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Aberto processo seletivo para arrendamento transitório de áreas operacionais no Porto de Porto Velho

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O governo de Rondônia lançou o edital de Processo Seletivo Simplificado para o arrendamento transitório de duas áreas operacionais no Porto de Porto Velho. A iniciativa oferece um total de 22.537 metros quadrados para empresas interessadas em expandir suas atividades logísticas na região. Empresas interessadas têm até o dia 27 de fevereiro, para submeter suas propostas, conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU), de 6 de fevereiro. O edital e seus anexos podem ser acessados no site oficial da Sociedade de Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia (Soph): https://rondonia.ro.gov.br/soph/noticias/processo-seletivo-simplificado/processo-seletivo-simplificado-01-2025/ Mais informações também podem ser obtidas pelo email: processoseletivo@soph.ro.gov.br.

As áreas disponíveis incluem:

  • PVH 01, com 16.483 metros quadrados; e
  • Área 10, que possui 6.054 metros quadrados.

Ambas estão estrategicamente situadas em frente ao cais flutuante, permitindo a movimentação de cargas diversas, como granéis sólidos, líquidos e cargas gerais. O processo de seleção avaliará propostas com base em critérios como valor ofertado pelo espaço, potencial de movimentação de carga, projeção de receitas tarifárias e planos de investimento na infraestrutura portuária.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a iniciativa fomenta o crescimento do setor logístico estadual e fortalece a infraestrutura portuária, além de ampliar as oportunidades para o desenvolvimento econômico do estado.

OPORTUNIDADE ESTRATÉGICA

De acordo com o diretor-presidente da Soph, Fernando Parente, a disponibilização dessas áreas representa uma oportunidade estratégica para empresas que ampliam sua capacidade operacional no Porto de Porto Velho. “O arrendamento transitório permite uma atuação rápida e eficiente no Porto, além de impulsionar a diversificação das cargas movimentadas”, destacou.

A ação faz parte dos esforços da gestão estadual para otimizar o uso das áreas operacionais, alinhando-se ao Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Porto Velho, aprovado pelo Ministério da Infraestrutura. A medida reforça a importância do terminal portuário no fluxo logístico regional e contribui diretamente para a economia de Rondônia.

Secom

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Obra de drenagem transforma realidade no entorno do Skate Park

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Quem frequenta o Skate Park, na zona Leste de Porto Velho, sabe bem as dificuldades e transtornos que se repetiam durante o ‘inverno amazônico’: ruas tomadas pela água, trânsito lento e dificuldade para motoristas, pedestres e praticantes de esportes. Em dias de chuva intensa, o acúmulo de água comprometia o acesso à região.

A realidade começou a mudar em fevereiro de 2025, no início da gestão do prefeito Léo Moraes, quando a Prefeitura realizou intervenção na rede de drenagem naquela área, com o objetivo de solucionar um problema histórico enfrentado pela população. A obra melhorou o escoamento das águas pluviais e possibilita mais segurança e mobilidade urbana no entorno do Skate Park.

Agora, um ano após a conclusão da obra, os resultados já podem ser percebidos de forma prática pela população. Mesmo durante o atual período chuvoso, não foram registrados pontos de alagamentos como ocorria anteriormente. O trânsito segue fluindo normalmente, inclusive em dias de chuva mais intensa, e o espaço voltou a ser utilizado com tranquilidade por atletas, famílias e frequentadores.

“Observamos a construção de um canal de drenagem, que otimizou o fluxo da água, evitando novos alagamentos. Agradeço por essa solução, pois em diversas ocasiões fomos afetados por inundações, com a água alcançando o nível do bueiro. Agora, a situação está completamente solucionada, e somos gratos por isso”, disse a comerciante Janaína Silva.

A professora Maria Janete, que ensaia um grupo de carimbó no local, ressaltou que a obra de drenagem deu até mais visibilidade ao Skate Parke, que passou a ser frequentado por mais pessoas, inclusive de outros bairros, que utilizam o espaço para caminhar, passear e praticar esportes.

Para o aposentado Francisco Teixeira, morador do bairro Cuniã, ao lado do Skate Park, o sistema de drenagem melhorou muito e praticamente acabou com os alagamentos no entorno daquele equipamento público.

“Não há dúvidas. A obra realizada foi muito benéfica. Quem discordar, que se manifeste, mas que diga a verdade. Quando algo está ruim, é preciso reconhecer. Quando está bom, igualmente”.

COMPROMISSO

O prefeito Léo Moraes destacou que a obra solucionou um problema antigo enfrentado pela população durante o período de chuvas torrenciais.

“Essa intervenção representa nosso compromisso em resolver problemas históricos da cidade. Hoje, a população já percebe a diferença, com mais segurança, mobilidade e qualidade de vida no entorno do Skate Park. Seguiremos trabalhando para levar melhorias concretas aos moradores de Porto Velho”.

ANTES E DEPOIS

O  titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), Thiago Cantanhede, fez um comparativo entre o antes e o depois. Disse que o trabalho comprova o impacto positivo da obra e mostra que a solução implantada trouxe resultados efetivos para a população.

Ele acrescentou que a obra também trouxe mais segurança para motoristas e pedestres que circulam diariamente pela área. A melhoria contribuiu diretamente para a preservação da via, para a mobilidade urbana e para a valorização de um dos espaços de lazer mais frequentados da capital rondoniense.

“Hoje, quem passa pelo entorno do Skate Park encontra uma realidade diferente daquela registrada no período chuvoso dos anos anteriores: ruas sem alagamentos, circulação garantida e um espaço público mais seguro e preparado para receber a comunidade o ano todo”, finalizou o secretário. 

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Ex-namorado de Elize Matsunaga morre em rodovia

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Tiago Cheregatte Neves, ex-companheiro de Elize Matsunaga, morreu após ser atropelado por diversos veículos na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, em São Vicente, no litoral paulista.

De acordo com informações do boletim de ocorrência obtido pelo g1 nesta quarta-feira (13/5), policiais militares rodoviários foram acionados no último dia 5 para atender a um caso de atropelamento com vítima na rodovia.

O que aconteceu

Em depoimento, o motorista do primeiro carro que atingiu Tiago afirmou que trafegava dentro do limite de velocidade e percebeu que o veículo à sua frente desviou bruscamente para evitar atropelar um pedestre que estava na pista. Segundo o relato, ele tentou frear, mas não conseguiu impedir a colisão.

O registro policial aponta ainda que uma viatura da Polícia Militar também passou sobre a vítima. O motorista informou também que outros automóveis acabaram atingindo Tiago na sequência.

Tanto o condutor do carro quanto o policial responsável pela viatura realizaram o teste do bafômetro, que não indicou consumo de álcool.

Quem era Tiago

A morte foi confirmada no local por um médico da Ecovias, concessionária responsável pelo trecho. Ainda segundo o boletim, equipes localizaram junto ao corpo um papel com a identificação da vítima.

Tiago conheceu Elize enquanto ambos estavam na Penitenciária 2 de Tremembé, unidade conhecida por abrigar presos de casos de grande repercussão. O relacionamento entre os dois começou durante o período em que estavam no presídio.

Homem trans, Tiago cumpria pena por tentar matar o próprio avô e estava na ala feminina da unidade prisional por questões de segurança, diante do risco de sofrer agressões caso permanecesse em uma ala masculina.

Elize Matsunaga foi condenada pela morte e pelo esquartejamento do marido em 2012. Segundo informações divulgadas anteriormente pelo escritor Ullisses Campbell, autor de uma biografia não autorizada sobre Elize, ela também já havia se relacionado com mulheres antes de iniciar o namoro com Tiago.

Fonte: Metrópoles

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Justiça concede liberdade a MC Poze, MC Ryan SP e dono da Choquei

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A Justiça Federal concedeu liberdade ao funkeiro MC Ryan SP, ao cantor MC Poze do Rodo e ao influenciador Raphael Sousa Oliveira, investigados na Operação Narco Fluxo, que apura um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro envolvendo bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas.

MC Ryan estava preso preventivamente desde abril e teve a soltura autorizada pela desembargadora Louise Filgueiras, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). A magistrada também estendeu os efeitos da decisão a outros investigados da operação, incluindo o empresário Henrique Alexandre Barros Viana, conhecido como “Rato”, ligado à produtora Love Funk.

Já MC Poze do Rodo, preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro, teve a prisão preventiva revogada pela juíza Sylvia Marlene de Castro Figueiredo. A defesa do cantor alegou que ele se encontrava em situação semelhante à de outros investigados já beneficiados com habeas corpus.

O dono da página Choquei, Raphael Sousa Oliveira, também foi beneficiado pela decisão judicial. Segundo a defesa, o TRF-3 entendeu que não havia elementos concretos que justificassem a manutenção da prisão preventiva do influenciador, preso desde o dia 15 de abril. Os advogados afirmam que Raphael atuava apenas na prestação de serviços publicitários remunerados, sem participação direta na suposta organização criminosa investigada.

Apesar da soltura, a Justiça impôs medidas cautelares aos investigados, como comparecimento periódico em juízo, proibição de deixar a cidade sem autorização judicial, entrega dos passaportes e impedimento de sair do país.

De acordo com a Polícia Federal, a Operação Narco Fluxo investiga um esquema de movimentação financeira ligado ao crime organizado que teria utilizado empresas, plataformas digitais e uma fintech administrada por imigrantes chineses para ocultar recursos oriundos de apostas ilegais, rifas clandestinas e tráfico de drogas.

As investigações apontam que a empresa Golden Cat Processamento de Pagamento, criada em São Bernardo do Campo, teria movimentado cerca de R$ 1,2 bilhão em apenas três meses sem autorização do Banco Central para operar. A PF suspeita que a fintech era utilizada para pulverizar e dificultar o rastreamento do dinheiro.

A operação mobilizou mais de 200 policiais federais para cumprir mandados de prisão e busca em diversos estados do país. Segundo a PF, o grupo investigado teria movimentado cifras bilionárias e os envolvidos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

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