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Polícia

PM apreende 50 galões de agrotóxicos contrabandeados em Rondônia

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Uma ação integrada das forças de segurança resultou na apreensão de 50 galões de agrotóxicos irregulares e na prisão de três suspeitos em Novo Horizonte do Oeste, interior de Rondônia. A ocorrência aconteceu durante a operação “Brasil Contra o Crime Organizado”, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com a Polícia Militar, informações apontavam que indivíduos transportavam defensivos agrícolas contrabandeados da Bolívia pela RO-010. As equipes realizaram diligências e conseguiram abordar os veículos no cruzamento da RO-010 com a RO-135.

Durante a operação, foi abordado F. N. S. B., que conduzia um VW Polo branco e, segundo a polícia, atuava como “batedor”. No carro foram encontradas oito calças de marcas diversas. Já A. S. P. conduzia uma Toyota Hilux preta, onde foram localizados 17 galões de 20 litros do defensivo agrícola DEFOLAR 27,6.

Outra caminhonete Toyota Hilux branca, também registrada em nome de A. S. P., foi encontrada nas proximidades contendo mais 33 galões do mesmo produto. O suspeito se recusou a informar quem conduzia o veículo, mas, por meio de imagens de câmeras de segurança, os policiais localizaram E. H. R. S. P. em uma borracharia próxima.

Segundo a PM, o suspeito confirmou que dirigia a caminhonete e revelou ter escondido a chave do veículo no banheiro do estabelecimento. Durante a ocorrência, celulares, equipamentos Starlink, folhas de cheque e um drone também foram apreendidos.

Ao todo, três veículos foram apreendidos e três pessoas presas. Todo o material, juntamente com os suspeitos, foi encaminhado para a UNISP de Nova Brasilândia D’Oeste.

A Polícia Militar alertou para os riscos dos agrotóxicos irregulares, destacando que produtos não autorizados podem causar intoxicações graves, contaminar alimentos e provocar doenças sérias, inclusive câncer. Participaram da ação equipes dos CRPs I, II, III e IV, BPFRON, Canil do 2º BPM, Núcleos de Inteligência e Polícia Rodoviária Federal.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

Megaoperação contra facção termina com prisões e apreensão de arsenal em Porto Velho

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A Operação Audácia XI, deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (7), em Porto Velho, já apresenta os primeiros resultados com a prisão de suspeitos e a apreensão de armas de fogo e uma grande quantidade de munições.

A ofensiva é coordenada pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), e conta com a participação das polícias Militar, Civil, Federal e Penal.

As equipes atuam no cumprimento de mandados judiciais em diferentes pontos da capital, incluindo condomínios populares que vinham sendo monitorados por suspeita de ligação com integrantes de uma organização criminosa. A operação tem como objetivo combater o avanço do crime organizado, com foco no tráfico de drogas, no combate ao armamento ilegal e na desarticulação da estrutura financeira e operacional do grupo investigado.

Durante as diligências realizadas nesta terça-feira, os agentes encontraram armamentos e um expressivo volume de munições. O material apreendido, juntamente com os suspeitos presos, foi encaminhado para a Central de Polícia, onde a ocorrência será formalizada.

A Operação Audácia XI continua em andamento e novas ações ainda devem ser realizadas ao longo do dia. O balanço oficial, contendo o número de prisões, armas apreendidas e demais resultados da operação, será divulgado pelo Ministério Público após a conclusão das primeiras diligências.

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Polícia

MP denuncia motorista por acidente que matou motociclista em Rondônia

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou um motorista pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio, após uma ocorrência no trânsito ocorrida na noite de 15 de junho, em Vilhena. Segundo a denúncia apresentada pela 4.ª Promotoria de Justiça, o investigado conduzia um carro sob efeito de álcool, em velocidade incompatível com a via, quando atingiu uma motocicleta ocupada por um casal. O homem morreu e a mulher ficou gravemente ferida. O MPRO sustenta que o denunciado assumiu o risco de causar as mortes ao dirigir nessas condições.

Dinâmica dos fatos

De acordo com a denúncia, o casal havia acabado de sair do estacionamento de um estabelecimento comercial e seguia pela Avenida Marechal Rondon quando foi atingido na traseira pelo automóvel conduzido pelo denunciado. Após a colisão, a motocicleta ficou presa sob o carro, enquanto os ocupantes foram lançados ao chão. Em seguida, um caminhão que trafegava no sentido contrário não conseguiu evitar o atropelamento do condutor da motocicleta. A vítima morreu após dar entrada no Hospital Regional de Vilhena. A passageira sofreu ferimentos graves e sobreviveu após receber atendimento médico.

Fuga e prisão

Ainda conforme o Ministério Público, o motorista deixou o local sem prestar socorro às vítimas. Ele foi localizado por policiais militares enquanto tentava fugir por terrenos próximos à avenida. Segundo a denúncia, o investigado resistiu à abordagem, entrou em luta corporal com os policiais e causou lesão em um deles antes de ser contido.

Os policiais também registraram que o motorista apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora, como dificuldade de equilíbrio, fala alterada, odor de álcool e comportamento agressivo. O denunciado recusou-se a realizar o teste do etilômetro, conhecido como teste do bafômetro, exame que mede a presença de álcool no organismo por meio do ar expirado.

Acusação

Na denúncia, o MPRO afirma que o motorista agiu com dolo eventual. Isso significa que, para o Ministério Público, ele assumiu o risco de provocar a morte ao dirigir embriagado e em alta velocidade. Também sustenta que as vítimas não tiveram possibilidade de evitar a colisão, pois foram surpreendidas pelo impacto na traseira da motocicleta.

O Ministério Público requer o recebimento da denúncia, o processamento do caso pelo Tribunal do Júri e a fixação de indenização mínima de R$ 50 mil para cada vítima, pelos danos materiais e morais apontados na ação penal.

Fonte: MPRO

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PF deflagra operação contra extração ilegal de madeira e minério em terras indígenas de RO

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7/7), a Operação Acesso Facilitado, com objetivo de combater a extração ilegal de madeira e de minérios nas Terras Indígenas Roosevelt e Parque Aripuanã, na região de Espigão d’Oeste. A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal e contou com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

A investigação apura um grupo criminoso voltado à retirada e à comercialização de madeiras e à extração de minério em terras da União. As diligências indicam que dois investigados atuavam como facilitadores do esquema, permitindo a entrada de exploradores no território mediante o recebimento de vantagens pecuniárias.

A ação busca reunir documentos, aparelhos eletrônicos e registros financeiros que esclareçam a dimensão do grupo.

Os investigados poderão responder por extração ilegal de recursos florestais em terras públicas, usurpação de bem da União, associação criminosa e lavagem de capitais.

Fonte: Polícia Federal

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