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Política

Bolsonaro deixa o hospital após 21 dias internado

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deixou o hospital neste domingo (04), depois de ter passado 21 dias internado em Brasília, onde foi submetido à um procedimento cirúrgico com 12 horas de duração para tratar de uma desobstrução intestinal.

Em conversa com apoiadores na porta da unidade hospitalar, o ex-presidente disse que sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, é quem o irá fazer seguir as orientações médicas para recuperação.

“Quem vai fazer eu seguir é uma tal de Michelle, o que você acha? É só o pouco que eu posso falar pra vocês. Pretendo voltar a falar com vocês o mais rápido possível, eu falo pretendo porque dependo dos médicos”, afirmou.

Relembre:

Bolsonaro precisou ser atendido com urgência enquanto cumpria agendas em Santa Cruz, no interior de Natal, no último dia 11.

Na ocasião, ele se queixou de fortes dores abdominais. Um dia depois, no final da tarde de sábado (12), foi transferido para o hospital em Brasília. De acordo com um boletim médico divulgado na data, a transferência se deu a pedido do próprio ex-presidente, em conjunto com sua família.

Pelas redes sociais, o ex-presidente afirmou que as dores sentidas são, ainda, consequência da facada que levou durante campanha eleitoral, em 2018.

Cirurgia “extremamente” complexa

De acordo com um dos médicos responsáveis pela saúde de Bolsonaro, o procedimento realizado foi o mais longo de todos os outros seis que precisou realizar em decorrência da facada.

A cirurgia, que recebe o nome de laparostomia exploratória, serviu para liberar “aderências” do intestino, causadas por uma obstrução intestinal “a resultante de uma dobra do intestino delgado”.

Em coletiva de imprensa, no dia seguinte à operação, o dr. Leandro Echenique, disse que a cirurgia foi “extremamente complexa e delicada”, mas com resultado “excelente”.

O médico-chefe da equipe cirúrgica, Cláudio Birolini, afirmou que a parede abdominal de Bolsonaro estava “bastante danificada”.

Recuperação

Durante seu tempo de internação, o ex-presidente realizou uma série de sessões de fisioterapia. Algumas delas, inclusive, compartilhou em redes sociais.

“A fisioterapia motora segue firme todos os dias objetivando prevenção contra trombose e recuperação muscular”, escreveu em uma das publicações.

Os primeiros sinais de movimentação intestinal, de acordo com ele, começaram a surgir no dia 22 de abril.

Segundo os médicos, não existia expectativa de que houvesse uma “evolução rápida” do quadro.

Fonte: CNN Brasil

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Política

Vereador Thiago Tezzari cobra definição sobre realização do Flor do Maracujá

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O Flor do Maracujá é muito mais do que uma festa. É cultura, tradição, geração de renda e valorização da identidade do nosso povo.

Hoje, durante a sessão da Câmara Municipal, cobrei da SEJUCEL uma posição sobre a realização do evento, que até o momento ainda gera insegurança para mais de 30 grupos folclóricos, entre quadrilhas e bois-bumbás, que aguardam uma definição para planejar suas apresentações e atividades.

Os artistas, brincantes e todos que vivem a cultura popular merecem respeito, planejamento e respostas.

Seguiremos acompanhando essa situação e defendendo a valorização da cultura rondoniense.

Fonte: Assessoria

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Política

Ex-vice-prefeito condenado pela morte da esposa deixa a prisão após julgamento

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O ex-vice-prefeito de Ibitirama, no Espírito Santo, Célio Martins Morales, foi condenado pelo Tribunal do Júri pela morte da esposa, Vanuza Spala de Almeida, de 41 anos. O caso ocorreu em abril de 2023, quando a mulher foi atingida por um disparo de arma de fogo dentro da residência do casal, localizada na zona rural do município.

Após um julgamento que se estendeu por cerca de 12 horas, os jurados concluíram que não houve intenção de matar e desclassificaram a acusação para homicídio culposo. Com a decisão, Célio recebeu pena de 3 anos e 11 meses de prisão.

Apesar da condenação, o ex-vice-prefeito não permanecerá preso neste momento. Na última sexta-feira (19), a Justiça expediu alvará de soltura, permitindo que ele responda aos próximos atos do processo em liberdade enquanto recorre da sentença.

Durante o julgamento, o Ministério Público do Espírito Santo defendeu a tese de homicídio doloso qualificado por feminicídio, sustentando que o crime foi praticado de forma intencional. No entanto, o entendimento dos jurados foi diferente, prevalecendo a versão de que o disparo ocorreu de maneira acidental.

Em manifestação oficial, o Ministério Público informou que irá recorrer da decisão. O órgão busca a revisão do veredito e pretende que o caso seja reavaliado sob a acusação de homicídio doloso, com o reconhecimento da qualificadora de feminicídio.

A morte de Vanuza gerou grande repercussão na região e o desfecho do julgamento reacendeu debates sobre a responsabilização em casos de violência contra a mulher e a aplicação das leis de proteção às vítimas.

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Política

Justiça Eleitoral nega pedido do prefeito de Vilhena para suspender investigação

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O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) decidiu manter em andamento a investigação que apura supostas irregularidades relacionadas às eleições municipais de 2024 envolvendo o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro de Miranda Júnior, conhecido como Delegado Flori. A decisão foi tomada após a Corte negar um pedido liminar apresentado pela defesa do gestor.

O habeas corpus foi protocolado com o objetivo de interromper temporariamente o inquérito conduzido pela Coordenação-Geral de Assuntos Internos da Polícia Federal (CGAIN), em Brasília. A defesa sustentava que a apuração deveria ficar sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Federal em Vilhena, alegando suposta inadequação na condução do procedimento fora do município.

Entre os argumentos apresentados, os advogados defenderam a aplicação do princípio conhecido como “delegado natural”, afirmando que a investigação deveria ser conduzida por uma autoridade policial previamente definida pela competência territorial.

Ao analisar o caso, o relator Guilherme Ribeiro Baldan entendeu que não há ilegalidade na condução do inquérito pela corregedoria da Polícia Federal. Segundo o magistrado, o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal estabelece que as garantias constitucionais relacionadas ao juiz natural e ao promotor natural não se estendem às autoridades policiais.

A investigação apura possíveis crimes de falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro e eventual desvio de recursos públicos. Conforme consta no processo, a atuação da corregedoria da PF foi adotada em razão de Flori ser policial federal licenciado para exercer o cargo de prefeito.

Com a decisão, o procedimento investigativo seguirá normalmente em Brasília até que o mérito do habeas corpus seja analisado pelo colegiado do TRE-RO. O relator também determinou o levantamento do sigilo processual, permitindo o acesso público aos fundamentos da decisão.

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