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Política

Cristiane Lopes cobra duplicação urgente da BR-364 em Rondônia após tragédias que resultaram em sete mortes

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Nesta terça-feira (22), durante pronunciamento na sessão da Câmara dos Deputados, a deputada federal Cristiane Lopes (União Brasil-RO) expressou profunda solidariedade às famílias das vítimas de acidentes de trânsito ocorridos nas rodovias federais de Rondônia durante o feriadão da Páscoa e Tiradentes.

Em um fim de semana marcado por tragédias, sete vidas foram perdidas e outras 38 pessoas ficaram feridas em 21 acidentes registrados nas estradas do estado, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Um dos acidentes mais graves ocorreu na BR-364, em Candeias do Jamari, onde quatro pessoas — entre elas uma médica, uma gestante, um motorista de ambulância e sua acompanhante, todos de Vilhena — perderam a vida em uma colisão que comoveu o estado.

“Solidarizo-me profundamente com as famílias dessas vítimas. São perdas irreparáveis que poderiam ter sido evitadas com uma rodovia em condições adequadas de segurança. A BR-364 precisa ser duplicada com urgência”, enfatizou.

Cristiane Lopes reforçou que a BR-364 é estratégica para o escoamento da produção do Norte do Brasil e defendeu que a infraestrutura da rodovia deve refletir sua importância econômica. “Essa rodovia é o pulmão do desenvolvimento da nossa região. Não podemos mais adiar a duplicação da BR-364. Vidas estão sendo perdidas. É uma questão de prioridade nacional”.

A parlamentar destacou ainda sua atuação em 2024 com a apresentação do Requerimento de Urgência 61/24, que solicitou a realização de audiência pública na Comissão de Viação e Transportes para debater a reconstrução da BR-319 (Porto Velho-Manaus) e a duplicação da BR-364 no estado de Rondônia.

Durante seu pronunciamento, Cristiane foi enfática ao afirmar que a duplicação precisa ser feita com responsabilidade e transparência: “É claro que precisamos de uma rodovia melhor, duplicada, mais segura e com boa pavimentação. Mas qualquer concessão precisa ser feita com diálogo e responsabilidade, garantindo benefícios reais para Rondônia”.

A deputada também deixou um alerta em relação ao valor do pedágio para que seja acessível e que caiba no bolso do cidadão rondoniense. “Seguimos atentos para que a BR-364 não se transforme em um custo injusto para quem mais precisa. A população rondoniense merece estradas mais seguras sem ser penalizada por tarifas abusivas”, concluiu.

Fonte: Assessoria

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Política

TSE rejeita por unanimidade o registro de candidatura de Pablo Marçal

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta sexta-feira (11), rejeitar o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. Os sete ministros votaram pelo indeferimento do pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.

O voto da relatora, ministra Estela Aranha, foi seguido pelos ministros Ricardo Villas Bôas, Nunes Marques, André Mendonça, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Peixoto e Dias Toffoli.

Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Além disso, o Ministério Público Federal, responsável por pedir ao TSE a negativa da candidatura, disse que o Marçal não estava filiado ao PRTB em abril deste ano, quando terminou o prazo da janela partidária para troca de partido. Ele estava filiado ao União Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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Política

TSE forma maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal à Presidência

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta sexta-feira (11/9), para rejeitar o registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República.

Votaram pelo indeferimento: a ministra relatora do caso, Estela Aranha, e os ministros Nunes Marques, André Mendonça e Ricardo Bôas Villas Cueva.

A primeira a votar foi a ministra relatora Estela Aranha. Em voto divulgado nesta sexta-feira (11/9), a magistrada afirmou que Marçal não preenche condição de elegibilidade alusiva à filiação partidária e citou, também, a condenação à inelegibilidade pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pela prática de uso indevido dos meios de comunicação social nas eleições de 2024.

Marçal está inelegível até 2032, após condenação por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.

O imbróglio se dá porque na data limite para filiação partidária, o presidente do PRTB, Leonardo Avalanhce, estava sem a senha de acesso aos sistemas da Justiça Eleitoral para enviar a lista de filiados. Com isso, candidatos da sigla de todo o país tiveram que apresentar fichas de filiação manuscritas para comprovar que estavam vinculadas ao partido até o dia 4 de abril.

Marçal alega ter assinado uma ficha física de filiação em 4 de abril de 2026.

No último dia 3 de setembro, o Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou contra o registro da candidatura de Marçal. Para a promotoria, as manifestações do próprio interessado são totalmente incompatíveis com a alegação de que ele já estaria filiado ao PRTB, indicando falta de veracidade temporal na ficha apresentada à Justiça.

De acordo com o parecer do MPE, não há provas consistentes de que a ficha tenha sido assinada, recebida e deferida no prazo legal. A promotora destacou a completa falta de e-mails, protocolos, comunicações contemporâneas, convocações ou qualquer registro de chamada da época que comprovem o trâmite de filiação no início de abril.

Fonte: Metrópoles

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Política

Fachin dá 24h para Mendonça retirar sigilo total do caso Master

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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, acolheu nesta sexta-feira (11) o pedido feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de retirada do sigilo das investigações relatadas pelo ministro André Mendonça sobre o Banco Master.

O magistrado concedeu prazo de 24 horas para que a remessa dos documentos seja remetida aos gabinetes da Suprema Corte, mas fez uma ressalva relativa a investigações que ainda estejam em curso.

“Ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade”, destacou.

Fonte: CNN Brasil

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