Polícia
Operação no bairro Teixeirão identifica 15 ligações clandestinas de energia
As irregularidades foram confirmadas pelos peritos da Polícia Técnico-Científica de Rondônia (POLITEC) e a equipe da Energisa.
No bairro Teixeirão, em Porto Velho, uma operação foi realizada para investigar denúncias anônimas de furto de energia, recebidas pelo 197 da Polícia Civil. A ação resultou na identificação de 15 ligações clandestinas conectadas diretamente à rede elétrica.
As irregularidades foram confirmadas pelos peritos da Polícia Técnico-Científica de Rondônia (POLITEC) e a equipe de fiscalização da Energisa desativou as ligações, garantindo a segurança do fornecimento de energia e da comunidade.
O furto de energia não apenas representa um grave risco de descarga elétrica, mas também afeta o fornecimento de energia. A rede elétrica é dimensionada para atender apenas os clientes cadastrados e em situação regular.
Este tipo de crime causa prejuízos significativos, estimados em mais de R$ 100 milhões por ano aos cofres públicos, recursos que poderiam ser direcionados para áreas essenciais como saúde e educação. Além disso, prejudica os clientes que pagam suas contas em dia.
Furto de energia é crime
É importante ressaltar que o furto de energia é crime, previsto no Código Penal Brasileiro. Ele se enquadra nos artigos 171, referente a fraudes (estelionato), e no parágrafo 3º do artigo 155, que trata de furtos. A pena para este crime pode variar de um a quatro anos de prisão, além da cobrança dos valores retroativos referentes ao período fraudado e multas.
Denúncias
As autoridades policiais e a Energisa reforçam a importância da colaboração da população para combater o furto de energia. Denúncias podem ser feitas de forma totalmente anônima através do 190 da Polícia Militar, 197 da Polícia Civil ou pelo call center da Energisa, no número 0800 647 0120.
Fonte: Assessoria
Polícia
Motociclista morre após bater contra carreta na BR-364
Um homem de 64 anos morreu após a motocicleta que conduzia se envolver em uma colisão com uma carreta na tarde desta quarta-feira (7), na BR-364, próximo ao trevo de acesso ao município de Ministro Andreazza, na região de Cacoal.
A vítima foi identificada como Gildomar Pires Guimarães. Com a força do impacto, ele sofreu ferimentos e morreu no local.
Conforme informações apuradas na região do acidente, a batida aconteceu na área do entroncamento. O condutor da carreta permaneceu no local e prestou esclarecimentos às autoridades.
A ocorrência foi atendida pelas equipes responsáveis, com acompanhamento da Polícia Rodoviária Federal, que realizou os procedimentos necessários.
A causa e a dinâmica da colisão ainda serão apuradas. O motorista da carreta relatou que seguia para Porto Velho quando percebeu a motocicleta se aproximando e tentou evitar a colisão.
A perícia e os demais levantamentos das autoridades deverão auxiliar na apuração das circunstâncias do acidente.
Polícia
Jovem é encontrado morto e carbonizado após desaparecimento
A Polícia Civil de Mato Grosso investiga a morte de Felipe Alvyn Ruzescki de Sá, de 23 anos, encontrado morto na quarta-feira (7), em uma área de mata de Lucas do Rio Verde (MT). O jovem estava desaparecido desde 10 de setembro.
Segundo o delegado Artur Almeida, Felipe havia sido agredido e precisou receber atendimento médico. Após receber alta do Hospital São Lucas, no dia 10 de setembro, ele teria passado a ser monitorado por integrantes do Comando Vermelho e sido sequestrado.
Conforme a investigação, a vítima foi levada amarrada para uma área de mata, onde teria sido executada. A polícia apura o caso como uma possível ação coordenada de integrantes da facção no contexto do chamado “tribunal do crime”.
Após a execução, o corpo teria sido colocado entre pneus e incendiado. As chamas também atingiram parte da vegetação próxima.
Suspeito é preso
Um homem suspeito de envolvimento no crime foi preso em flagrante por ocultação de cadáver durante diligências da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde.
Segundo a Polícia Civil, ao perceber a aproximação dos agentes, o investigado quebrou o celular que carregava, possivelmente para impedir o acesso a informações que poderiam auxiliar nas investigações.
Questionado pelos policiais, ele confessou participação no crime e indicou o local onde o corpo estava escondido.
Os agentes encontraram o cadáver carbonizado e em avançado estado de decomposição. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os procedimentos periciais.
O suspeito foi encaminhado à Derf e autuado em flagrante por ocultação de cadáver. Ele também é investigado por homicídio qualificado e integração a organização criminosa.
As investigações continuam para identificar os demais envolvidos e esclarecer as circunstâncias da morte.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Operação contra tráfico de cocaína cumpre mandados em Rondônia
A Polícia Civil do Distrito Federal realizou, nesta quarta-feira (7), a Operação Pit Bull para investigar um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro.
Entre os locais alvos da operação está Guajará-Mirim, em Rondônia. Na cidade, os mandados foram cumpridos com o apoio da Polícia Civil de Rondônia.
As investigações apontam que o grupo teria utilizado empresas de fachada para movimentar valores ligados ao tráfico e dificultar a identificação da origem do dinheiro.
A polícia também investiga a suspeita de que parte dos recursos tenha sido enviada para empresas instaladas em Guajará-Mirim, município que fica na região de fronteira com a Bolívia.
Nesta etapa, os investigadores procuram esclarecer qual seria a participação das empresas citadas, como os valores eram movimentados e quem estaria por trás do esquema.
Além das ações em Rondônia, a Operação Pit Bull também cumpriu mandados no Distrito Federal.
