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Polícia

BRUTAL: Mulher é presa após matar, esquartejar e queimar corpo do marido em churrasqueira

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Uma enfermeira de 49 anos, identificada como Taciana Ferreira da Silva, foi presa pela Polícia Civil por matar, esquartejar e queimar o corpo do próprio marido na churrasqueira do imóvel do casal, na cidade de Toledo, distante 189 quilômetros de Campo Mourão. Ela confessou o crime após entrar em várias contradições em depoimentos prestados à polícia. A vítima é Edivan da Silva Almeida, de 51 anos.

De acordo com informações, a polícia teve conhecimento do caso no dia 1° deste mês. A prisão de Taciana foi feita no dia oito dias depois, ou seja, dia 9 do mesmo mês, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. O caso só veio a conhecimento da imprensa nesta sexta-feira (22)

O delegado de Toledo, Fábio Freire, que coordena a investigação do caso, que a mulher disse que matou o homem entre 14 e 15 de fevereiro por vingança após ter descoberto uma traição por parte da vítima.

De acordo com a polícia, a mulher, que é técnica de enfermagem, colocou comprimidos na bebida que o marido estava tomando, fazendo com que ele passasse mal. A mulher ligou para a emergência, mas, conforme as investigações, desligou o telefone no meio da conversa. Na sequência, colocou mais remédios na bebida para o homem ingerir e, conforme as investigações, ela saiu para trabalhar.

A acusada voltou para casa verificar o batimento cardíaco da vítima e notou que estava fraco. Ela saiu novamente para ir ao trabalho. No final do expediente, ao chegar em casa, encontrou o homem morto, na cama do casal. “Segundo ela, não tinha premeditado nada, mas retirou o corpo da cama com cuidado para não bater a cabeça no chão e sujar e levou a vítima para dentro do banheiro. Esquartejou o corpo em pedaços, colocando-os em sacos plásticos e levando até a parte de trás da residência, colocando os restos mortais dentro de uma churrasqueira”, detalhou o delegado.

Ainda conforme Freire, a enfermeira preparou a churrasqueira com bastante lenha, deu início ao fogo e foi retirando as partes do corpo, levando até a parte trás em sacos plásticos.

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Polícia

Homem morre após 11 dias internado depois de ser baleado enquanto comemorava reeleição de Lula

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Um homem identificado como Vilson Delvoos, de 51 anos, morreu na quinta-feira (5), após passar 11 dias internado em decorrência de ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Ele foi baleado na noite de 25 de outubro, enquanto comemorava a reeleição do presidente Lula (PT), em Porto União, Santa Catarina.

O ataque aconteceu por volta das 21h, pouco depois da divulgação do resultado das urnas, que confirmou a derrota de Flávio Bolsonaro (PL). Além de Vilson, outro homem também foi atingido por um disparo no braço esquerdo e sobreviveu.

De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Militar, Vilson estava na rua comemorando o resultado eleitoral quando um homem armado se aproximou e efetuou vários disparos. A vítima foi atingida no tórax e na perna, sendo socorrida e encaminhada para atendimento médico.

Após o ataque, o autor fugiu em um veículo, mas foi localizado e preso em flagrante na cidade de Canoinhas. Durante a abordagem, os policiais encontraram no automóvel uma arma de fogo que teria sido utilizada no crime.

O caso foi inicialmente registrado como dupla tentativa de homicídio. Com a morte de Vilson, a investigação deverá considerar a nova circunstância. O nome do suspeito não foi divulgado.

Investigação continua

Após a prisão, a Polícia Civil encaminhou os autos ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Em nota, o órgão informou que a Promotoria de Justiça responsável solicitou diligências complementares à Polícia Civil para aprofundar a apuração.

Vilson foi velado nesta sexta-feira (6).

Políticos e entidades lamentam morte

A morte de Vilson provocou manifestações de pesar nas redes sociais. O deputado federal Pedro Uczai (PT) prestou solidariedade aos familiares e amigos da vítima.

O Sindicato dos Mineiros de Santa Catarina também divulgou uma nota de repúdio à violência política.

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Polícia

Padrasto é preso após bebê ser encontrada morta com sinais de violência

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Dez dias após a dias da morte de Alice Fraga Delgado de Oliveira, de 1 ano e 3 meses, em Samambaia, o padrastro da criança, João Carlos Pereira da Costa, 23 anos, foi preso nesta sexta-feira (6/11). Ele é suspeito de provocar a morte da criança.

A menina morreu em 25 de outubro, após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo. As investigações do caso são conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), através da 32ª Delegacia de Polícia, que realizou a prisão do suspeito.

Um familiar, que preferiu não se identificar, relatou que os parentes tiveram acesso à certidão de óbito da menina.

Justiça

O familiar também relatou sobre como a morte da menina causou uma grande comoção entre os parentes, amigos e até mesmo nas pessoas que não conheciam a criança. Segundo ele, todos os custos do velório e sepultamento foram pagos por meio de doações.

“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela [bebê] tivesse aquele velório”, contou.

Entenda

  • Alice morreu em 25 de outubro, três dias após a Justiça negar um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá.
  • A solicitação foi feita após após profissionais de saúde identificarem lesões no corpo da criança.
  • O episódio em questão ocorreu em 13 de outubro, quando a bebê foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Na quinta-feira (22/10), a Justiça indeferiu o pedido de afastamento.
  • Durante o atendimento na UPA, profissionais identificaram hematomas que aparentavam estar em diferentes estágios de evolução. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) confirmou que a menina chegou à unidade em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Polícia Civil deflagra operação e mira envolvidos com o tráfico de drogas

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da DRACO2, deflagrou nesta sexta-feira (6) a Operação Quirinus, em Rolim de Moura, para desarticular uma estrutura de tráfico de drogas ligada a uma facção criminosa. A ação cumpriu sete mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão.

As investigações identificaram redes de distribuição de maconha, cocaína e crack, além de pontos fixos de venda e atividades relacionadas à organização de rinhas de galos e apostas ilegais.

Como resultado da operação, foram apreendidas cinco armas de fogo, munições, drogas e dinheiro em espécie. Também foram encontrados mais de 200 animais em situação de maus-tratos.

A operação integra as ações da Renorcrim e contou com o apoio da SESDEC, GAECO/MPRO, DECCO, DPI, IDARON e Secretaria de Estado do Meio Ambiente. As investigações continuam com a análise do material apreendido.

Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo telefone 197.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil

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