Política
Deputada Cristiane Lopes anuncia investimento de 1 milhão para construção do Centro de Convivência da Policlínica Oswaldo Cruz – RO
Em uma notável celebração do Dia Internacional da Mulher, a deputada federal Cristiane Lopes demonstrou seu compromisso com o bem-estar das mulheres e da comunidade em geral por meio de uma iniciativa marcante na Policlínica Oswaldo Cruz (POC), em Rondônia.
Na visita, a deputada anunciou um investimento significativo de 1 milhão de reais para a construção de um Centro de Convivência na POC. O espaço será um refúgio para pacientes, acompanhantes e motoristas vindos do interior do estado, oferecendo comodidades essenciais para o descanso e conforto de todos os usuários da unidade de saúde.
Ao compartilhar sua visão para o Centro de Convivência, Cristiane Lopes enfatizou que, “a importância de instalações que atendam às necessidades específicas dos usuários, incluindo áreas como, fraldário, vestiário, ar-condicionado, poltronas, bebedouros, televisão e um restaurante com preço acessível, proporcionarão uma experiência acolhedora e inclusiva para todos os frequentadores da POC”.
A iniciativa da deputada foi calorosamente recebida pelas mulheres presentes na Policlínica Oswaldo Cruz, especialmente pela diretora Irani Albuquerque e adjunta Geane Lopes, que expressaram sua gratidão pelo gesto de cuidado e pela destinação do recurso para a construção do Centro de Convivência.

Cristiane Lopes teve a oportunidade de interagir com as mulheres que estavam de plantão na unidade, assim como com as pacientes, recebendo em troca palavras de agradecimento e reconhecimento pelo carinho demonstrado.
Além disso, a atuação da deputada tem se destacado por suas pautas voltadas para as mulheres e para a saúde. A criação da Frente Parlamentar de Cuidado das Mães de Crianças e Adolescentes com Deficiência, Autismo e Doenças Raras, e seus projetos de lei abordando questões como, o monitoramento eletrônico como medida protetiva urgente e diretrizes para a melhoria da saúde das pessoas com fibromialgia demonstra um compromisso genuíno com a promoção do bem-estar e da inclusão de todas as mulheres, não apenas em ocasiões especiais, mas ao longo de todo o ano.
“Reconheço profundamente o papel crucial que as mulheres desempenham em nossa sociedade, não apenas como cuidadoras e sustentáculos de suas famílias, mas também como força motriz de progresso e transformação em todas as esferas da vida. Juntas, podemos construir um futuro mais justo e inclusivo para todos”, finalizou.

Política
MP Eleitoral proíbe propaganda política em igrejas de Rondônia
O Ministério Público Eleitoral (MPE) em Rondônia publicou uma recomendação com orientações para impedir o uso de templos religiosos e estruturas ligadas às igrejas como espaços de propaganda eleitoral durante as Eleições de 2026.
A Recomendação nº 9/2026, assinada pelo procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon, estabelece que a liberdade religiosa não pode ser utilizada para justificar práticas proibidas pela legislação eleitoral. A orientação alcança igrejas, templos, anexos, pátios e também os canais de comunicação administrados pelas instituições religiosas.
Entre as condutas proibidas estão a exposição de faixas, cartazes, adesivos, camisetas ou bandeiras que façam referência a candidatos, partidos ou números de campanha. Também não são permitidos pedidos de voto, manifestações de apoio, elogios ou críticas a candidatos durante cultos, missas, pregações e outras atividades religiosas.
A distribuição de materiais de campanha nas dependências dos templos também está vedada. O MPE orienta ainda que as instituições não utilizem sua estrutura, funcionários, recursos financeiros ou redes sociais para beneficiar ou prejudicar candidaturas.
De acordo com a recomendação, templos religiosos são considerados bens de uso comum do povo para fins eleitorais, o que impede a realização de propaganda nesses espaços. O responsável pelo local que permitir uma irregularidade pode estar sujeito a multa entre R$ 2 mil e R$ 8 mil.
O documento também chama atenção para situações em que não existe um pedido explícito de voto. Segundo o entendimento citado pelo MPE, manifestações que associem determinada candidatura à fé ou apresentem um candidato como escolhido por Deus, por exemplo, podem ser analisadas pela Justiça Eleitoral caso tenham como objetivo influenciar a decisão dos eleitores.
Outro ponto destacado é o uso de recursos das instituições religiosas em campanhas. A legislação eleitoral impede que entidades religiosas façam doações ou contribuam, direta ou indiretamente, para candidaturas. O uso gratuito de espaços, pagamento de publicidade ou impulsionamento e outras formas de benefício econômico também podem gerar consequências eleitorais.
Em caso de irregularidades consideradas graves, candidatos beneficiados podem sofrer consequências como cassação do registro ou diploma e declaração de inelegibilidade. Lideranças religiosas envolvidas também podem ser responsabilizadas, conforme a análise de cada caso.
O Ministério Público Eleitoral recomenda ainda que as próprias instituições religiosas orientem seus líderes, ministros, sacerdotes e demais responsáveis pelas atividades de culto sobre as regras eleitorais. A medida busca evitar que espaços destinados às manifestações religiosas sejam utilizados para favorecer candidaturas ou interferir de maneira irregular na escolha dos eleitores.
A recomendação tem caráter preventivo e reforça que a liberdade de crença e de culto é garantida pela Constituição, mas deve ser exercida dentro dos limites estabelecidos pela legislação eleitoral.
Política
Deputada Cristiane Lopes fortalece o campo e amplia o Projeto Terra Fértil em Rondônia
Projeto viabilizado pela deputada já atende mais de 200 associações em quase 52 municípios, com máquinas, tecnologia, insumos e assistência técnica
Quem vive da terra sabe que produzir exige mais do que disposição. É preciso estrutura, tecnologia, assistência técnica e condições para transformar trabalho em renda e desenvolvimento.
É com esse propósito que a deputada federal Cristiane Lopes vem fortalecendo a agricultura em Rondônia por meio do Projeto Terra Fértil, viabilizado com recursos destinados pela parlamentar em parceria com o Instituto Federal de Rondônia (IFRO).
“Não existe outro programa maior que esteja atendendo mais associações de produtores rurais nos quatro cantos de Rondônia do que o nosso Projeto Terra Fértil”, destacou Cristiane.
Lançado em 2025, o projeto ganhou força em 2026 e já atende mais de 200 associações em quase 52 municípios, levando máquinas, implementos, insumos, mudas, calcário e assistência técnica para diferentes regiões do estado.
Uma das novidades deste ano é a chegada de drones agrícolas, ampliando o acesso dos produtores à tecnologia e à agricultura de precisão.
As entregas também alcançaram comunidades do Baixo Madeira e distritos de Porto Velho, com tratores, equipamentos e veículos destinados ao fortalecimento das associações.
“Estamos ouvindo as demandas das associações e atendendo com aquilo que elas mais precisam para melhorar a produção”, afirmou Cristiane.
A parceria com o IFRO une investimento, conhecimento e assistência técnica, aproximando os recursos federais da realidade de quem está no campo.
Para Cristiane, fortalecer o produtor é fortalecer toda a cadeia produtiva de Rondônia.
“A gente quer dar condição de verdade para os nossos pequenos, médios e grandes produtores, porque a cadeia produtiva é um ajudando a alavancar o outro para que a gente venha crescer junto”, ressaltou.
O Terra Fértil consolida uma das principais frentes do mandato de Cristiane Lopes, transformar recursos conquistados em Brasília em investimentos que chegam diretamente aos municípios e a quem produz.
“Quando vemos um problema, buscamos uma solução”, resume a deputada.
Em 2025, o projeto começou. Em 2026, cresceu, alcançou novas regiões e incorporou tecnologia. No campo, o resultado já aparece em mais estrutura, produtividade e novas oportunidades para quem faz Rondônia avançar.
Fonte: Assessoria
Política
Conheça os 10 candidatos ao Senado por Rondônia nas eleições de 2026
Dez candidatos foram oficializados pelos partidos para disputar as duas vagas de senador por Rondônia nas eleições de 2026. A relação reúne políticos com diferentes trajetórias, incluindo ex-senadores, deputados, médicos, jornalistas, empresários, servidores públicos e representantes ligados às áreas ambiental e indígena.
Entre os nomes estão Acir Gurgacz (PDT), ex-senador e ex-prefeito de Ji-Paraná; Aires Mota (PV), presidente estadual do Partido Verde; Bruno Bolsonaro Scheid (PL), produtor rural e dirigente partidário; e Fernando Máximo (PL), médico, ex-secretário estadual de Saúde e deputado federal.
Também disputam o Senado Engenheiro Thulio (Missão), engenheiro florestal e ativista; Luciana Oliveira (PT), jornalista e advogada; Luis Fernando (PSD), administrador e ex-secretário estadual de Finanças; e Mariana Carvalho (União Brasil), médica e ex-deputada federal.
Completam a lista Neidinha (PSB), indigenista e ativista socioambiental, e Sílvia Cristina (União Brasil), jornalista, professora e atual deputada federal.
Acir Gurgacz (PDT)
Natural de Cascavel (PR), Acir Gurgacz tem 60 anos e mudou-se para Rondônia ainda jovem. Sua trajetória política começou em 2000, quando foi eleito prefeito de Ji-Paraná. Em 2009, assumiu uma cadeira no Senado após a cassação do diploma do candidato eleito naquele pleito. Exerceu dois mandatos consecutivos e voltou a disputar o Senado em 2022, mas teve a candidatura indeferida.
Aires Mota (PV)
Aires Mota de Almeida, de 52 anos, nasceu em Porto Velho e atua como consultor político. Tem formação em Direito e Teologia e é presidente estadual do Partido Verde, além de integrar o diretório nacional da legenda. Ao longo da carreira, ocupou funções na Assembleia Legislativa, no Governo de Rondônia e na Câmara Federal. Em 2024, disputou uma vaga de vereador em Porto Velho, mas não foi eleito.
Bruno Bolsonaro Scheid (PL)
Produtor rural de Ji-Paraná, Bruno Scheid também atua na política partidária e ocupa a vice-presidência do PL em Rondônia. Ele já trabalhou como assessor político do ex-presidente Jair Bolsonaro e ganhou projeção nas redes sociais ao destacar sua proximidade com o ex-presidente. A disputa pelo Senado representa sua primeira candidatura eleitoral.
Fernando Máximo (PL)
Natural de Ceres (GO), Fernando Máximo tem 46 anos e é médico formado pela Universidade Federal do Amazonas. Em Rondônia, ocupou o cargo de secretário de Estado da Saúde e atuou na linha de frente da área durante a pandemia de Covid-19. Também trabalhou como cirurgião, professor e perito. Em 2022, foi eleito deputado federal e terminou a eleição como o candidato mais votado do estado.
Engenheiro Thulio (Missão)
Thulio Santiago Castro é engenheiro florestal, paisagista e ativista político. Já prestou serviços à Prefeitura de Porto Velho em projetos relacionados ao urbanismo, arborização e requalificação de áreas verdes. Também possui experiência como perito ambiental, produtor rural e professor. Esta é sua primeira participação em uma eleição.
Luciana Oliveira (PT)
Natural de Porto Velho, Luciana Oliveira é jornalista, advogada e ativista na área de Direitos Humanos. Em 2018, concorreu ao cargo de deputada estadual pelo PSB e ficou na condição de suplente. Dois anos depois, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Porto Velho pelo PT, mas não foi eleita.
Luis Fernando (PSD)
Nascido no Rio de Janeiro, Luis Fernando mudou-se para Porto Velho ainda na infância. É formado em Administração pela Universidade Federal de Rondônia e possui especializações na área de gestão, além de mestrado em Fazenda Pública e Administração Tributária.
Sua trajetória profissional inclui atuação no setor bancário, consultoria, docência e como auditor fiscal de tributos estaduais. Em 2019, assumiu a Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia.
Mariana Carvalho (União Brasil)
Mariana Carvalho nasceu em São Paulo, tem 37 anos e é médica, com especialização em cardiologia. Também possui formação em Direito, mestrado em Administração Pública e doutorado em bioética.
Entrou na política aos 21 anos, quando foi eleita vereadora de Porto Velho. Em 2014, chegou à Câmara dos Deputados e foi reeleita em 2018. Ao longo da carreira, também disputou cargos no Executivo e uma vaga ao Senado. Atualmente, atua como reitora de uma instituição de ensino superior.
Neidinha (PSB)
Neidinha Suruí é indigenista e ativista com atuação voltada à defesa dos povos indígenas e do meio ambiente na Amazônia. Trabalhou na Funai e participou de iniciativas relacionadas à proteção de territórios indígenas.
Em 1992, fundou a Associação Kanindé, entidade voltada à defesa socioambiental. Em 2024, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Porto Velho, mas não foi eleita.
Sílvia Cristina (União Brasil)
Sílvia Cristina Amancio Chagas nasceu em Linhares (ES), tem 52 anos e é jornalista e professora. Mudou-se para Rondônia em 2003 e iniciou sua trajetória política em 2012, quando foi eleita vereadora em Ji-Paraná.
Em 2018, foi eleita deputada federal, tornando-se a primeira mulher negra de Rondônia a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Atualmente, exerce mandato federal.
Eleição para o Senado
Nas eleições de 2026, os eleitores de Rondônia escolherão dois representantes para o Senado Federal. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso seja necessário para os cargos em disputa, está previsto para 25 de outubro.
Confúcio Moura (MDB) e Rosângela Cipriano (PSB), que chegaram a ser anunciados como candidatos, posteriormente retiraram suas candidaturas. Já Engenheiro Thulio foi oficializado em uma convenção realizada de forma on-line e fechada, em 22 de julho.
