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Polícia

BARBARIDADE: Criança é encontrada morta em poço e principal suspeita é a mãe

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O cadáver estava jogado dentro do poço em uma propriedade rural sem moradores na 3ª Eixo, entre as Linhas 04 e 05, a cerca de 08 km da zona urbana de Cerejeiras. Por volta das 13:00h deste domingo, 18, o corpo do menino Alfredo Alves da Silva, que tinha menos de 03
anos.

Desde ontem, o sumiço do garoto vinha sendo divulgado nas redes sociais, mas o estado do corpo indica que ele pode ter morrido há mais de três dias. A madrasta de Alfredo está detida e é a principal suspeita de tê-lo atirado dentro do poço.

Segundo apurou a reportagem, a informação que levou a polícia a encontrar o garoto já sem vida foi dada pela irmã dele, uma menina de 12 anos, que apontou a madrasta como possível autora do assassinato.

Conforme informações ainda não confirmadas oficialmente, a mulher tinha o hábito de castigar a criança levando-a de moto até o sítio abandonado, onde ela era deixada sozinha.

Um perito da POLITEC de Vilhena foi até o local colher indícios que poderão confirmar se o menino foi mesmo assassinado. A necropsia revelará se ele morreu afogado ou se foi já estava sem vida ao ser atirado na água.

Fonte: Folha do Sul Online

1 Comment

1 Comment

  1. Keila

    19/02/2024 às 10:37

    É uma desgraçada uma pessoa dessa isso deveria ser tirado do meio da sociedade essa coisa deveria ser exterminada da face da terra cade a população pra fazer justiça com as próprias mãos

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Polícia

Homem é preso após incendiar casa com esposa e filhas dentro – VEJA O VÍDEO

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Policiais do 1º Batalhão, sob comando do sargento Rocha, prenderam na manhã desta terça-feira (17) um homem identificado como Toni G. S., de 39 anos, na Rua Ribeirão Preto, bairro Cuniã, em Porto Velho.

Ele é suspeito de atear fogo na residência da esposa, onde ela e as duas filhas estavam, na madrugada do último dia 11, no bairro Olaria, região central da capital.

Conforme relato da vítima, antes do crime o homem teria feito ameaças, afirmando que incendiaria o imóvel por não aceitar o fim do relacionamento. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto, e após a captura, foi encaminhado ao sistema penitenciário. Veja o vídeo;

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Polícia

Operação da Polícia Civil apreende adolescentes com ordens judiciais em aberto

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da delegacia especializada em casos envolvendo jovens (DEAAI), realizou nos dias 16 e 17 de março a Operação Ordo Iudicialis I. O objetivo foi cumprir ordens da Justiça para localizar adolescentes que precisam cumprir medidas educativas.

Durante os dois dias de trabalho, os policiais buscaram 10 jovens que possuíam ordens judiciais em aberto. Destes, 07 foram localizados e apreendidos. Os outros nomes que não foram encontrados em casa no momento da ação continuam sendo monitorados.

A ação serve para garantir que as decisões dos juízes sejam respeitadas e que os jovens que cometeram infrações recebam o acompanhamento previsto na lei.

A Polícia Civil reforça que o trabalho busca não apenas a segurança de todos, mas também a proteção e a correta orientação dos adolescentes, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Polícia pede prisão de tenente-coronel por morte de esposa PM

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A Polícia Civil solicitou à Justiça, nesta terça-feira (17/3), a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. O pedido sucede a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele é o principal suspeito pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada baleada na cabeça no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.

A necessidade do pedido de prisão ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria cometido suicídio.

O dia do disparo

Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.

Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.

Socorristas e a cena no corredor

Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.

Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.

Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro

Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.

Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.

Visita de desembargador

As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.

Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi ao prédio e chegou a entrar no apartamento, acompanhado do oficial, após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.

Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.

Conclusão da perícia

Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.

Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.

O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.

Fonte: Metrópoles

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