Polícia
Homem é preso com drogas durante operação na fronteira
Na sexta-feira, 23, por volta das 7 horas, a Polícia Militar de Rondônia, em Operação Integrada de Policiamento Preventivo e Repressivo “Brasil Contra o Crime Organizado”, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, na região de portos clandestinos, nas proximidades do Porto Pérola, em Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, visualizou o conduzido F.A. M., recebendo duas caixas de papelão de indivíduos conhecidos como “canoeiros”, responsáveis pela travessia ilegal entre Brasil e Bolívia, conhecido pela alcunha “Xinu”.
De acordo com a PM, após receber as caixas, o homem as acondicionou no interior do veículo FIAT/DOBLÔ. Diante da suspeita em razão do volume e circunstâncias da entrega, foi realizada abord agem ao conduzido.
No conteúdo das caixas de papelão, foram encontrados 15 (quinze) tabletes de substância entorpecente análoga à maconha, pesando aproximadamente 14,800 kg, bem como 01 (um) tablete de substância entorpecente análoga à cocaína, pesando aproximadamente 1,100 kg.
Ao ser indagado acerca do material entorpecente, ele relatou que apenas estaria guardando a droga para posterior despacho em outra embarcação do tipo “voadeira”, com destino à localidade denominada “Surpresa”. Ressalta-se que não foi possível realizar a abordagem do indivíduo conhecido pela alcunha “Xinu”, tendo em vista que este empreendeu fuga rapidamente pelo rio, retornando ao território boliviano.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão do acusado pelo crime de tráfico internacional de entorpecentes, sendo também realizada a apreensão do veículo FIAT/DOBLÔ, placa FSE7C**.
Ele e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal, onde permaneceram à disposição da Justiça.
A ação contou com a participação de efetivos dos Comandos Regionais de Policiamento I, II, III e IV, por meio da equipe da Força Tática do 1º BPM, bem como do Comando de Policiamento Especializado, através do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), além do apoio do Núcleo de Inteligência do 1º BPM, 5º BPM e BPFRON.

Fonte: Polícia Militar
Polícia
Homem é encontrado morto dentro de residência na zona Leste
Um homem ainda não identificado foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira dentro de uma residência localizada na rua Gilberto Freire, no bairro Esperança da Comunidade, zona Leste de Porto Velho.
De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, a vítima foi localizada por familiares já caída no interior do imóvel, em meio a uma grande quantidade de sangue. O homem teria deixado recentemente o sistema prisional, há cerca de três dias, após cumprir período no presídio.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e confirmou o óbito no local. Em seguida, a Polícia Militar esteve na residência, realizou o isolamento da área e garantiu a preservação do cenário para os trabalhos da Perícia Criminal.
Até o momento, não há informações sobre a causa da morte. O caso será investigado pelas autoridades competentes para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
Matéria em Atualização
Polícia
PF deflagra operação contra fraude bancária em Porto Velho
A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (25/5), a Operação Fraus Pecuniária, para combater a utilização de documentos falsificados na abertura irregular de contas bancárias e na contratação fraudulenta de empréstimos junto à Caixa Econômica Federal, em Porto Velho.
Policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão, autorizados pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia em endereços vinculados aos investigados, com o objetivo de localizar documentos, dispositivos eletrônicos e demais elementos probatórios relacionados às condutas ilícitas. As medidas decorrem de três inquéritos policiais instaurados separadamente, com alvos distintos, cujas investigações revelaram conexão entre os grupos investigados e o mesmo esquema de fraudes bancárias.
As investigações foram iniciadas a partir de comunicação encaminhada pela Caixa Econômica Federal à Polícia Federal e identificaram indícios de pessoas ligadas a um correspondente bancário.
Com o aprofundamento das apurações, foram constatadas movimentações financeiras incompatíveis com o perfil econômico dos investigados. As transações atípicas somaram, aproximadamente, R$ 34 milhões no período compreendido entre 2021 e 2024.
Os investigados poderão responder pelos crimes de uso de documento falso, de falsidade ideológica e de estelionato. O material apreendido, incluindo dispositivos eletrônicos, documentos e registros financeiros, serão analisados pela delegacia responsável.

Fonte: Polícia Federal
Polícia
Grupo dá golpe na Caixa e movimenta R$ 34 milhões em três anos
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta segunda-feira (25/5), a Operação Fraus Pecuniária para combater esquema de fraudes bancárias envolvendo a utilização de documentos falsificados na abertura irregular de contas e na contratação fraudulenta de empréstimos na Caixa Econômica Federal, em Porto Velho (RO).
Ao todo, policiais federais cumprem 10 mandados de busca e apreensão autorizados pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia. As diligências ocorrem em endereços ligados aos investigados.
Segundo a PF, as medidas são resultado de três inquéritos policiais instaurados separadamente, com alvos distintos, que apontaram conexões entre os grupos investigados e um mesmo esquema criminoso de fraudes contra instituições bancárias.
As apurações começaram após comunicação feita pela Caixa Econômica Federal à Polícia Federal. A partir das informações, os policiais identificaram indícios da participação de pessoas ligadas a um correspondente bancário.
Além disso, foram constatadas movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada pelos suspeitos. De acordo com os investigadores, as transações consideradas atípicas somaram cerca de R$ 34 milhões entre os anos de 2021 e 2024.
A corporação informou que o material apreendido durante a operação, incluindo documentos, dispositivos eletrônicos e registros financeiros, será encaminhado para análise da delegacia responsável pelo caso.
Os investigados poderão responder pelos crimes de uso de documento falso, falsidade ideológica e estelionato.
Fonte: Metrópoles
