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Polícia

MPF obtém condenação de homem que aliciou crianças para obter imagens de abuso sexual

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O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação de um homem por armazenar mais de dois mil arquivos de abuso sexual infantil e compartilhar o material pela internet. Ele também foi condenado por aliciar duas crianças por meio das redes sociais, induzindo-as a enviar imagens em poses sexuais. A Justiça Federal de São José de Campos (SP) fixou a pena em 21 anos e 10 meses de reclusão, em regime fechado, e determinou que o réu permaneça preso preventivamente.

O caso começou a ser investigado a partir de relatórios enviados pelo National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC) que demonstravam o compartilhamento de arquivos de abuso sexual infantil e o aliciamento de menores por meio de redes sociais.

Em outubro de 2025, ao cumprir mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, em Jacareí, no interior de São Paulo, a Polícia Federal localizou um aparelho celular que continha 1.144 imagens e 943 vídeos com cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. O homem, preso em flagrante, chegou a guardar o telefone dentro de um cano de água para escondê-lo dos policiais. Para a Justiça, essa conduta demonstra que ele sabia sobre a “ilicitude do conteúdo armazenado”.

Disseminação na rede – A análise do aparelho revelou que centenas de arquivos de abuso sexual infantil foram compartilhados com outros usuários por meio de diferentes plataformas, como Facebook, Telegram, Instagram e Zangi. A disseminação do material ocorreu ativamente entre agosto de 2024 e outubro de 2025.

Além disso, mensagens localizadas no celular do réu mostraram que ele aliciou duas crianças pelo Instagram e WhatsApp, fingindo ser um menino de 12 anos para ganhar a confiança das vítimas. Em uma das conversas, o homem instigou a criança, de apenas 9 anos, a enviar imagens e vídeos pornográficos com a promessa de receber moedas utilizadas em jogos online. No outro caso, ele realizou diversos comentários de caráter sexual e buscou induzir a vítima de 11 anos a enviar imagem de seu órgão genital.

O réu foi denunciado pelo MPF e, agora, condenado pelos crimes previstos nos artigos 241-A, 241-B e 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Fonte: MPF

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Polícia

Jovem morre atropelado na BR-364

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Um grave acidente com vítima fatal foi registrado na tarde deste sábado (16), na BR-364, após a passarela da antiga Faculdade Faro, sentido Porto Velho.

Segundo as primeiras informações, o jovem Ednilson Araújo Trindade, de 27 anos, foi atropelado enquanto atravessava na faixa. O impacto foi violento, e a vítima morreu ainda no local antes da chegada do socorro.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram na região realizando os levantamentos e coletando informações sobre as circunstâncias do acidente.

Durante o atendimento da ocorrência, o trânsito ficou lento no trecho.

O acidente reforça o alerta sobre a necessidade de atenção e prudência no trânsito para evitar novas tragédias.

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Polícia

Mulher é atacada a facadas durante briga no centro

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Uma mulher de aproximadamente 34 anos foi esfaqueada na manhã deste sábado (16) na rua Rogério Weber, ao lado do prédio do TRE, em Porto Velho.

De acordo com informações obtidas pela a equipe do Notícias Urgentes, a vítima afirmou não conhecer o agressor. Ela é usuária de drogas, e a suspeita é de que o ataque tenha ocorrido após um desentendimento relacionado ao uso de entorpecentes.

O golpe atingiu a região do pescoço e da cabeça. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram os primeiros socorros e encaminharam a mulher para uma unidade de saúde.

A Polícia Militar registrou o boletim de ocorrência, e o caso deve ser investigado para identificar as circunstâncias do crime e localizar o autor do ataque.

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Polícia

Acusado de duplo homicídio é preso e entregue à polícia brasileira

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Um brasileiro de 23 anos foi detido na quinta-feira (14) em Cobija, após levantar suspeitas durante a investigação das mortes de Breno Oliveira Tessinari e Carlos Eduardo Amaral Brizola. Até o momento, as autoridades não confirmam qualquer relação dele com o duplo homicídio.

O jovem se aproximou da área onde equipes bolivianas faziam a perícia e, ao notar a presença policial, tentou deixar o local rapidamente. A atitude chamou a atenção dos agentes, que decidiram abordá-lo.

Durante a identificação, o homem apresentou um nome falso e apenas admitiu ser brasileiro. Diante das inconsistências, a polícia boliviana acionou forças de segurança do Brasil. Inicialmente, um registro foi encontrado no Ceará, mas a Polícia Civil do Ceará constatou que a identidade fornecida não correspondia ao suspeito.

O caso segue em apuração pelas autoridades bolivianas e brasileiras.

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