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Polícia

Operação no bairro Teixeirão identifica 15 ligações clandestinas de energia

As irregularidades foram confirmadas pelos peritos da Polícia Técnico-Científica de Rondônia (POLITEC) e a equipe da Energisa.

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No bairro Teixeirão, em Porto Velho, uma operação foi realizada para investigar denúncias anônimas de furto de energia, recebidas pelo 197 da Polícia Civil. A ação resultou na identificação de 15 ligações clandestinas conectadas diretamente à rede elétrica.

As irregularidades foram confirmadas pelos peritos da Polícia Técnico-Científica de Rondônia (POLITEC) e a equipe de fiscalização da Energisa desativou as ligações, garantindo a segurança do fornecimento de energia e da comunidade.

O furto de energia não apenas representa um grave risco de descarga elétrica, mas também afeta o fornecimento de energia. A rede elétrica é dimensionada para atender apenas os clientes cadastrados e em situação regular.

Este tipo de crime causa prejuízos significativos, estimados em mais de R$ 100 milhões por ano aos cofres públicos, recursos que poderiam ser direcionados para áreas essenciais como saúde e educação. Além disso, prejudica os clientes que pagam suas contas em dia.

Furto de energia é crime

É importante ressaltar que o furto de energia é crime, previsto no Código Penal Brasileiro. Ele se enquadra nos artigos 171, referente a fraudes (estelionato), e no parágrafo 3º do artigo 155, que trata de furtos. A pena para este crime pode variar de um a quatro anos de prisão, além da cobrança dos valores retroativos referentes ao período fraudado e multas.

Denúncias

As autoridades policiais e a Energisa reforçam a importância da colaboração da população para combater o furto de energia. Denúncias podem ser feitas de forma totalmente anônima através do 190 da Polícia Militar, 197 da Polícia Civil ou pelo call center da Energisa, no número 0800 647 0120.

Fonte: Assessoria

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Polícia

Mulher é presa após ajudar marido a estuprar e matar a própria irmã

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Uma mulher identificada como Jéssica Martins, de 36 anos, foi presa na última quinta-feira (26/3), suspeita de participar de um crime brutal contra a própria cunhada, em Cuiabá, no Mato Grosso. Segundo a Polícia Civil, ela teria ajudado o marido, Marcos Pereira Soares, de 23 anos, a estuprar e matar a irmã dele, a adolescente Estefane Pereira Soares, de 17 anos.

O corpo da jovem foi encontrado na noite do dia 11 de março, submerso em um córrego. De acordo com as investigações, a vítima estava com pedras amarradas ao corpo e apresentava sinais de violência.

As autoridades apontam que Estefane teria saído de casa voluntariamente após receber um pedido do irmão para uma conversa sobre a mãe. Ao chegar ao local, no entanto, ela teria sido vítima de violência sexual e, posteriormente, assassinada. Marcos Pereira Soares foi preso em flagrante e é apontado como o principal autor do crime. Ele responde por feminicídio e também é investigado por estupro.

Investigação e prisão

Durante o andamento das investigações, a Polícia Civil identificou indícios de que Jéssica Martins teria participado da ação criminosa. Inicialmente, ela negou qualquer envolvimento.

Segundo o delegado Caio Albuquerque, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), há elementos que indicam a participação da suspeita. “Há indícios de que ela concorreu para a morte da cunhada”, afirmou.

Após o cumprimento das ordens judiciais, Jéssica foi encaminhada à DHPP, onde passou por audiência de custódia. Ela permanece à disposição da Justiça.

Comoção e repercussão

O caso gerou grande comoção na região pela brutalidade e pelo envolvimento de familiares no crime. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes e responsabilidades dos envolvidos.

A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e destaca a importância da colaboração da população em casos de violência.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Polícia Civil conclui mais de 1.200 inquéritos em força-tarefa

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia concluiu com êxito a força-tarefa denominada Operação Inquérito Zero, desenvolvida no âmbito da 1ª Delegacia de Polícia de Pimenta Bueno. A iniciativa resultou em expressivo avanço na redução do passivo investigativo da unidade.

Ao longo de 20 semanas de trabalho intensivo, compreendidas entre os meses de julho e novembro de 2025, a operação superou significativamente a meta inicialmente estabelecida. Embora a previsão fosse a conclusão de 800 procedimentos, foram finalizados 1.268 inquéritos policiais, número que representa um desempenho 58% superior ao planejado. O volume de procedimentos concluídos equivale a aproximadamente dois anos de produção regular da unidade, evidenciando o impacto direto da força-tarefa. Durante o período, também foram realizadas mais de 1.200 oitivas.

Nesta data, 27 de março de 2026, a Polícia Civil de Rondônia consolida o encerramento da operação com o encaminhamento integral dos inquéritos policiais relatados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.

A operação priorizou investigações de relevante impacto social, incluindo casos de violência doméstica, crimes patrimoniais, como furtos e roubos, além de crimes contra a vida, abrangendo homicídios tentados e consumados. A mobilização de aproximadamente 80 policiais civis, atuando em regime de reforço integrado à equipe local, possibilitou maior celeridade na condução dos procedimentos e aprimorou a capacidade de resposta da unidade.

Com a significativa redução do acervo investigativo, a Delegacia de Pimenta Bueno passa a direcionar seus esforços de forma mais ágil e eficiente para novas demandas, elevando o padrão de atendimento à população.

A Operação Inquérito Zero consolida-se como referência de gestão orientada a resultados, reafirmando o compromisso da Polícia Civil do Estado de Rondônia com a eficiência investigativa, a redução da impunidade e a promoção da paz social.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Foragido por crime contra criança é preso em Rondônia

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Nesta quinta-feira (26), a Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada em Repressão às Fraudes (DEFRAUDE) e da Delegacia Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (DERF), deflagrou a “Operação Ártemis” para cumprir o mandado de prisão contra o investigado D.G.C., foragido da Justiça fluminense.

O homem, que possui formação em biomedicina, era alvo de um mandado expedido pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra a Criança e o Adolescente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). O crime foi praticado no dia 2 de janeiro contra uma vítima de 11 anos de idade.

A localização e captura do suspeito foram possíveis graças ao intenso trabalho investigativo e à integração estratégica entre as Polícias Civis de Rondônia e do Rio de Janeiro. Após os procedimentos legais, o preso foi colocado à disposição do Poder Judiciário.

O nome da operação faz referência à figura de Ártemis, símbolo de proteção à infância. A escolha reforça o foco da Polícia Civil na repressão a crimes contra vulneráveis e na precisão da investigação. Com a prisão, a instituição assegura a responsabilização pelo crime praticado contra a vítima, mantendo o rigor no cumprimento de mandados judiciais.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso no combate a crimes praticados contra crianças e adolescentes. A instituição ressalta a importância da colaboração da sociedade por meio de denúncias anônimas de crimes graves.

Canais de Denúncia:
190 / 197
(69) 3216-8940
O sigilo é garantido.

Fonte: Polícia Civil

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