Polícia
Perseguição policial termina com apreensão de mais de 276 quilos de drogas
Uma operação conjunta realizada na tarde desta quinta-feira, 4, resultou na apreensão de mais de 276 quilos de entorpecentes e na prisão de quatro suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e organização criminosa em Ji-Paraná. A ação contou com a atuação integrada da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), PATAMO, Força Tática, Núcleo de Inteligência do 2º BPM e Agência de Inteligência do CRP II.
A operação foi desencadeada após informações produzidas pelos órgãos de inteligência apontarem que uma residência localizada no bairro Parque São Pedro estaria sendo utilizada para armazenar uma grande carga de drogas oriunda da região de fronteira e vinculada a uma facção criminosa. Segundo as investigações, os responsáveis pelo carregamento estariam armados para garantir a segurança da carga ilícita e dificultar possíveis ações policiais.
Durante a aproximação das equipes ao imóvel monitorado, uma caminhonete deixou o local. Ao receber ordem de parada, o condutor teria lançado o veículo contra policiais e uma viatura, provocando danos no automóvel oficial e colocando em risco a integridade dos agentes. Diante da agressão, os policiais efetuaram disparos para cessar a ameaça, porém os ocupantes continuaram a fuga.
Enquanto parte das equipes acompanhava a caminhonete, outros policiais realizaram buscas na residência alvo da operação. No local foram encontrados diversos tabletes de maconha e pasta base de cocaína, além de balanças de precisão, aparelhos celulares danificados e outros objetos relacionados à investigação.
A perseguição terminou nas proximidades do Rio Machado, quando a caminhonete saiu da via e caiu de um barranco de aproximadamente cinco metros de altura. Os ocupantes abandonaram o veículo e tentaram escapar por uma área de mata e lamaçal, mas acabaram localizados e presos após intensas diligências.
Na caçamba da caminhonete, os policiais encontraram mais sacos contendo entorpecentes. Durante os trabalhos, também foram apreendidos veículos utilizados pelos suspeitos, documentos, joias, aparelhos celulares e materiais que podem ter ligação com a atividade criminosa.
Após a pesagem oficial, foram contabilizados aproximadamente 267,7 quilos de maconha e 8,4 quilos de pasta base de cocaína, totalizando mais de 276 quilos de drogas apreendidas. Segundo os militares, a quantidade expressiva dos entorpecentes, associada às informações de inteligência e à estrutura identificada durante a operação, reforça os indícios de atuação de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas em larga escala.
Os suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Polícia Federal de Ji-Paraná, juntamente com os veículos, objetos e entorpecentes apreendidos, para as providências cabíveis.
A ação integrada permitiu interromper um importante fluxo de distribuição de drogas, enfraquecer a atuação do crime organizado na região e preservar a segurança da população, demonstrando a eficiência do trabalho conjunto entre os setores de inteligência e as equipes operacionais.

Fonte: Polícia Militar
Polícia
Burger King é condenado por mandar funcionária emagrecer para usar uniforme
A Zamp S.A., responsável pela rede de restaurantes Burger King, foi condenada a pagar indenização por danos morais e a rescindir indiretamente o contrato de uma funcionária que não recebeu um uniforme adequado ao seu corpo e passou a ser alvo de comentários depreciativos. A decisão foi proferida pela 20ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) em 13 de agosto e divulgada nessa quinta-feira (3/9).
Segundo o processo, a ex-coordenadora de turno — que trabalhava na unidade do Shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo — afirmou que a empresa forneceu os uniformes e exigiu o uso das peças, mas não entregou roupas adequadas às características físicas dela. Para conseguir trabalhar, ela contratou uma costureira para fazer modificações na calça, como remendos triangulares na parte de trás.
No entanto, a mudança teria virado motivo de piadas entre colegas e até da gerência. Segundo testemunhas, a chefe chegou a dizer que a trabalhadora deveria emagrecer para conseguir vestir o uniforme.
Nos autos, a empresa negou discriminação ou gordofobia e afirmou que a demora no fornecimento do uniforme foi uma falha operacional. Segundo a defesa, eventuais comentários ofensivos teriam sido feitos de forma isolada por colegas, sem conhecimento ou omissão da companhia.
A Zamp também contestou a rescisão indireta e afirmou que o pedido de demissão foi válido.
Decisão
Para o juiz-relator João Forte Júnior, a atitude demonstrou “desprezo da superiora hierárquica pela reclamante e uma completa inversão de valores, no sentido de que a trabalhadora deveria se adaptar ao uniforme e não o uniforme ser adequado à trabalhadora”.
A Justiça reconheceu dano moral e considerou a conduta grave o suficiente para determinar a rescisão indireta do contrato, garantindo à funcionária direitos semelhantes aos de uma demissão sem justa causa.
Além disso, determinou o pagamento de adicional de insalubridade de 20% sobre o salário-mínimo, horas extras, intervalo não usufruído integralmente, vale-refeição e R$ 3.150 de Participação de Lucros e Resultados (PLR).
O Tribunal também elevou para R$ 150 mil o valor provisório da condenação. O montante ainda será recalculado na fase de liquidação do processo.
A trabalhadora, por outro lado, foi condenada por litigância de má-fé após a Turma concluir que seu recurso atribuía às testemunhas da empresa declarações que não foram feitas na audiência. A multa foi fixada em 30% sobre o valor da causa. Ela também recebeu multa de 2% por uma reclamação considerada desnecessária.
O processo ainda não foi encerrado e aguarda a análise de pedidos e recursos apresentados pelas partes.
Em nota à coluna, o Burger King informou que a segurança, o acolhimento e o respeito são inegociáveis. “A empresa acompanha o desfecho do caso e reafirma que situações como a relatada não refletem os valores nem as diretrizes internas da Companhia.”
Fonte: Metrópoles
Polícia
Quase uma tonelada de drogas é incinerada pela Polícia Civil
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Guajará-Mirim, realizou, (3), a incineração de mais de 645 quilos de substâncias entorpecentes apreendidas durante ações de combate ao tráfico de drogas na região de fronteira.
Ao todo, foram destruídos 645.517,24 gramas de entorpecentes, retirados definitivamente de circulação. A ação representa mais um resultado do trabalho de investigação e repressão ao tráfico de drogas realizado pela Polícia Civil no município.
A incineração, realizada conforme os procedimentos legais, impede que as substâncias retornem ao mercado ilegal e contribui para enfraquecer a cadeia de distribuição e o financiamento de atividades criminosas.
Em uma região de fronteira, a atuação permanente das forças de segurança é fundamental para identificar e combater crimes relacionados ao tráfico de drogas. A apreensão e posterior destruição dos entorpecentes demonstram a efetividade do trabalho policial na repressão qualificada à criminalidade.
Além de retirar uma grande quantidade de drogas de circulação, a ação representa prejuízo às estruturas responsáveis pela distribuição e comercialização de entorpecentes, contribuindo para a proteção da população.
A Polícia Civil de Rondônia ressalta seu compromisso com a segurança da sociedade e com o enfrentamento ao tráfico de drogas, por meio de ações contínuas de investigação, repressão e combate à criminalidade em todo o estado.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Veículo furtado em Manaus é encontrado em balsa com destino a Porto Velho
Um veículo com registro de furto ou roubo foi apreendido pela Polícia Civil de Rondônia na noite de quarta-feira (3), durante uma fiscalização realizada em uma balsa no bairro Balsa, em Porto Velho.
De acordo com as informações policiais, o automóvel havia saído de Manaus (AM) e estava sendo transportado por via fluvial com destino à capital rondoniense. A equipe da Delegacia Especializada em Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA) realizou diligências após receber informações sobre a possível presença do veículo irregular na embarcação.
Durante a abordagem, os policiais localizaram um Chevrolet Onix Plus, de cor azul. Após a consulta aos sistemas de segurança e a conferência dos elementos de identificação do automóvel, foi constatada uma restrição relacionada a furto ou roubo.
O carro foi retirado da embarcação e encaminhado à DERFRVA, onde foram adotados os procedimentos previstos para o caso.
As investigações continuam para esclarecer quem estava responsável pelo veículo, as circunstâncias do transporte e qual seria a possível destinação do automóvel.
