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Polícia

Sargento da PM é condenado por matar esposa a tiros e jogar corpo em rio

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Após mais de 16 horas de sessão do Tribunal do Júri, realizada na capital, nesta quarta-feira (15/10), o sargento da Polícia Militar, de 53 anos, foi condenado a 28 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de sua companheira e pela ocultação do corpo. O crime ocorreu em julho de 2022, em Porto Velho.

De acordo com as investigações, após efetuar disparos de arma de fogo contra a vítima, o réu tentou se desfazer do corpo, lançando-o em uma ribanceira no ramal Maravilha, localizado à margem esquerda do rio Madeira.

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A acusação foi conduzida pela promotora de Justiça Joice Gushy Mota Azevedo, do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO). O Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses apresentadas pelo MPRO, reconhecendo as qualificadoras de feminicídio, motivo torpe, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e ainda a destruição de cadáver, além do pagamento de multa.

Para a promotora de Justiça, a condenação representa mais um importante resultado da atuação firme e comprometida do Ministério Público de Rondônia na defesa da vida e no enfrentamento à violência contra a mulher.

MPRO

Polícia

Acusado de matar professora terá prisão preventiva e deverá ser levado ainda hoje ao presídio

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Durante audiência de custódia realizada em regime de plantão na manhã deste sábado (7), a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante em prisão preventiva do acusado de matar a professora e escrivã de polícia Juliana Santiago. O investigado deverá ser encaminhado ainda hoje ao sistema prisional.

O crime ocorreu na sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular de Porto Velho, e causou grande comoção entre a comunidade acadêmica e a sociedade.

Fonte: TJRO

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Polícia

Após morte de professora, Faculdade Fimca emite nota e decreta luto de três dias

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Após a morte da professora Dra. Juliana Mattos Lima Santiago, vítima de um crime brutal ocorrido na sexta-feira (06), a Faculdade Fimca, por meio da Direção do Grupo Aparício Carvalho, emitiu nota oficial manifestando profundo pesar pela perda, que abalou familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica.

Na nota, a instituição destacou a trajetória da professora, ressaltando seu compromisso com a formação jurídica, a excelência acadêmica, a ética e a dignidade. O comunicado também reforça que, embora a violência tenha silenciado sua voz, seu legado permanecerá vivo por meio do exemplo e da dedicação deixados ao longo de sua carreira.

Em solidariedade aos que sofrem com a perda, o Grupo Aparício Carvalho decretou luto institucional de três dias, no período de 07 a 09 de fevereiro de 2026, com a suspensão das atividades acadêmicas em suas unidades. A instituição reafirmou ainda que a educação jamais será vencida pela violência.

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Polícia

Polícia Civil lamenta morte de professora após ataque em faculdade

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A Polícia Civil de Rondônia manifesta profundo pesar pelo falecimento da Escrivã de Polícia Juliana Mattos de Lima Santiago, também professora de Direito Penal.

Profissional dedicada, construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a segurança pública, com a Justiça e com a formação de novos profissionais.

Neste momento de dor, a instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho.

RELEMBRE O CASO:

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