Geral
Consulta ao valor do PIS/Pasep de 2024 é liberada
Cerca de 24 milhões de pessoas que trabalharam com carteira assinada em 2022 podem consultar, a partir desta segunda-feira (5), o valor do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) em 2024. A quantia está disponível no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (disponível na Google Play e na App Store) e no Portal Gov.br.

Quem quiser obter informações adicionais, como o calendário de pagamentos, a liberação da parcela e o esclarecimento de dúvidas, deve consultar o aplicativo Caixa Trabalhador.
O pagamento do abono salarial de 2022 será feito de 15 de fevereiro a 15 de agosto, conforme o mês de nascimento do trabalhador, para quem recebe o PIS, ou o número final de inscrição, para quem recebe o Pasep.
Neste ano, R$ 22,6 bilhões podem ser sacados. Segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o abono salarial será pago a 24,67 milhões de trabalhadores em todo o país. Desse total, 21,95 milhões que trabalham na iniciativa privada receberão R$ 19,8 bilhões do PIS e 2,72 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito a R$ 2,7 bilhões do Pasep.
O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal e o Pasep, pelo Banco do Brasil. Como ocorre tradicionalmente, os pagamentos serão divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento, no caso do PIS, e no número final de inscrição, no caso do Pasep. O saque iniciará nas datas de liberação dos lotes e acabarão em 27 de dezembro de 2024. Após esse prazo, será necessário aguardar a convocação especial do Ministério do Trabalho e Previdência.
Quem tem direito
Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, 5 anos, e que tenha trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base considerado para a apuração, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
O valor do abono é proporcional ao período em que o empregado trabalhou com carteira assinada em 2022. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 117,67, com períodos iguais ou superiores a 15 dias contados como mês cheio. Quem trabalhou 12 meses com carteira assinada receberá o salário mínimo cheio, de R$ 1.412.
Veja o calendário aprovado:


Pagamento
Trabalhadores da iniciativa privada com conta corrente ou poupança na Caixa receberão o crédito automaticamente no banco, de acordo com o mês de seu nascimento.
Os demais beneficiários receberão os valores por meio da poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, também de acordo com o calendário de pagamento escalonado por mês de nascimento.
O pagamento do abono do Pasep ocorre via crédito em conta para quem é correntista ou tem poupança no Banco do Brasil. O trabalhador que não é correntista do BB pode efetuar a transferência via TED para conta de sua titularidade via terminais de autoatendimento e portal www.bb.com.br/pasep ou no guichê de caixa das agências, mediante apresentação de documento oficial de identidade.
Até 2020, o abono salarial do ano anterior era pago de julho do ano corrente a junho do ano seguinte. No início de 2021, o Codefat atendeu a recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU) e passou a depositar o dinheiro somente 2 anos após o trabalho com carteira assinada.

Edição: Fernando Fraga
Agência Brasil
Geral
Buscas por vítimas da tragédia de Brumadinho são encerradas após sete anos e 268 corpos encontrados
Após 2.558 dias de trabalho ininterrupto, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais encerrou oficialmente as buscas por vítimas da tragédia provocada pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A operação é considerada a maior da história do Brasil em número de dias, recursos e pessoal empregado.
Ao longo de sete anos, mais de 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração foram vistoriados, resultando na localização de 268 vítimas. Duas pessoas seguem desaparecidas: o engenheiro mecânico Tiago Tadeu Mendes da Silva e a estagiária Nathália de Oliveira Porto Araújo.
Segundo o Corpo de Bombeiros, 100% da área atingida pela lama foi completamente examinada. A previsão é que todos os equipamentos utilizados nas buscas sejam retirados até a primeira quinzena de fevereiro.
Mais de 5 mil militares participaram da operação, que contou com apoio de corporações de outros estados. As buscas envolveram 31 aeronaves, mais de 1.600 horas de voo, o trabalho de 68 cães e a utilização de cerca de 120 máquinas pesadas.

O tenente Henrique Barcellos, porta-voz da corporação, destacou o impacto humano e institucional da operação. Segundo ele, encerrar as buscas traz o sentimento de dever cumprido, mas também de profunda transformação para os bombeiros envolvidos. “Brumadinho foi uma das maiores materializações do nosso propósito de salvar e valorizar vidas”, afirmou.
A lama liberada com o rompimento da barragem atingiu aproximadamente 290 hectares, destruindo estruturas da mineradora, imóveis, plantações e contaminando o Rio Paraopeba.
As estratégias de buscas evoluíram ao longo dos anos. Inicialmente, o foco era o resgate de sobreviventes. A última etapa, iniciada no fim de 2021, utilizou estações de peneiramento para separar rejeitos de possíveis fragmentos humanos e objetos pessoais.

Apesar do encerramento das buscas pelos bombeiros, o trabalho não está totalmente concluído. A Polícia Civil de Minas Gerais segue analisando segmentos humanos ainda não identificados. A última vítima localizada foi Maria de Lurdes da Costa Bueno, de 59 anos, em fevereiro de 2025.
A tragédia deixou oficialmente 270 mortos, incluindo duas gestantes. Sete anos depois, duas famílias ainda aguardam respostas.
Geral
Nova 364 alerta para possível manifestação na BR-364, em Cujubim
Nesta terça-feira (27), há previsão de manifestação no km 563 da BR-364, em Cujubim, relacionada a pautas do setor do agronegócio, temas que não integram o escopo da concessão rodoviária.
A Nova 364 reconhece a importância do diálogo e das manifestações como forma legítima de expressão da sociedade.
A Concessionária acompanha a situação em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), adotando medidas de sinalização e orientação aos motoristas, com foco na segurança dos usuários e na redução de impactos no tráfego.
A Nova 364 reforça seu compromisso com a segurança viária e com a manutenção do fluxo da rodovia.
Assessoria Nova 364
Créditos: Imagem ilustrativa
Geral
Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27).

A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos.
Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14.
No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período.
A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata.
Preço nas bombas
O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.
Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.
Diesel
A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período.
Fonte: Agência Brasil
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