Política
Cristiane Lopes anuncia 180 milhões para iniciar a pavimentação da BR-319
A deputada federal Cristiane Lopes e presidente da Frente Parlamentar em Defesa
da BR-319 traz ótimas notícias sobre os progressos na reconstrução dessa
importante rodovia que interliga Porto Velho a Manaus. No último dia 16 de abril, a
Diretoria Colegiada do DNIT aprovou e assegurou um investimento significativo de
mais de 180 milhões para a pavimentação dos primeiros 20 km do lote C da BR-319.
A deputada informou que a pavimentação, que vai do Km 198,2 ao Km 218,2 a partir
de Manaus, está prevista para iniciar já no próximo mês de maio. “O lote C
compreende um total de 50 km e foi dividido em duas partes: 20 km e 30 km, o
projeto básico executivo para os primeiros 20 km já está pronto e teve sua
aprovação publicada por meio da Portaria DNIT Nº 1624, datada de 9 de abril de
2024, e a licitação da obra está em fase final e os recursos já foram aprovados,
inclusive por nossas inúmeras cobranças e intervenções”, justificou.

Além disso, o andamento das obras das pontes sobre os Rios Curuçá e Autaz Mirim
está acelerado, com previsão de conclusão até outubro. Para o segundo semestre
deste ano, o DNIT pretende iniciar a licitação para a construção de novas pontes,
incluindo a ponte na Comunidade do Rio Igapó-Açu, localizada no Km 260 da BR-
319, atualmente acessível apenas por balsa.
Também estão em andamento os trabalhos de revitalização da pavimentação nos
trechos que vão do Careiro da Várzea a Carreiro Castanho, até o Rio Tupanã, e de
Porto Velho (RO) a Humaitá (AM), abrangendo aproximadamente 400 km de
rodovia.
Outro ponto de grande importância aguardado pela deputada Cristiane Lopes é a
publicação do Relatório Final do Grupo de Trabalho criado pelo Ministério dos
Transportes.
“Esse relatório apresentará um Plano de Trabalho com soluções para a reconstrução
da rodovia, especialmente o trecho do Meio, que vai do Km 250 ao Km 665 e
representa o principal gargalo para o escoamento da produção e a interligação do
norte entre Porto Velho e Manaus, levando em consideração as questões
ambientais”, informou.
Segundo a parlamentar, a BR-319, sempre foi um desafio. As soluções garantidas
pelos governos para que ela possa ser reasfaltada com segurança, já começaram, afinal de contas, essa rodovia é a única ligação terrestre do Amazonas com
Rondônia e as demais regiões do Brasil, e sua revitalização é essencial para o
desenvolvimento econômico e social da Região Amazônica.
Os avanços anunciados são motivo de celebração para todos os envolvidos na
defesa e reconstrução da BR-319, principalmente o ministro dos transportes Renan
Filho, o diretor geral do DNIT, Fabrício Galvão e equipe que empenharam muito
esforço e deram o devido valor a essa pauta.
“Como presidente da Frente Parlamentar em Defesa da BR-319, reitero meu
compromisso inabalável e seguirei cobrando e informando as atualizações no
progresso dessas importantes obras na rodovia que desempenha um papel crucial
entre os estados do Norte do Brasil”, finalizou.
Política
Câmara aprova PEC da Segurança Pública e deputada Cristiane Lopes destaca integração no combate ao crime organizado
Proposta fortalece atuação conjunta entre União, estados e municípios, amplia atribuições da PRF e reforça financiamento da segurança pública no país.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (04), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, considerada uma das medidas mais importantes para fortalecer o combate à criminalidade no país.
A deputada federal Cristiane Lopes destacou que a proposta representa um avanço ao promover maior integração entre os órgãos de segurança e garantir mais eficiência no enfrentamento ao crime organizado. Para a parlamentar, a principal mudança é a consolidação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, ampliando a cooperação entre União, estados e municípios.
“A segurança pública precisa funcionar de forma integrada. Não dá mais para cada órgão agir sozinho enquanto o crime organizado se fortalece. Com essa proposta, teremos mais troca de informações, planejamento conjunto e operações coordenadas”, afirmou.
Outro ponto relevante da PEC é o fortalecimento da atuação da Polícia Federal em investigações que envolvam crimes interestaduais ou com conexões internacionais, especialmente aqueles relacionados a facções criminosas e milícias.
Segundo a deputada, essa medida é essencial para enfrentar organizações que atuam além das fronteiras estaduais. “O crime organizado não respeita limites geográficos. O Estado precisa responder com inteligência, integração e presença forte das forças de segurança”, ressaltou.
A proposta também amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que poderá operar não apenas nas rodovias, mas também em ferrovias e hidrovias federais. Além disso, a PRF poderá apoiar os estados em situações específicas e atuar em casos de calamidade ou desastres, fortalecendo a presença do Estado em rotas estratégicas utilizadas pelo crime.
Outro avanço destacado pela parlamentar é a inclusão do sistema socioeducativo no texto constitucional, reconhecendo a importância dos profissionais que atuam nas unidades responsáveis pelo acompanhamento de adolescentes em conflito com a lei.
“Essa medida traz mais respaldo e valorização para os profissionais do socioeducativo, que desempenham um trabalho fundamental para garantir segurança e promover a ressocialização”, explicou.
A PEC também abre a possibilidade para que municípios criem polícias municipais, desde que cumpram requisitos como formação adequada, estrutura organizada, integração com o sistema de segurança pública e fiscalização do Ministério Público.
Além das mudanças estruturais, a proposta reforça o financiamento da segurança pública ao fortalecer fundos como o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário, garantindo que os recursos destinados ao setor sejam aplicados de forma efetiva.
Para Cristiane Lopes, o avanço da proposta representa um passo importante para melhorar a segurança no país. “A população quer respostas concretas. Segurança pública se constrói com planejamento, integração entre as forças, valorização dos profissionais e recursos bem aplicados. Vou continuar acompanhando essa pauta para que as mudanças saiam do papel e se transformem em mais proteção para as famílias brasileiras”, concluiu.
Fonte: Assessoria
Política
PEC 47 é destravada e segue para nova etapa no Congresso Nacional
Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado anunciaram na manhã desta quinta-feira (5), durante reunião com a bancada da Região Norte, o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 47, que trata da transposição de servidores dos antigos territórios federais para o quadro da União.
Segundo as informações divulgadas após o encontro, a proposta foi destravada no Congresso Nacional e deve avançar nas próximas etapas de tramitação. Após a análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), será criada uma Comissão Especial, que terá prazo determinado para elaborar o texto final da matéria antes de encaminhá-lo para votação em plenário.
A medida é considerada uma vitória para servidores que aguardam há anos pela regularização da situação funcional. A PEC beneficia trabalhadores dos antigos territórios federais que foram contratados até 1991 e que poderão ser incorporados ao quadro de servidores federais, passando a integrar oficialmente a estrutura da União.
A proposta é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) e chegou a ser aprovada por unanimidade no Plenário do Senado em setembro de 2023, mas acabou ficando parada durante os últimos anos no processo legislativo.
Com o destravamento da proposta, a expectativa agora é acelerar a tramitação para garantir a votação e, posteriormente, a efetivação da transposição dos servidores que aguardam pela medida há décadas. A iniciativa é vista por representantes da Região Norte como uma forma de reconhecer e fazer justiça aos trabalhadores dos antigos territórios federais, que desempenharam funções públicas durante o período de transformação dessas regiões em estados.
Política
Eleições 2026: janela partidária começa nesta quinta-feira
A partir desta quinta-feira (5), deputadas e deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal, poderão migrar de partido político, mantendo os mandatos atuais. A data marca o início do período de 30 dias da chamada janela partidária, que vai até 3 de abril.
Prevista no artigo 22-A da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995), a medida é um mecanismo para a reorganização das forças políticas antes das eleições gerais de outubro. A janela partidária é aberta em qualquer ano eleitoral, sete meses antes da votação. Neste ano, o 1º turno das eleições acontece no dia 4 de outubro.
Beneficiários
O mecanismo somente beneficia neste ano deputados federais, estaduais e distritais. Os vereadores eleitos em 2024 não podem utilizar a janela de 2026, uma vez que não estão em fim de mandato.
Ocupantes de cargos eletivos majoritários, como os de presidente da República, governador e senador, podem trocar de partido sem incorrer na necessidade de apresentar justa causa para a desfiliação da legenda.
Nos cargos conquistados por meio do sistema proporcional – deputado federal, deputado estadual e distrital e vereador –, a Justiça Eleitoral considera que o mandato pertence ao partido político pelo qual a pessoa foi eleita e não à pessoa que o ocupa.
Por essa razão, a pessoa eleita para um desses cargos deve sempre apresentar a devida justa causa para se desligar da agremiação. Durante a vigência da janela partidária, no entanto, a troca de legenda funciona como espécie de justa causa.
Além do período da janela, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconhece outras três situações de justa causa para a desfiliação sem perda de mandato: mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e anuência do partido (conforme a Emenda Constitucional nº 111/2021).
Previsão legal do mecanismo
A janela partidária existe há mais de dez anos. O artigo 22-A da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/95), que prevê o mecanismo, foi incluído na lei pela reforma eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165). A janela também está prevista na Emenda Constitucional nº 91, aprovada em 2016 pelo Congresso Nacional.
A medida se consolidou como uma saída para a troca de legenda após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), posteriormente confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu a fidelidade partidária para os cargos obtidos em eleições proporcionais. A determinação, regulamentada pela Resolução TSE nº 22.610/2007, estabelece que, nesses pleitos, o mandato pertence ao partido, e não à candidatura eleita.
Fonte: TSE
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