Polícia
PMRO Reforça Policiamento no Parque Estadual Guajará-Mirim
A Polícia Militar de Rondônia (PMRO) intensificou o policiamento no Parque Estadual de Guajará-Mirim neste final de semana, com o envio de reforços táticos e operacionais à região. A ação visa manter a ordem pública e impedir o retorno de invasores após a desocupação da área, determinada judicialmente.
A operação contou com a participação de diversas unidades da PMRO: Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), Batalhão de Operações Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque (BOCHOQUE), Batalhão de Policiamento Tático de Ação Rápida (BPTAR), 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), além do apoio aéreo do Núcleo de Operações Aéreas (NOA). A Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) também integrou a ação, reforçando a atuação conjunta dos órgãos de fiscalização ambiental.
Durante a operação, foram realizadas incursões em áreas de difícil acesso dentro do parque, fiscalização ambiental, comandos de abordagem em vias estratégicas e patrulhamentos preventivos, com o objetivo de inibir novas tentativas de ocupação irregular e garantir a integridade da unidade de conservação.

De acordo com o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, tenente-coronel PM Rainlison Baumann Lopes, o reforço policial tem caráter preventivo e garante o cumprimento da legislação ambiental. “Estamos atuando de forma firme e coordenada para assegurar que o Parque Estadual de Guajará-Mirim continue preservado. A presença ostensiva das forças de segurança e dos órgãos ambientais é fundamental para garantir a efetividade da decisão judicial e proteger essa importante área de conservação ambiental do estado”, destacou o comandante.

A PMRO continuará monitorando a região nos próximos dias, em cooperação com a SEDAM e outros órgãos competentes, reafirmando seu compromisso com a proteção ambiental, o cumprimento da lei e a segurança da população.
Fonte: PMRO
Polícia
Operação da Polícia Civil apreende adolescentes com ordens judiciais em aberto
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da delegacia especializada em casos envolvendo jovens (DEAAI), realizou nos dias 16 e 17 de março a Operação Ordo Iudicialis I. O objetivo foi cumprir ordens da Justiça para localizar adolescentes que precisam cumprir medidas educativas.
Durante os dois dias de trabalho, os policiais buscaram 10 jovens que possuíam ordens judiciais em aberto. Destes, 07 foram localizados e apreendidos. Os outros nomes que não foram encontrados em casa no momento da ação continuam sendo monitorados.
A ação serve para garantir que as decisões dos juízes sejam respeitadas e que os jovens que cometeram infrações recebam o acompanhamento previsto na lei.
A Polícia Civil reforça que o trabalho busca não apenas a segurança de todos, mas também a proteção e a correta orientação dos adolescentes, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Polícia pede prisão de tenente-coronel por morte de esposa PM
A Polícia Civil solicitou à Justiça, nesta terça-feira (17/3), a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. O pedido sucede a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele é o principal suspeito pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada baleada na cabeça no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.
A necessidade do pedido de prisão ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria cometido suicídio.
O dia do disparo
Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.
Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.
Socorristas e a cena no corredor
Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.
Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.
Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro
Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.
Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.
Visita de desembargador
As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.
Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi ao prédio e chegou a entrar no apartamento, acompanhado do oficial, após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.
Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.
Conclusão da perícia
Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.
Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.
O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Mãe denuncia, e jovem de 18 anos é detido por envolvimento com criança de 11 anos
Uma ocorrência de extrema gravidade mobilizou a Polícia Militar de Ji-Paraná na manhã desta segunda-feira (16). Um jovem de 18 anos foi detido no Segundo Distrito do município após ser denunciado por manter um relacionamento com uma criança de apenas 11 anos de idade. A denúncia partiu da mãe da vítima, que acionou as autoridades após descobrir a proximidade entre o rapaz e sua filha.
Segundo as informações, o suspeito é funcionário de uma empresa situada nas proximidades da residência da família. O contato entre os dois teria se intensificado nos momentos em que a mãe se ausentava para o trabalho, facilitando a aproximação do jovem. Relatos indicam que a situação havia escalado a ponto de a criança sair de casa escondida durante o período noturno para se encontrar com o investigado.
A descoberta do caso ocorreu devido à percepção da mãe, que notou alterações atípicas no comportamento da filha. Ao confrontar a menina em uma conversa franca, a mulher obteve a confirmação de que os encontros estavam ocorrendo de fato. Diante da revelação, a Polícia Militar foi chamada e se deslocou até o endereço profissional do suspeito, onde efetuou a detenção e o conduziu para a UNISP para o registro da ocorrência.
No depoimento inicial perante a Polícia Civil, o jovem negou ter tido relações sexuais com a menor, alegando que o envolvimento entre ambos se limitava a gestos de afeto, como beijos e abraços. No entanto, o caso agora segue para a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEAM), onde passará por uma investigação detalhada.
Vale ressaltar que a legislação brasileira é rigorosa em casos envolvendo menores de 14 anos: de acordo com o Artigo 217-A do Código Penal, qualquer ato libidinoso com vulnerável pode resultar em uma pena de reclusão que varia de oito a quinze anos.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Jornal Inforondonia
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