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Política

Prefeito Léo Moraes assina contrato para o 1º Hospital Municipal Universitário de Porto Velho

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Porto Velho acaba de dar um passo gigantesco na história da saúde pública. Nesta sexta-feira (08/08), durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à capital rondoniense, o prefeito Léo Moraes assinou o contrato que viabiliza a construção do primeiro Hospital Municipal Universitário, um projeto que vai transformar a oferta de serviços de saúde para toda a população.

A unidade contará com 150 leitos no total — sendo 100 garantidos pela União e 50 de responsabilidade do município — representando um marco inédito no atendimento hospitalar local. Além de ampliar a capacidade de internação, a estrutura será referência no ensino e formação de novos profissionais de saúde, unindo assistência de qualidade e desenvolvimento acadêmico.

Mais do que um ato administrativo, o momento foi um gesto de maturidade política. Mesmo vindo de campos opostos no espectro político, Léo Moraes recebeu o presidente com respeito institucional e aproveitou para apresentar demandas históricas da cidade, defender investimentos estratégicos e reforçar a importância de projetos estruturantes nas áreas de saúde, mobilidade urbana e infraestrutura.

Essa postura dialogante já tem dado frutos: só para a saúde, mais de R$ 37 milhões em recursos federais foram viabilizados com apoio do Governo Federal, permitindo a construção de uma nova policlínica, ampliação do SAMU, fortalecimento da atenção básica e implementação da telemedicina.

Léo Moraes afirmou que o hospital será um legado duradouro para a população

Léo Moraes afirmou que o hospital será um legado duradouro para a população

O hospital universitário, viabilizado por meio de um Acordo de Cooperação Técnica (ACTO), terá custeio integral garantido pela União — fator essencial, já que manter uma estrutura dessa magnitude custa, em média, R$ 1,5 milhão por leito ao ano. Isso significa que Porto Velho não precisará arcar sozinha com um investimento anual que poderia ultrapassar R$ 200 milhões ou R$ 300 milhões apenas para custeio.

Esse avanço só foi possível graças ao esforço conjunto de diversas lideranças comprometidas com o futuro da saúde em Porto Velho: o senador Confúcio Aires Moura, que articulou recursos e mobilização política; a reitoria da Universidade Federal de Rondônia (Unir), liderada pela professora doutora Marília Lima Pimentel Cotinguiba, que garantiu o apoio acadêmico e institucional; e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), sob direção do professor Ademar Arthur Chioro dos Reis, que viabilizou a gestão hospitalar qualificada e sustentável para o novo modelo universitário.

“Estamos plantando uma semente que vai transformar a saúde pública de Porto Velho. Esse hospital será um legado duradouro para nossa população”, afirmou o prefeito Léo Moraes.

Com visão estratégica e capacidade de articulação, Léo entrega mais do que obras: garante soluções concretas e sustentáveis para o futuro da capital.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Política

TSE forma maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal à Presidência

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta sexta-feira (11/9), para rejeitar o registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República.

Votaram pelo indeferimento: a ministra relatora do caso, Estela Aranha, e os ministros Nunes Marques, André Mendonça e Ricardo Bôas Villas Cueva.

A primeira a votar foi a ministra relatora Estela Aranha. Em voto divulgado nesta sexta-feira (11/9), a magistrada afirmou que Marçal não preenche condição de elegibilidade alusiva à filiação partidária e citou, também, a condenação à inelegibilidade pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pela prática de uso indevido dos meios de comunicação social nas eleições de 2024.

Marçal está inelegível até 2032, após condenação por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.

O imbróglio se dá porque na data limite para filiação partidária, o presidente do PRTB, Leonardo Avalanhce, estava sem a senha de acesso aos sistemas da Justiça Eleitoral para enviar a lista de filiados. Com isso, candidatos da sigla de todo o país tiveram que apresentar fichas de filiação manuscritas para comprovar que estavam vinculadas ao partido até o dia 4 de abril.

Marçal alega ter assinado uma ficha física de filiação em 4 de abril de 2026.

No último dia 3 de setembro, o Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou contra o registro da candidatura de Marçal. Para a promotoria, as manifestações do próprio interessado são totalmente incompatíveis com a alegação de que ele já estaria filiado ao PRTB, indicando falta de veracidade temporal na ficha apresentada à Justiça.

De acordo com o parecer do MPE, não há provas consistentes de que a ficha tenha sido assinada, recebida e deferida no prazo legal. A promotora destacou a completa falta de e-mails, protocolos, comunicações contemporâneas, convocações ou qualquer registro de chamada da época que comprovem o trâmite de filiação no início de abril.

Fonte: Metrópoles

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Política

Fachin dá 24h para Mendonça retirar sigilo total do caso Master

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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, acolheu nesta sexta-feira (11) o pedido feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de retirada do sigilo das investigações relatadas pelo ministro André Mendonça sobre o Banco Master.

O magistrado concedeu prazo de 24 horas para que a remessa dos documentos seja remetida aos gabinetes da Suprema Corte, mas fez uma ressalva relativa a investigações que ainda estejam em curso.

“Ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade”, destacou.

Fonte: CNN Brasil

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Política

Moraes pede a Fachin quebra completa do sigilo do caso Master

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou, nesta sexta-feira (11/9), um pedido ao presidente da Corte, Edson Fachin, para a quebra de todo o sigilo do caso Master. O ofício foi obtido pelo Metrópoles, por meio da coluna Reinaldo Azevedo.

Segundo Moraes, o relator do processo, André Mendonça, liberou apenas o conteúdo que “entendeu conveniente”.

“Ao cumprir parcialmente a decisão de Vossa Excelência, o ministro André Mendonça, diretamente interessado no julgamento de ambas as PETs 16.704 e 16.662, selecionou subjetivamente o levantamento do sigilo, tornando público somente o que entendeu conveniente”, escreveu.

Mendonça atendeu ao pedido de Fachin e retirou, na noite dessa quinta-feira (10/9), o sigilo de parte da investigação sobre o caso Master.

De acordo com o presidente da Corte, a medida é necessária devido à inclusão, na pauta do plenário, da análise do relatório feito pela Polícia Federal que apontou suposta relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, dono do banco Master. A votação está marcada para a próxima terça-feira (15/9).

Para Moraes, houve seletividade na distribuição do conteúdo, o que pode dificultar a análise probatória do caso.

“Houve o levantamento do sigilo de 15 (quinze) procedimentos, o que não corresponde à totalidade dos procedimentos contidos ou relacionados à PET 15.556, como poderá ser certificado pela Diretoria de TI. A seletividade, entretanto, foi ainda maior, pois, nesses 15 (quinze) procedimentos contidos ou relacionados à PET 15.556, o sigilo levantado foi parcial, excluindo 180 (cento e oitenta) documentos e, consequentemente, dificultando a análise probatória”, argumentou o magistrado.

Mendonça x Moraes

A derrubada do sigilo ocorre em meio à crise no STF devido ao caso Master. Nesta semana, André Mendonça retirou o sigilo de parte da investigação em que o nome do ministro Alexandre de Moraes aparece. O relatório elaborado pela Polícia Federal mostra suposta troca de mensagens entre o empresário e o magistrado.

Por diversas vezes, os dois teriam conversado sobre o andamento de investigações. Em uma delas, de 15 de novembro, dois dias antes de Vorcaro ser preso, o banqueiro enviou mensagem a Moraes na qual citou o nome de um magistrado da Justiça Federal e perguntou: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”.

Fachin decidiu levar o caso ao plenário em 15 de setembro. O ministro afirmou que o plenário seria o órgão competente para analisar os novos elementos apresentados pela Polícia Federal.

Também determinou que procedimentos com potencial de resultar em investigação contra integrantes do STF passem primeiramente pela Presidência da Corte e retirou Alexandre de Moraes da relatoria do Inquérito das Fake News, aberto em 2019.

Fonte: Metrópoles

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