Geral
Privatização da BR-364: ANTT aprova relatório de projeto para concessão da principal rodovia de RO
O relatório do projeto para concessão da BR-364 em Rondônia foi aprovado nesta quinta-feira (8) pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em uma reunião em Brasília (DF). Os estudos sobre a concessão da BR-364 são feitos desde o ano passado, em um investimento previsto em R$ 5,4 bilhões.
No projeto aprovado pela diretoria está previsto a concessão de 686,7 km da BR-364 no estado, abrangendo trechos de Guaporé, Cocal, Ouro Preto do Oeste e Porto Velho.
A ANTT aprovou no projeto uma melhorias e ampliações da principal rodovia do estado, incluindo:
113,7 km de duplicações
- 200 km de faixas adicionais
- um contorno em Ji-Paraná (RO)
- e uma via de acesso ao Porto Novo, conhecida como “Expresso Porto”, totalizando 34,4 km de novas vias.
Segundo a Agência, a via de acesso ao Porto Novo busca “proporcionar acesso viário de qualidade ao porto e impulsionar o crescimento de Porto Velho e todo o estado”.
Próximos passos
Com a aprovação do relatório, o próximo passo da ANTT é encaminhar o projeto para análise do Ministério dos Transportes. Isso deve acontecer na semana que vem, após o carnaval.
Depois do Ministério dos Transportes, o projeto vai passar por avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU).
O projeto de concessão da BR-364 está no lote chamado Centro Norte 5 (CN5). São previstos R$ 5,4 bilhões de investimentos em 30 anos.
De acordo com o Ministério dos Transportes, os investimentos em logística devem proporcionar comodidade à população, além de agilizar o transporte da produção estadual e promover a conexão com diferentes regiões do Brasil, explica.
Geral
Buscas por vítimas da tragédia de Brumadinho são encerradas após sete anos e 268 corpos encontrados
Após 2.558 dias de trabalho ininterrupto, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais encerrou oficialmente as buscas por vítimas da tragédia provocada pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A operação é considerada a maior da história do Brasil em número de dias, recursos e pessoal empregado.
Ao longo de sete anos, mais de 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração foram vistoriados, resultando na localização de 268 vítimas. Duas pessoas seguem desaparecidas: o engenheiro mecânico Tiago Tadeu Mendes da Silva e a estagiária Nathália de Oliveira Porto Araújo.
Segundo o Corpo de Bombeiros, 100% da área atingida pela lama foi completamente examinada. A previsão é que todos os equipamentos utilizados nas buscas sejam retirados até a primeira quinzena de fevereiro.
Mais de 5 mil militares participaram da operação, que contou com apoio de corporações de outros estados. As buscas envolveram 31 aeronaves, mais de 1.600 horas de voo, o trabalho de 68 cães e a utilização de cerca de 120 máquinas pesadas.

O tenente Henrique Barcellos, porta-voz da corporação, destacou o impacto humano e institucional da operação. Segundo ele, encerrar as buscas traz o sentimento de dever cumprido, mas também de profunda transformação para os bombeiros envolvidos. “Brumadinho foi uma das maiores materializações do nosso propósito de salvar e valorizar vidas”, afirmou.
A lama liberada com o rompimento da barragem atingiu aproximadamente 290 hectares, destruindo estruturas da mineradora, imóveis, plantações e contaminando o Rio Paraopeba.
As estratégias de buscas evoluíram ao longo dos anos. Inicialmente, o foco era o resgate de sobreviventes. A última etapa, iniciada no fim de 2021, utilizou estações de peneiramento para separar rejeitos de possíveis fragmentos humanos e objetos pessoais.

Apesar do encerramento das buscas pelos bombeiros, o trabalho não está totalmente concluído. A Polícia Civil de Minas Gerais segue analisando segmentos humanos ainda não identificados. A última vítima localizada foi Maria de Lurdes da Costa Bueno, de 59 anos, em fevereiro de 2025.
A tragédia deixou oficialmente 270 mortos, incluindo duas gestantes. Sete anos depois, duas famílias ainda aguardam respostas.
Geral
Nova 364 alerta para possível manifestação na BR-364, em Cujubim
Nesta terça-feira (27), há previsão de manifestação no km 563 da BR-364, em Cujubim, relacionada a pautas do setor do agronegócio, temas que não integram o escopo da concessão rodoviária.
A Nova 364 reconhece a importância do diálogo e das manifestações como forma legítima de expressão da sociedade.
A Concessionária acompanha a situação em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), adotando medidas de sinalização e orientação aos motoristas, com foco na segurança dos usuários e na redução de impactos no tráfego.
A Nova 364 reforça seu compromisso com a segurança viária e com a manutenção do fluxo da rodovia.
Assessoria Nova 364
Créditos: Imagem ilustrativa
Geral
Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27).

A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos.
Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14.
No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período.
A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata.
Preço nas bombas
O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.
Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.
Diesel
A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período.
Fonte: Agência Brasil
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