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Prefeitura de Porto Velho envia para a Câmara de Vereadores projeto de lei para aprovação

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A Guarda Municipal é uma instituição presente em várias cidades brasileiras, e sua principal atribuição é proteger os cidadãos de forma preventiva. A criação da Guarda Municipal em Porto Velho é uma promessa de campanha da gestão do prefeito Léo Moraes, que está prestes a se tornar realidade. A Prefeitura enviou o projeto de lei para apreciação da Câmara dos Vereadores.

Léo Moraes reiterou o que disse em seu discurso de posse, em janeiro de 2025. “Nosso objetivo é que cada cidadão de Porto Velho sinta a presença solidária e eficiente do poder público em suas vidas de maneira prática e efetiva. A criação da Guarda Municipal é uma pauta nossa desde os meus tempos como vereador”, afirmou.

Em relação aos impactos positivos, a presença da Guarda Municipal nas comunidades contribui para fortalecer os laços entre a população e as autoridades de segurança. Isso gera confiança e segurança.

Léo Moraes destacou que esse é um compromisso assumido com a popuação

ESPAÇOS PÚBLICOS

Com a criação da Guarda Municipal, ressaltou o prefeito, a população terá mais segurança e efetivo monitoramento dos espaços públicos, além de campanhas educativas ostensivas. “Ficamos felizes, pois é um trabalho que temos há muitos anos quando tive a oportunidade de ser autor da lei quando fui vereador. Tenho certeza de que será um ganho para todos os munícipes. Sabemos que já existe em quase todas as capitais do Brasil e Porto Velho não pode ficar para trás. Nossa cidade tem de ter cara de capital e as pessoas têm de ter a certeza do sentimento de segurança”, afirmou.

Para o prefeito, a palavra de ordem é organização para Porto Velho evoluir cada vez mais. “Estou feliz, satisfeito e confiante de que logo teremos a aprovação para realizar o concurso público e todos estudem e se preparem porque as vagas estarão à disposição dos preparados”, finalizou.

Lei Complementar 1.003 permitirá que policiais militares, civis e penais prestem serviços extras

AVANÇOS NA SEGURANÇA

Em março, o prefeito Léo Moraes sancionou a Lei Complementar 1.003, instituindo a ajuda de custo para a Atividade Delegada Municipal. A legislação permitirá que policiais militares, civis e penais prestem serviços extras na cidade por meio de um convênio entre o município e o governo estadual. A iniciativa visa reforçar o policiamento e reduzir a criminalidade na capital. A implementação da Atividade Delegada é um marco no fortalecimento da segurança pública e abre caminho para a criação da Guarda Municipal armada.

“Esse é o início do nosso projeto de instalação da Guarda Municipal armada. Esses policiais darão a largada ao programa de segurança pública desenvolvido pela Prefeitura de Porto Velho, um compromisso da nossa gestão com o cidadão”, destacou.

Fonte: Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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Prefeitura emite nota e colabora com investigações sobre morte de adolescente no Lar do Bebê

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), informa o falecimento de uma adolescente ocorrido na tarde desta quarta-feira (18), na Unidade de Acolhimento Infantojuvenil Municipal, administrada pelo Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC).

O Município manifesta solidariedade aos familiares neste momento de dor.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou todos os atendimentos de saúde.

A Polícia Militar e a Polícia Técnico-Científica estiveram no local, realizaram os procedimentos periciais e registraram a ocorrência.

As investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte.

A Prefeitura está colaborando integralmente com as autoridades competentes e disponibilizando todas as informações necessárias ao esclarecimento dos fatos.

A gestão municipal reafirma seu compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa do ocorrido.

Prefeitura de Porto Velho, RO.

LEIA: Criança de 12 anos é encontrada morta no Lar do bebê

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STF reafirma correção do FGTS pelo IPCA e veta pagamento retroativo

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu reafirmar que as contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem ser corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação no país.

A decisão foi tomada em sessão do plenário virtual da Corte e publicada na última segunda-feira (16). 

O plenário confirmou entendimento de 2024, quando os ministros vetaram a correção das contas do FGTS pela Taxa Referencial (TR), que sempre foi utilizada para corrigir os depósitos e que tem valor próximo de zero.

Além disso, também ficou mantida a parte da decisão que validou a correção pelo IPCA somente a novos depósitos e proibiu a correção para valores retroativos que estavam depositados nas contas em junho de 2024, quando a Corte reconheceu o direito dos correntistas à correção pelo índice de inflação.

A Corte julgou um recurso de um correntista contra decisão da Justiça Federal da Paraíba que não reconheceu a correção retroativa do saldo pelo IPCA. 

Correção

Pela deliberação dos ministros, fica mantido o atual cálculo que determina a correção com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. A soma deve garantir a correção pelo IPCA. 

Contudo, se o cálculo atual não alcançar o IPCA, caberá ao Conselho Curador do FGTS estabelecer a forma de compensação. 

Durante a tramitação do processo, a proposta de cálculo foi sugerida ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU), órgão que representa o governo federal, após conciliação com centrais sindicais durante a tramitação do processo.

O caso começou a ser julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada em 2014 pelo partido Solidariedade. A legenda sustentou que a correção pela TR, com rendimento próximo de zero, por ano, não remunera adequadamente os correntistas, perdendo para a inflação real.

FGTS

Criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego, o fundo funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. No caso de dispensa sem justa causa, o empregado recebe o saldo do FGTS, mais multa de 40% sobre o montante.

Após a entrada da ação no STF, leis começaram a vigorar, e as contas passaram a ser corrigidas com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. No entanto, a correção continuou abaixo da inflação. 

Fonte: Agência Brasil

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Prefeitura abre edital para 12 eletropostos de carros elétricos

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), publicou o Edital de Chamamento Público nº 01/2026 para seleção de pessoa jurídica de direito privado, isoladamente ou em consórcio, com objetivo de outorgar Permissão de Uso Qualificada de espaços públicos municipais para implantação e operação de 12 estações de recarga rápida para veículos elétricos, na capital e nos distritos, sem ônus financeiro direto ao Município.

O edital busca ampliar a infraestrutura de eletromobilidade no município, com investimentos integralmente custeados pela futura permissionária, associados a contrapartidas ambientais, sociais, urbanísticas e de lazer.

O documento prevê a instalação de estações de recarga em Corrente Contínua, com potência de 30 kW (1 plug) ou 40 kW (2 plugs), conector padrão CCS2, eficiência mínima de 95,2% e sistema obrigatório de cobrança por leitura automática de placas.

Infraestrutura e contrapartidas

Além da infraestrutura elétrica, a empresa selecionada deverá cumprir contrapartidas operacionais e ambientais. Está prevista a cessão de uso, em regime de comodato, de um veículo 100% elétrico para cada dois eletropostos instalados, totalizando no mínimo seis veículos destinados à Sema.

Na área ambiental, o edital estabelece o fornecimento anual de 1.000 mudas de espécies nativas por estação instalada, com altura mínima de 60 centímetros, totalizando 12 mil mudas por ano. Também estão previstas contrapartidas de mobiliário urbano, com instalação de três mesas de concreto com quatro bancos cada e três conjuntos de lixeiras para coleta seletiva por local.

Nos distritos de Jaci-Paraná, União Bandeirantes e Extrema, a empresa deverá instalar e manter playground e academia ao ar livre, conforme especificações técnicas previstas no edital.

Modelo jurídico e vigência

O instrumento adotado será o de Permissão de Uso Qualificada, com prazo máximo de 10 anos, prorrogável uma única vez por igual período, a critério da Administração Pública. O modelo não gera direito à exclusividade, não assegura equilíbrio econômico-financeiro e não implica obrigação de remuneração pública.

A implantação e operação ocorrerão por conta e risco exclusivos da permissionária, que assumirá responsabilidade técnica, operacional, ambiental, civil e administrativa pelas estações.

O edital foi publicado no dia 13, com prazo para envio das propostas até 8 de abril, exclusivamente por meio eletrônico, conforme orientações disponíveis no site oficial da Sema. O resultado final e a homologação estão previstos para 29 de abril de 2026.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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