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Polícia

Operação investiga grupo suspeito de movimentar quase 2 toneladas de drogas

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23/6), a Operação Avalanche, com o objetivo de desarticular organização criminosa investigada pela prática de tráfico interestadual de drogas.

Ao todo, foram cumpridos 47 mandados judiciais, dos quais 20 são de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, em cidades localizadas nos estados de Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais e São Paulo.

As investigações indicam a atuação de um grupo criminoso com ramificações em outros estados, voltado à logística, ao transporte, ao armazenamento e à distribuição de entorpecentes. Também foram identificados indícios de vínculo operacional com integrantes de outro grupo criminoso, além da possível participação de um servidor público e de uma investigada.

O inquérito policial teve início em janeiro de 2025, após a prisão em flagrante de um homem que transportava, aproximadamente, 797 kg de cocaína em um veículo frigorífico. A partir da análise dos aparelhos celulares apreendidos, foram identificados elementos que permitiram o aprofundamento das investigações.

No curso da apuração, foram relacionados diversos eventos de apreensão de drogas em diferentes estados, totalizando quase 2 toneladas de entorpecentes, além de elementos indicativos de movimentação financeira incompatível com a renda declarada de alguns investigados, de uso de terceiros para circulação de valores e de possível lavagem de capitais.

Durante cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos, valores em espécie, equipamentos eletrônicos, armas de fogo e munições, materiais que serão submetidos à análise pericial e poderão contribuir para o aprofundamento das investigações e para a responsabilização dos envolvidos.

Os investigados poderão responder, na medida de suas participações, pelos crimes de tráfico de drogas, de associação para o tráfico, de organização criminosa e de lavagem de dinheiro, cujas penas, somadas, podem ultrapassar 40 anos de prisão.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Suspeito de comandar ponto de tráfico é preso na Vila Princesa

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Uma operação realizada por forças de segurança resultou na prisão de um homem de 45 anos, na tarde desta sexta-feira (7), na região da Vila Princesa, às margens da BR-364, em Porto Velho.

O suspeito, identificado como Elcimar P. S., foi localizado após um levantamento realizado pelo setor de inteligência, que apontou movimentação relacionada ao comércio de drogas em um imóvel da região.

A ação contou com a participação de policiais da Força Tática do 5º Batalhão e agentes da Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado (FTICCO). Durante as buscas no endereço, foram encontrados um revólver, um tablete de maconha e várias porções da droga prontas para venda, além de uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar os entorpecentes.

Segundo as informações levantadas pela polícia, o homem teria ligação com o Comando Vermelho (CV) e seria responsável por coordenar a venda de drogas naquele ponto da Vila Princesa.

Após a apreensão dos materiais, Elcimar foi detido e conduzido ao Departamento de Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada. Os objetos encontrados também foram apresentados às autoridades.

A investigação deverá prosseguir para verificar a origem dos entorpecentes e apurar se outras pessoas estariam envolvidas no esquema de tráfico na região.

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Polícia

Inquilinos são acusados de matar e enterrar empresário de 75 anos

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Dois homens, de 20 e 30 anos, foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e passaram à condição de réus pela morte do empresário Valdir Bazanela, de 75 anos, em Pinhalzinho, no Oeste catarinense. Os acusados eram inquilinos de um imóvel pertencente à vítima.

A Justiça recebeu a denúncia nesta sexta-feira (7/8). Os dois respondem por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e desobediência.

Segundo o MPSC, o crime ocorreu em 20 de julho, após desentendimentos entre a vítima e os acusados relacionados ao contrato de locação e ao atraso no pagamento de aluguéis.

A investigação aponta que Valdir foi estrangulado dentro do imóvel. Depois do assassinato, os suspeitos teriam levado o corpo para uma área nos fundos da residência, onde o enterraram em uma cova. A vítima foi encontrada cinco dias depois, durante as buscas realizadas pela polícia.

O corpo estava com mãos e pés amarrados.

Qualificadoras do homicídio

A denúncia apresentada pelo Ministério Público aponta três qualificadoras para o assassinato: motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além das acusações relacionadas à morte e à ocultação do corpo, os dois homens também respondem por desobediência. Conforme a denúncia, um dos acusados tentou fugir durante a abordagem policial, enquanto o outro teria resistido ao cumprimento de determinações dos agentes.

O Ministério Público também solicitou que os réus sejam condenados ao pagamento de pelo menos R$ 200 mil para reparação dos danos provocados à família de Valdir, incluindo indenização por danos morais.

Fonte: G1 Santa Catarina

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Polícia

Pai é condenado a 34 anos de prisão por matar filho de 6 anos

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Fernando Nelson Neves Nascimento, de 37 anos, foi condenado a 34 anos e seis meses de prisão pela morte do próprio filho, Bernardo Souza Nascimento, de 6 anos, em Vila Velha, no Espírito Santo. A sentença foi proferida nesta sexta-feira (7/8) e também considera a divulgação de vídeos íntimos da mãe da criança.

Segundo o Ministério Público, o assassinato foi planejado. Fernando teria esperado o filho dormir para asfixiá-lo. Depois do crime, deixou o local e telefonou para familiares, confessando ter matado o menino.

A investigação apontou que o homem teria cometido o assassinato como forma de atingir a ex-companheira. Os pais de Bernardo haviam terminado o relacionamento em dezembro de 2024. Após a separação, Fernando passou a morar com a mãe e o padrasto, enquanto a criança vivia com a mãe.

No dia do crime, Bernardo foi passar o dia com o pai. Inicialmente, familiares suspeitaram que o menino pudesse ter sido envenenado, mas exames confirmaram que a causa da morte foi asfixia enquanto ele dormia.

Um dos irmãos mais velhos de Bernardo contou à polícia que recebeu uma ligação do pai da criança. Durante a conversa, Fernando teria feito ameaças aos filhos e admitido que havia matado o menino.

Ameaças à ex-companheira

A investigação também revelou que a mãe de Bernardo, de 42 anos, tinha uma medida protetiva contra Fernando. Após o fim do relacionamento, o homem publicou ameaças contra ela nas redes sociais.

Em uma das publicações, afirmou que havia tentado reatar o relacionamento e que a ex-companheira teria ignorado seus pedidos. Na mensagem, ele também fez ameaças relacionadas ao futuro da mulher.

Em outra publicação, Fernando divulgou um vídeo íntimo da ex-companheira acompanhado de novas ofensas.

Além da condenação pelo assassinato do filho, ele também foi responsabilizado pela divulgação do conteúdo íntimo.

Fonte: G1 Espiríto Santo

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