Polícia
Ataque a tiros deixa um morto e três feridos no bairro Ulisses Guimarães
Um carro branco com quatro homens encapuzados passou atirando contra um grupo de pessoas que estava em frente a uma distribuidora, Rua Orion no bairro Ulisses Guimarães, em Porto Velho, na noite desta quarta-feira (15/01).
Segundo informações, quatro pessoas foram atacadas a tiros, uma acabou não resistindo e morreu no local.
O ataque, levanta suspeitas de envolvimento de facções criminosas. Ninguém foi preso até o momento, e a polícia segue em busca de informações para entender a motivação do crime

Matéria em atualização.
Polícia
Adolescente de 17 anos desaparece após sair de casa
Uma adolescente de 17 anos está desaparecida desde a noite de quarta-feira (15), após sair de casa no bairro União, em Vilhena (RO). O desaparecimento foi comunicado à Polícia Civil, que passou a investigar o caso.
A jovem foi identificada como Jhenifer Kauane. Segundo relato da mãe à polícia, ela deixou a residência sem avisar para onde iria e sem levar o próprio telefone celular, o que dificultou qualquer tentativa de contato por parte da família.
Conforme o registro da ocorrência, a mãe informou que, pouco antes do desaparecimento, havia decidido restringir o acesso da filha às redes sociais por causa de problemas relacionados ao comportamento da adolescente, que estaria deixando de cumprir tarefas em casa e demonstrando atitudes de desobediência. Ainda de acordo com a família, a jovem teria criado um novo perfil em uma plataforma digital sem o conhecimento dos responsáveis.
Ao sair de casa, Jhenifer levou apenas uma bolsa com o uniforme da escola onde estuda, localizada na região central do município. A mãe afirmou que a atitude surpreendeu a família, já que a adolescente nunca havia desaparecido ou deixado a residência sem avisar anteriormente.
A Polícia Civil apura o caso e busca informações que possam ajudar a localizar a jovem. Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Jhenifer Kauane pode entrar em contato, de forma anônima, pelos telefones 190, da Polícia Militar, ou 197, da Polícia Civil.
Polícia
Caminhoneiro morre soterrado por carga de milho
Um caminhoneiro de 43 anos morreu após ser soterrado por uma carga de milho durante o descarregamento do veículo em uma fazenda localizada na zona rural de Castanheira, município situado a cerca de 788 quilômetros de Cuiabá (MT). O acidente ocorreu na tarde de terça-feira (14).
A vítima foi identificada como Marcio Fran Rodrigues dos Santos. Segundo informações da Polícia Civil, ele havia chegado à propriedade rural conduzindo um caminhão carregado de milho e realizava o procedimento de descarga em um barracão da fazenda.
Durante a operação, Marcio permaneceu na parte traseira do caminhão para verificar o sistema de travamento da tampa da caçamba. Nesse momento, a carga se desprendeu de forma inesperada e caiu sobre o trabalhador, que acabou soterrado pelos grãos.
Após serem acionadas, equipes da Polícia Militar isolaram a área até a chegada da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pelos levantamentos no local. O Corpo de Bombeiros Militar também participou da ocorrência e encontrou o caminhão com a caçamba elevada e grande parte da carga espalhada no interior do armazém.
Para garantir a segurança da operação de resgate, os bombeiros utilizaram técnicas específicas para ocorrências envolvendo soterramento por grãos, instalando escoras para conter o deslocamento da carga e realizando a retirada manual do milho.
A vítima foi localizada a aproximadamente 60 centímetros abaixo da superfície dos grãos. No entanto, quando os bombeiros conseguiram alcançá-la, o caminhoneiro já não apresentava sinais vitais.
Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo foi recolhido pela Politec. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias que provocaram o acidente.

Polícia
Casal de pastores é indiciado por abusos sexuais contra adolescentes
A Polícia Civil concluiu e encaminhou ao Poder Judiciário e ao Ministério Público o inquérito que indicia o casal de pastores Wenderson Lima de Souza e Arielly Kamila Moraes de Souza, ambos de 24 anos, por uma série de crimes sexuais contra menores de idade.
Os suspeitos, que lideravam a congregação Assembleia de Deus AD Kairos, são acusados de abusar de pelo menos 11 vítimas identificadas, em sua maioria meninas com idades entre 12 e 17 anos. Agora, caberá à Justiça e aos promotores de Justiça analisar o caso e as medidas cautelares solicitadas pelas autoridades policiais.
De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), os investigados utilizavam seus cargos de liderança religiosa e passagens bíblicas distorcidas para manipular psicologicamente as vítimas, convencendo-as de que os atos tinham finalidades espirituais.
Para garantir o silêncio das jovens, o casal também oferecia dinheiro, transferências via Pix e jantares. Além disso, as regras internas da própria igreja, que previam o desligamento de membros por dissidência ou “rebeldia”, eram usadas de forma estratégica para desencorajar qualquer tipo de denúncia por parte das adolescentes ou de seus familiares.
O caso começou a ser apurado em abril de 2026, após a denúncia inicial de uma adolescente de 14 anos, o que encorajou outras cinco vítimas a relatarem abusos semelhantes. Diante do início da investigação, os pastores abandonaram repentinamente o prédio onde funcionava a congregação, deixando o imóvel sem a devolução das chaves e com dívidas acumuladas de aluguel, IPTU, água e energia elétrica.
A delegada responsável pelo caso, Kamilla Basto, classificou a investigação como altamente complexa devido ao nível de dissimulação do casal, que usava a fé e o ambiente religioso como ferramentas de dominação.
Com a conclusão do inquérito, o pastor Wenderson de Souza foi indiciado por seis crimes, incluindo estupro de vulnerável, importunação sexual, favorecimento da exploração sexual, registro não autorizado de intimidade, falsidade ideológica e fraude processual. A pastora Arielly de Souza responde por estupro de vulnerável, importunação sexual e fraude processual.
A polícia também identificou que o pastor tentou destruir provas ao ordenar que uma jovem de 20 anos se desfizesse de seu aparelho celular com a ajuda de uma das adolescentes, o que resultou no indiciamento dessa terceira pessoa por corrupção de menores e fraude.
Até o momento, a defesa dos pastores investigados não se pronunciou sobre as acusações.
