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Política

Deputada Federal Cristiane Lopes é homenageada com Medalha Mérito da Comunicação Social da Polícia Militar

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Em uma noite marcada por emoção, gratidão e reconhecimento mútuo, a deputada federal Cristiane Lopes foi agraciada com a Medalha Mérito da Comunicação Social da Polícia Militar de Rondônia. A honraria, concedida anualmente pela corporação, destaca personalidades que contribuem de forma significativa para a comunicação social da PMRO, fortalecendo o diálogo entre a instituição e a sociedade.
 
Ao receber a medalha, a parlamentar expressou sua emoção com palavras que revelam o carinho por sua trajetória. “Que noite memorável! Como todos sabem, estou deputada federal, mas sou, com muito orgulho, jornalista, profissão pela qual tenho uma paixão que carrego no coração. Foi um momento especial para rever amigos, celebrar conquistas e confraternizar com pessoas queridas”, declarou.

A solenidade também marcou a passagem de comando da Diretoria de Comunicação Social da PMRO, com a transição do tenente-coronel Renato Acácio Canhoni Suffi para o tenente-coronel Cícero Rodrigues da Silva. Em seu discurso de despedida, Renato Suffi agradeceu ao comandante-geral da PM, coronel Régis Braguin, e à equipe de comunicação, destacando o esforço coletivo em construir uma comunicação pública cada vez mais transparente e próxima da população.

Durante o evento, o comandante-geral da PMRO reforçou a importância da relação entre a corporação e a imprensa. “Nós não temos o que temer. Temos que ter a imprensa ao nosso lado. O fortalecimento dessa relação é fundamental para levar à população informações com qualidade e responsabilidade”, afirmou o coronel Régis Braguin.

A deputada Cristiane Lopes também aproveitou a ocasião para reafirmar seu compromisso com a segurança pública em Rondônia. Ao longo do mandato, ela destinou R$ 1,5 milhão em emendas para o setor, investindo em tecnologia e infraestrutura, como a instalação de totens de videomonitoramento em áreas estratégicas, a exemplo da região de Ponta do Abunã.

Ao encerrar sua participação, Cristiane fez questão de homenagear os homens e mulheres que compõem a corporação. “A Polícia Militar de Rondônia é um pilar essencial da nossa segurança pública. Seu trabalho vai além da proteção: é uma expressão de coragem, disciplina e amor por Rondônia. Parabenizo cada policial militar que, com honra e dedicação, protege nossas famílias e garante a paz em nossas comunidades. Sigam contando comigo na luta por mais investimentos, reconhecimento e valorização”, concluiu.

Fonte: Assessoria

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Política

Vereador Thiago Tezzari cobra definição sobre realização do Flor do Maracujá

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O Flor do Maracujá é muito mais do que uma festa. É cultura, tradição, geração de renda e valorização da identidade do nosso povo.

Hoje, durante a sessão da Câmara Municipal, cobrei da SEJUCEL uma posição sobre a realização do evento, que até o momento ainda gera insegurança para mais de 30 grupos folclóricos, entre quadrilhas e bois-bumbás, que aguardam uma definição para planejar suas apresentações e atividades.

Os artistas, brincantes e todos que vivem a cultura popular merecem respeito, planejamento e respostas.

Seguiremos acompanhando essa situação e defendendo a valorização da cultura rondoniense.

Fonte: Assessoria

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Política

Ex-vice-prefeito condenado pela morte da esposa deixa a prisão após julgamento

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O ex-vice-prefeito de Ibitirama, no Espírito Santo, Célio Martins Morales, foi condenado pelo Tribunal do Júri pela morte da esposa, Vanuza Spala de Almeida, de 41 anos. O caso ocorreu em abril de 2023, quando a mulher foi atingida por um disparo de arma de fogo dentro da residência do casal, localizada na zona rural do município.

Após um julgamento que se estendeu por cerca de 12 horas, os jurados concluíram que não houve intenção de matar e desclassificaram a acusação para homicídio culposo. Com a decisão, Célio recebeu pena de 3 anos e 11 meses de prisão.

Apesar da condenação, o ex-vice-prefeito não permanecerá preso neste momento. Na última sexta-feira (19), a Justiça expediu alvará de soltura, permitindo que ele responda aos próximos atos do processo em liberdade enquanto recorre da sentença.

Durante o julgamento, o Ministério Público do Espírito Santo defendeu a tese de homicídio doloso qualificado por feminicídio, sustentando que o crime foi praticado de forma intencional. No entanto, o entendimento dos jurados foi diferente, prevalecendo a versão de que o disparo ocorreu de maneira acidental.

Em manifestação oficial, o Ministério Público informou que irá recorrer da decisão. O órgão busca a revisão do veredito e pretende que o caso seja reavaliado sob a acusação de homicídio doloso, com o reconhecimento da qualificadora de feminicídio.

A morte de Vanuza gerou grande repercussão na região e o desfecho do julgamento reacendeu debates sobre a responsabilização em casos de violência contra a mulher e a aplicação das leis de proteção às vítimas.

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Política

Justiça Eleitoral nega pedido do prefeito de Vilhena para suspender investigação

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O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) decidiu manter em andamento a investigação que apura supostas irregularidades relacionadas às eleições municipais de 2024 envolvendo o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro de Miranda Júnior, conhecido como Delegado Flori. A decisão foi tomada após a Corte negar um pedido liminar apresentado pela defesa do gestor.

O habeas corpus foi protocolado com o objetivo de interromper temporariamente o inquérito conduzido pela Coordenação-Geral de Assuntos Internos da Polícia Federal (CGAIN), em Brasília. A defesa sustentava que a apuração deveria ficar sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Federal em Vilhena, alegando suposta inadequação na condução do procedimento fora do município.

Entre os argumentos apresentados, os advogados defenderam a aplicação do princípio conhecido como “delegado natural”, afirmando que a investigação deveria ser conduzida por uma autoridade policial previamente definida pela competência territorial.

Ao analisar o caso, o relator Guilherme Ribeiro Baldan entendeu que não há ilegalidade na condução do inquérito pela corregedoria da Polícia Federal. Segundo o magistrado, o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal estabelece que as garantias constitucionais relacionadas ao juiz natural e ao promotor natural não se estendem às autoridades policiais.

A investigação apura possíveis crimes de falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro e eventual desvio de recursos públicos. Conforme consta no processo, a atuação da corregedoria da PF foi adotada em razão de Flori ser policial federal licenciado para exercer o cargo de prefeito.

Com a decisão, o procedimento investigativo seguirá normalmente em Brasília até que o mérito do habeas corpus seja analisado pelo colegiado do TRE-RO. O relator também determinou o levantamento do sigilo processual, permitindo o acesso público aos fundamentos da decisão.

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