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Política

Cristiane Lopes destina emenda para Mutirão de Cirurgias de Cataratas no Hospital Santa Marcelina de Porto Velho

A Deputada Federal informa que o recurso será fundamental para atender pacientes de todo o
Estado de Rondônia

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A Deputada Federal Cristiane Lopes (União Brasil) anunciou uma importante
iniciativa em prol da saúde pública no Estado de Rondônia. No último dia 12 de
março, a parlamentar indicou uma emenda parlamentar no valor de 400 mil reais
que serão transferidos por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SESAU/RO)
para o Hospital Santa Marcelina de Porto Velho, destinada à realização de um
mutirão de cirurgias de cataratas.

Para a Deputada é uma grande satisfação poder colaborar com melhorias para o
Hospital Santa Marcelina, uma instituição que atende pacientes de baixa renda há
quase 50 anos. “As irmãs nos procuraram e nos explicaram sobre a necessidade da
execução de um mutirão de cirurgias e esta medida visa atender uma demanda
urgente e essencial para a população, contribuindo significativamente para a
melhoria dos serviços de saúde na região”, explicou.

Durante uma visita à instituição no ano passado, Cristiane Lopes conheceu a
estrutura do Hospital Santa Marcelina e compreendeu as necessidades urgentes da
comunidade atendida. Foi nesse contexto que surgiu o compromisso de destinar a
emenda parlamentar para viabilizar o mutirão, um serviço de extrema importância
para garantir a qualidade de vida dos pacientes.

A Casa de Saúde Santa Marcelina é uma entidade beneficente, sem fins lucrativos,
que possui 155 leitos e realiza atendimentos ambulatoriais, clínicos e cirúrgicos.
Além disso, o hospital é referência no acolhimento, tratamento e acompanhamento
de portadores de hanseníase e procedimentos em ortopedia.

A diretora geral do Hospital Santa Marcelina, Irmã Lina Ambiel, expressou sua
gratidão pela iniciativa. “Expressamos nossa gratidão à deputada Cristiane Lopes
pelo empenho em contribuir com esta missão”.

A parlamentar reforçou seu compromisso com a saúde pública, como também
reafirmou a importância além das obrigações políticas, direcionando recursos aonde eles podem fazer a maior diferença na vida das pessoas.

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Política

Após ter alta, Bolsonaro deixa hospital e vai para prisão domiciliar

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, nesta sexta-feira (27/3), após quase duas semanas de internação devido a um quadro de broncopneumonia bacteriana.

Bolsonaro não voltará para a Papudinha, onde cumpria a pena de 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama golpista. Ele seguiu para prisão domiciliar em sua residência no condomínio Solar de Brasília, onde chegou às 10h22, vestindo um colete à prova de balas da Polícia Militar.

A prisão em casa será por um prazo inicial de 90 dias, após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o médico Brasil Caiado, logo após a alta, Bolsonaro deixou o hospital, acompanhado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo informou o Metrópoles, na coluna da Mirelle Pinheiro, Bolsonaro terá uma tornozeleleira eletrônica instalada ao chegar em casa, por determinação de Moraes.

Prisão domiciliar

Após a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar, na última segunda-feira (23/3), favoravelmente ao pedido solicitado pela defesa de Bolsonaro, Moraes concedeu a prisão domiciliar humanitária pelo prazo inicial de 90 dias.

Ao conceder o benefício a Bolsonaro, Moraes impôs uma série de medidas cautelares. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.

Fonte: Metrópoles

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Política

Lei Antifacção aumenta penas e restringe liberdade de líderes criminosos

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A edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial da União traz publicada a Lei 15.358/2026, Lei Antifacção, sancionada nessa terça-feira (24) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O texto institui o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil (Lei Raul Jungmann).

A nova lei considera facção criminosa toda organização criminosa ou grupo de três ou mais pessoas que empregue violência, grave ameaça ou coação para controlar territórios, intimidar populações ou autoridades.

A norma também estabelece que lideranças conectadas a esses crimes deixam de ter benefícios como anistia e indulto, fiança ou liberdade condicional. A progressão de pena fica mais restrita. Em alguns casos, exige-se até 85% do cumprimento em regime fechado.A legislação prevê pena de reclusão de 20 a 40 anos para tais crimes

A versão final foi aprovada no fim de fevereiro pela Câmara dos Deputados. Porém, dois trechos foram vetados pelo presidente Lula. Um deles foi considerado inconstitucional por permitir o enquadramento de infratores na lei, mesmo que não integrassem comprovadamente organizações criminosas.O outro implicava perda de receita da União ao prever destinação de produtos e valores apreendidos do crime organizado a fundos dos estados e do Distrito Federal

Fonte: Agência Brasil

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Política

Câmara aprova projeto de lei que cria lista suja do racismo no esporte

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) um projeto de lei (PL) que cria um cadastro nacional de entidades de prática esportiva condenadas por racismo. A relação, que pode ser considerada uma lista suja do racismo no esporte, ainda será enviada ao Senado.

Segundo o texto aprovado nesta quarta, entidades que entrarem no cadastro não poderão firmar contratos com o poder público ou receber patrocínios públicos, subvenções ou benefícios fiscais.

O projeto estabelece que “o cadastro conterá os nomes dos clubes condenados por atos racistas praticados por seus torcedores, atletas, membros de comissão técnica ou dirigentes durante eventos esportivos”, informou a Câmara dos Deputados em texto divulgado para a imprensa.

“A inclusão dos clubes nessa lista ocorrerá somente após decisão condenatória transitada em julgado em processo judicial ou em decisão da Justiça Desportiva. Essa inscrição ficará ativa por dois anos, após o que o clube será automaticamente excluído do cadastro. A exclusão poderá acontecer antes se a entidade comprovar, perante o órgão gestor do cadastro, a realização de ações específicas de combate às condutas racistas em eventos esportivos, nos termos de um regulamento”, diz a Câmara.

O Projeto de Lei nasce com cinco objetivos: promover a cultura de paz no esporte; coibir condutas racistas em eventos esportivos; induzir as organizações esportivas a prevenir condutas racistas de seus torcedores; incentivar ações educativas que contribuam para o enfrentamento ao racismo no esporte; e tornar o Brasil referência no enfrentamento aos casos de racismo no esporte.

Fonte: Agência Brasil

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