Política
Prova feminina de autoridades agita a Corrida Nacional de Jericos Motorizados em Alto Paraíso
Neste domingo, 09 de junho, a Corrida Nacional de Jericos Motorizados em Alto Paraíso, no Vale do Jamari, foi palco de uma competição especial entre mulheres em cargos públicos.A prova, que integrou a programação do evento, contou com a presença de diversas autoridades e um público entusiasmado.
Três mulheres de destaque na política local participaram da corrida: Tereza Pavan, primeira-dama e secretária do Trabalho e Assistência Social de Alto Paraíso; Elissandra Queiroz, vereadora do município; e Cristiane Lopes, deputada federal. A prova, realizada em clima de camaradagem e espírito esportivo, foi um momento de celebração e diversão para as competidoras e o público.
Tereza Pavan demonstrou habilidade e determinação desde o início, liderando a corrida de ponta a ponta. Sua largada espetacular proporcionou a vantagem necessária para manter a liderança e cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. Elissandra Queiroz e Cristiane Lopes também tiveram um bom desempenho, completando o percurso e comemorando junto à vencedora.
Após a corrida, as competidoras celebraram o sucesso do evento ao lado de outras autoridades e do público presente. A prova de jerico motorizado não só proporcionou entretenimento, mas também destacou a importância da participação feminina em cargos públicos, reforçando o papel significativo das mulheres em diversas áreas da sociedade.

A Corrida Nacional de Jericos Motorizados é um evento tradicional no calendário de Alto Paraíso, conhecido por promover a integração e diversão da comunidade local. Esta edição foi especialmente memorável, proporcionando momentos emocionantes e reforçando a relevância da participação feminina no evento.
Para reviver os momentos emocionantes dessa competição única, confira o vídeo completo da prova. A corrida de jericos motorizados entre as autoridades femininas foi um destaque especial que contribuiu para o sucesso e a animação do evento.



Fonte: Extra de Rondônia
Política
Após ter alta, Bolsonaro deixa hospital e vai para prisão domiciliar
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, nesta sexta-feira (27/3), após quase duas semanas de internação devido a um quadro de broncopneumonia bacteriana.
Bolsonaro não voltará para a Papudinha, onde cumpria a pena de 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama golpista. Ele seguiu para prisão domiciliar em sua residência no condomínio Solar de Brasília, onde chegou às 10h22, vestindo um colete à prova de balas da Polícia Militar.
A prisão em casa será por um prazo inicial de 90 dias, após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o médico Brasil Caiado, logo após a alta, Bolsonaro deixou o hospital, acompanhado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo informou o Metrópoles, na coluna da Mirelle Pinheiro, Bolsonaro terá uma tornozeleleira eletrônica instalada ao chegar em casa, por determinação de Moraes.
Prisão domiciliar
Após a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar, na última segunda-feira (23/3), favoravelmente ao pedido solicitado pela defesa de Bolsonaro, Moraes concedeu a prisão domiciliar humanitária pelo prazo inicial de 90 dias.
Ao conceder o benefício a Bolsonaro, Moraes impôs uma série de medidas cautelares. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.
Fonte: Metrópoles
Política
Lei Antifacção aumenta penas e restringe liberdade de líderes criminosos
A edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial da União traz publicada a Lei 15.358/2026, Lei Antifacção, sancionada nessa terça-feira (24) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O texto institui o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil (Lei Raul Jungmann).
A nova lei considera facção criminosa toda organização criminosa ou grupo de três ou mais pessoas que empregue violência, grave ameaça ou coação para controlar territórios, intimidar populações ou autoridades.
A norma também estabelece que lideranças conectadas a esses crimes deixam de ter benefícios como anistia e indulto, fiança ou liberdade condicional. A progressão de pena fica mais restrita. Em alguns casos, exige-se até 85% do cumprimento em regime fechado.A legislação prevê pena de reclusão de 20 a 40 anos para tais crimes
A versão final foi aprovada no fim de fevereiro pela Câmara dos Deputados. Porém, dois trechos foram vetados pelo presidente Lula. Um deles foi considerado inconstitucional por permitir o enquadramento de infratores na lei, mesmo que não integrassem comprovadamente organizações criminosas.O outro implicava perda de receita da União ao prever destinação de produtos e valores apreendidos do crime organizado a fundos dos estados e do Distrito Federal
Fonte: Agência Brasil

Política
Câmara aprova projeto de lei que cria lista suja do racismo no esporte
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) um projeto de lei (PL) que cria um cadastro nacional de entidades de prática esportiva condenadas por racismo. A relação, que pode ser considerada uma lista suja do racismo no esporte, ainda será enviada ao Senado.

Segundo o texto aprovado nesta quarta, entidades que entrarem no cadastro não poderão firmar contratos com o poder público ou receber patrocínios públicos, subvenções ou benefícios fiscais.
O projeto estabelece que “o cadastro conterá os nomes dos clubes condenados por atos racistas praticados por seus torcedores, atletas, membros de comissão técnica ou dirigentes durante eventos esportivos”, informou a Câmara dos Deputados em texto divulgado para a imprensa.
“A inclusão dos clubes nessa lista ocorrerá somente após decisão condenatória transitada em julgado em processo judicial ou em decisão da Justiça Desportiva. Essa inscrição ficará ativa por dois anos, após o que o clube será automaticamente excluído do cadastro. A exclusão poderá acontecer antes se a entidade comprovar, perante o órgão gestor do cadastro, a realização de ações específicas de combate às condutas racistas em eventos esportivos, nos termos de um regulamento”, diz a Câmara.
O Projeto de Lei nasce com cinco objetivos: promover a cultura de paz no esporte; coibir condutas racistas em eventos esportivos; induzir as organizações esportivas a prevenir condutas racistas de seus torcedores; incentivar ações educativas que contribuam para o enfrentamento ao racismo no esporte; e tornar o Brasil referência no enfrentamento aos casos de racismo no esporte.
Fonte: Agência Brasil
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