Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) e à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra).

As visitas permitiram o levantamento de requisitos técnicos e a análise dos fluxos de dados que integram o CTM, com participação de setores como saúde, meio ambiente, fiscalização, cadastro urbano, posturas e infraestrutura.

A Comissão de Acompanhamento e Fiscalização segue responsável por monitorar a execução do convênio, emitir avaliações técnicas e assegurar o cumprimento das metas previstas para a implantação do CTM em Porto Velho.

O processo reforça o compromisso da Prefeitura com a integração institucional, a organização das informações municipais e o fortalecimento do planejamento territorial. Com o CTM, o município passa a contar com uma leitura mais integrada do território, apoiando decisões mais qualificadas e a melhoria dos serviços prestados à população.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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MP obtém condenação de 23 integrantes de organização criminosa em Rondônia

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 7ª Promotoria de Justiça de Ji-Paraná, obteve condenações no âmbito das investigações sobre uma organização criminosa voltada à prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico, com emprego de arma de fogo e participação de agente público.

A Operação Primavera foi deflagrada pela Polícia Civil em sua fase ostensiva em 13 de outubro de 2023, com o objetivo de cumprir mandados de prisão e mandados de busca e apreensão. Na ocasião, 11 pessoas foram presas, e foram apreendidas armas de fogo e aproximadamente 18 kg de drogas.

A sentença foi proferida pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná, resultando na condenação de 23 integrantes pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

As investigações apontaram a existência de um esquema estruturado e complexo, com atuação no município de Ji-Paraná, especialmente no bairro Primavera, envolvendo diversos agentes que operavam de forma organizada para viabilizar a comercialização de entorpecentes. As diligências permitiram identificar investigados e demonstrar a sofisticação operacional do grupo.

As penas aplicadas variam de 5 a 17 anos de reclusão, conforme a participação e o grau de envolvimento de cada condenado, observados os critérios legais de dosimetria e os princípios constitucionais da proporcionalidade e da individualização da pena.

A decisão também determinou a perda do cargo público de um dos acusados, policial militar, diante da comprovação de que ele se valeu da função e da autoridade inerentes ao cargo para favorecer e fomentar as atividades ilícitas da organização criminosa.

O MPRO reafirma seu compromisso com a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, atuando de forma firme e contínua no enfrentamento ao crime organizado em Rondônia, com o objetivo de proteger a população dos impactos do tráfico de drogas.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

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Moraes decide transferir Jair Bolsonaro para a Papudinha

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (15/1) transferir Jair Bolsonaro (PL) para a Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, a chamada Papudinha. Hoje, o ex-presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

A determinação de Moraes é para que Bolsonaro cumpra pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses por trama golpista, no novo local, onde estão presos o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres e o ex-chefe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques. Bolsonaro, no entanto, ficará em cela separada.

  • assistência integral dos médicos particulares anteriormente cadastrados, sem necessidade de comunicação prévia;
  • deslocamento imediato para os hospitais em caso de urgência, devendo a defesa comunicar nos autos no prazo máximo de 24 horas da ocorrência;
  • a realização das sessões de fisioterapia nos horários e dias da semana indicados pelos médicos, com prévio cadastramento do fisioterapeuta e comunicação ao juízo;
  • entrega diária de alimentação especial, devendo a defesa indicar no prazo de 24h o nome da pessoa responsável pela entrega;
  • disponibilização, pelo sistema penitenciário, de atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão;
  • visitação semanal permanente, respeitados os procedimentos do estabelecimento prisional, da esposa Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro; dos filhos Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e Laura Firmo Bolsonaro e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, às quartas e quintas-feiras, nos horários de 8h às 10h; 11 às 13h; ou 14h às 16h;
  • assistência religiosa pelo Bispo Robson Lemos Rodovalho e pelo Pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni, a ser realizada uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras, individualmente, com duração 1h.

Motivações para a decisão

Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o sistema prisional brasileiro enfrenta, há anos, um cenário de elevada população encarcerada e déficit estrutural de vagas, o que resulta em índices persistentes de superlotação e péssimas condições estruturais, especialmente no regime fechado.

O ministro usou dados do sistema de Informações Penitenciárias (Infopen), divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que apontam 941.752 pessoas sob custódia penal no primeiro semestre de 2025.

Metrópoles

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Prefeitura arrecada roupas para famílias afetadas pela cheia

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A Prefeitura de Porto Velho está realizando a campanha humanitária “O Rio Nos Une”, com o objetivo de arrecadar roupas em bom estado de conservação para auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação é coordenada pela Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMDC).

“As primeiras entregas serão destinadas às famílias ribeirinhas impactadas pela cheia nas regiões do alto, médio e baixo Madeira. Dependendo do volume arrecadado, também atenderemos famílias da capital”, explicou o superintendente da SMDC, Marcos Berti.

Os donativos podem ser entregues na sede da Defesa Civil Municipal, localizada na Rua Abunã, nº 2625. Caso o doador não possa comparecer ao local, uma equipe poderá realizar o recolhimento mediante solicitação pelo telefone (69) 99345-3486.

A iniciativa reforça o compromisso do município em apoiar famílias afetadas pela cheia dos rios, que enfrentam perdas materiais e dificuldades ao terem suas moradias atingidas.

“Solicitamos o apoio da população. Quem puder, contribua e ajude a reduzir o sofrimento das famílias em vulnerabilidade”, destacou Marcos Berti.

Fonte: Secretaria municipal de Comunicação (Secom)

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