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Fabricante de brinquedos Estrela entra com pedido de recuperação judicial
A Estrela, fabricante de brinquedos clássicos como Banco Imobiliário, Autorama, Falcon, Genius, Susi, Comandos em Ação e Super Massa, informou nesta quarta-feira (20) que entrou com pedido de recuperação judicial em conjunto com empresas de seu grupo econômico.
O pedido foi protocolado na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve oito empresas do Grupo Estrela, incluindo a própria Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos. A empresa não informou o valor da dívida.
Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a recuperação judicial tem como objetivo reorganizar o endividamento e preservar a continuidade das operações, além de manter empregos e a geração de valor para clientes, fornecedores e acionistas.
Segundo a empresa, o cenário econômico dos últimos anos pressionou a estrutura financeira do grupo.
Entre os motivos apontados pela empresa estão os juros altos, a maior dificuldade para conseguir empréstimos e a mudança nos hábitos dos consumidores, que passaram a gastar mais com opções digitais, como jogos e entretenimento online.
A Estrela destacou que continuará operando normalmente durante o processo.
Pela legislação brasileira, a administração da empresa permanece à frente das atividades enquanto o plano de recuperação é elaborado e submetido aos credores.
A companhia informou ainda que apresentará futuramente um Plano de Recuperação Judicial, que precisará ser aprovado pelos credores para viabilizar a reestruturação financeira do grupo.
Marca ajudou a moldar o mercado brasileiro de brinquedos
Fundada em 1937, a fabricante de brinquedos Estrela se consolidou como uma das marcas mais conhecidas do setor no Brasil, com produtos que marcaram diferentes gerações de consumidores.
A empresa começou como uma pequena fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira. Ao longo das décadas, ampliou sua linha de produtos e lançou brinquedos que se tornaram populares no país, como Banco Imobiliário, Autorama, Falcon, Genius, Susi, Comandos em Ação e Super Massa.
Nos anos 1940, a companhia lançou o Banco Imobiliário, que se transformou em um dos jogos de tabuleiro mais conhecidos do mercado brasileiro.
Em 1944, também se tornou uma das primeiras empresas do país a abrir capital na bolsa. Nas décadas seguintes, fortaleceu sua presença no setor com bonecas, brinquedos eletrônicos e carrinhos de controle remoto, acompanhando tendências do entretenimento infantil e da cultura popular.
Um dos episódios mais marcantes da trajetória da empresa ocorreu no fim dos anos 1990, com o encerramento da parceria com a fabricante americana Mattel.
Durante cerca de 30 anos, a Estrela produziu e vendeu a boneca Barbie no Brasil. Após o fim do acordo, a companhia relançou a boneca Susi, que estava fora do mercado havia mais de dez anos, em uma tentativa de recuperar espaço entre os consumidores brasileiros.
A empresa também enfrenta há anos uma disputa judicial com a americana Hasbro. A multinacional cobra royalties relacionados à venda de cerca de 20 brinquedos no Brasil, entre eles o tradicional Banco Imobiliário.
Atualmente, a Estrela mantém operações industriais em São Paulo, Minas Gerais e Sergipe, além de um escritório central na capital paulista.
Nos últimos anos, porém, a companhia passou a enfrentar dificuldades financeiras em meio às mudanças no mercado de brinquedos, pressionado pelo avanço dos jogos digitais e pela transformação dos hábitos de consumo das crianças.
Fonte: G1
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Remessa da marca de Kim Kardashian é apreendida com 90 kg de cocaína
Um homem que transportava um carregamento da Skims, marca de roupas da socialite Kim Kardashian, foi flagrado contrabandeando cerca de 90 kg de cocaína escondidos entre as peças. Ele levava da Holanda à Inglaterra 28 paletes de produtos da etiqueta e cerca de R$ 45 milhões em drogas. Nesta semana, o criminoso, um polonês de 40 anos, recebeu a sentença.
Contrabando milionário
Em setembro de 2025, o caminhoneiro polonês Jakub Jan Konkel foi preso em flagrante ao transportar 90 pacotes de cocaína escondidos entre embalagens da marca de underwear de Kim Kardashian. Ele foi pego durante inspeção de raio-x feita por agentes da alfândega do porto de Harwich, no sudeste da Inglaterra, ao chegar de balsa dos Países Baixos.

Em comunicado, a Agência Nacional de Combate ao Crime (NCA) do Reino Unido revelou que “a carga era completamente legal e nem o exportador nem o importador estavam envolvidos com tráfico, mas um esconderijo havia sido criado no revestimento das portas traseiras do caminhão”.

Após negar envolvimento com o contrabando, o motorista do caminhão confessou ter transportado as drogas em troca de US$ 5 mil, aproximadamente R$ 25 mil na cotação atual.
Na última segunda-feira (18/5), o caso foi julgado e o réu recebeu a sentença de 13 anos e seis meses de prisão por um tribunal em Chelmsford, no sudeste da Inglaterra.

Empresa de Kim Kardashian se manifesta
Após a divulgação do caso, a Skims se manifestou e afirmou não ter qualquer ligação com o motorista, o caminhão ou a operação de contrabando. A empresa alega que não tinha conhecimento da atividade criminosa, e os investigadores concordam que o transporte das roupas não era ilegal. Não há provas que liguem a marca às ações do motorista.

Fonte: Metrópoles
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Virginia rebate acusações de racismo e nega indireta a Vini Jr – VEJA VÍDEO
A influencer Virginia Fonseca se pronunciou na manhã desta terça-feira (20/5) após ser acusada de incitar ataques racistas contra Vini Jr.
A influenciadora Virginia Fonseca quebrou o silêncio e se manifestou nas redes sociais após ser acusada de incitar ataques racistas contra o ex-namorado, o jogador de futebol Vini Jr. Ontem, a famosa apareceu beijando um macaco durante uma viagem à Dubai, o que acabou gerando críticas na internet; veja vídeo
Negou indireta
Nos stories do Instagram, Virginia se desculpou e afirmou que não fez o vídeo na intenção de ofender ou humilhar o jogador do Real Madrid:
“Eu sempre fui nesse zoológico, ano passado eu estava lá com meus filhos (…) Interpretaram o vídeo de forma totalmente errada, jamais na minha vida eu fiz na intenção de ofender alguém, isso nunca passou pela minha cabeça, eu sempre estive com o Vini na luta contra o racismo”
Ela seguiu: “Eu jamais faria algo, em hipótese alguma, para humilhar ele, pra ofender, isso não faz parte do meu caráter. Eu tô passando aqui pra pedir perdão mesmo pra quem se sentiu ofendido, mas saiba que é algo que eu sempre fiz”, reforçou a famosa.
Polêmica
Na viagem internacional aos Emirados Árabes, Virginia visitou um zoológico e gravou stories ao lado de um macaco. Num dos vídeos, a influenciadora aparece beijando o animal, que retribui com um beijo. “Nossa, que pegada foi essa?”, elogia a famosa na gravação.
Não demorou para que a atitude da empresária repercutisse de forma negativa nas redes sociais. Em plataformas como o Instagram e X, antigo Twitter, internautas apontaram que a atitude de Virginia Fonseca seria uma indireta ao ex-namorado, Vini Jr., jogador do Real Madrid e da Seleção Brasileira.
Muitos acusaram a famosa de racismo: “Racista de merda. Isso é indireta pro Vini Jr. Essa bolsonarista imunda não presta”, escreveu Pedro Gilvich. “Claramente ela sabia, pois nunca havia postado algo nem de longe parecido, ela foi vingativa e usou o ponto que mais incomoda ele e tem gente achando que ela tá sendo super fodona”, disse Kaiam Martins.
“Achei nojento em todos os sentidos. Mas ela vive disso e tá todo mundo aqui comentando, inclusive eu”, comentou Isabela Galvão. “QUE PORRA É ESSA? Não venham fingir que a intenção dela não foi ser racista com o Vini Jr. Bixa vagabunda trambiqueira”, detonou Thiago Silva. “Só digo uma coisa: ela não faz nada sem querer”, afirmou Aline Favacho.
Fonte: Metrópoles
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Ex-prefeito forjou o próprio sequestro para pagar dívida de R$ 4 mil
O ex-prefeito de Uruaçu, Lourenço Pereira Filho, conhecido como “Lourencinho”, foi preso nessa terça-feira (19/5), em Goiânia, suspeito de simular o próprio sequestro para extorquir R$ 4 mil da própria família. O dinheiro seria para pagar uma dívida. Além dele, Cláudio Eduardo Noronha, de 52, foi detido como comparsa.
Segundo o delegado William Bretz da Polícia Civil de Goiás, responsável pelo caso, o ex-prefeito havia desaparecido em 14 de maio, quando um homem entrou em contato com os familiares afirmando que só revelaria o paradeiro de Lourenço após o pagamento de R$ 4 mil.
A polícia apurou que Cláudio e Lourenço são amigos e investiga a suspeita de que tenham se aproveitado da situação para obter dinheiro da família e quitar uma dívida.
Entenda o falso sequestro
- Após o contato do suspeito, a família combinou o resgate com a polícia.
- As equipes policiais marcaram então um ponto de encontro para a entrega do dinheiro ao suposto sequestrador.
- No local, os agentes prenderam Cláudio em flagrante. Ele, por sua vez, acabou indicando o apartamento no setor União onde Lourenço estava escondido.
- Quando chegaram, os policiais constataram que o ex-prefeito não sofria qualquer ameaça nem estava impedido de sair.
- Com isso, a polícia caracterizou a situação como uma armação dos dois para extorquir os próprios parentes de Lourenço.
Após diligências, os policiais localizaram o suspeito, que indicou o local onde Lourenço estava. Durante a apuração dos fatos, surgiu a suspeita de que o suposto sequestro teria sido forjado.
Lourenço e o homem que exigiu o pagamento podem ser investigados por extorsão majorada pelo concurso de pessoas.

Fonte: Metrópoles
