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Polícia

Detento de alta periculosidade é transferido para penitenciária federal de Porto Velho

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O detento Antônio de Souza Sobrinho, conhecido como “Sertanejo”, foi transferido nesta quarta-feira (11) para a penitenciária federal de segurança máxima em Porto Velho. Ele cumpria pena no presídio de Igarassu, no estado de Pernambuco.

“Sertanejo” é investigado por envolvimento em um esquema de corrupção dentro da unidade prisional, revelado durante a Operação La Catedral, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação também resultou na prisão do ex-gestor do sistema prisional de Pernambuco, André de Araújo Albuquerque.

Durante a operação, além deles, a Polícia Federal prendeu ainda oito policiais penais. Entre os detidos está o ex-diretor do presídio, Charles Belarmino de Queiroz, preso em 25 de fevereiro, durante a primeira fase da ação.

De acordo com as investigações, o detento seria uma das principais lideranças de uma estrutura paralela de poder dentro da unidade. Mesmo preso, ele exerceria forte influência no presídio, atuando como chaveiro do pavilhão F e desempenhando papel estratégico na arrecadação e circulação de recursos ilícitos dentro da cadeia.

As apurações da Polícia Federal apontam que o detento seria peça central no esquema de corrupção que funcionava dentro do Presídio de Igarassu. Segundo os investigadores, o grupo cobrava propina para permitir a entrada de drogas, celulares, bebidas e outras regalias aos detentos, além da realização de festas dentro da unidade.

Um dos principais elementos da investigação foi um vídeo encontrado no celular do ex-diretor Charles Belarmino. Nas imagens, registradas dentro do presídio, o então gestor André de Araújo Albuquerque aparece recebendo maços de dinheiro entregues pelo próprio “Sertanejo”, reforçando as suspeitas de pagamento de propina ligado ao esquema.

O caso expôs a existência de uma organização criminosa que atuava dentro do sistema prisional de Pernambuco, envolvendo servidores e detentos na arrecadação e movimentação de recursos ilícitos dentro da unidade.

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Polícia

Operação Tétrade prende três investigados por homicídio em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Combate aos Crimes Contra a Vida (DERCCV), com apoio da 1ª Delegacia de Polícia, ambas de Vilhena, deflagrou, nesta quarta-feira (16), a Operação Tétrade, destinada ao cumprimento de medidas judiciais relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido em Chupinguaia.

Durante a operação, duas pessoas foram presas no município. Também foi cumprido mandado de prisão contra um terceiro investigado, que já se encontrava recolhido ao sistema prisional pela prática de outro crime. O quarto envolvido havia sido preso no dia do homicídio.

O crime ocorreu na tarde de 31 de maio de 2026, na área externa de um Balneário na zona rural de Chupinguaia. Na ocasião, a vítima foi atacada e morta mediante golpes de instrumento perfurocortante. As investigações também indicaram que, no dia anterior ao crime, a vítima teria se envolvido em um desentendimento com um colega de trabalho e de alojamento, nas dependências destinadas aos funcionários de um frigorífico. O episódio teria provocado indignação entre outros trabalhadores e passou a integrar a linha investigativa sobre a possível motivação do homicídio.

A partir das diligências, a Polícia Civil reuniu elementos que possibilitaram identificar quatro investigados e representar pelas medidas judiciais necessárias.
As apurações prosseguem para esclarecer integralmente a dinâmica dos fatos e individualizar a participação de cada envolvido.

A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a investigação qualificada dos crimes contra a vida e com o cumprimento das decisões judiciais, garantindo a responsabilização dos envolvidos na forma da lei.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Operação apreende 396 kg de cocaína e cumpre mandados em Rondônia

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Uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC) atingiu, nesta quarta-feira (16), um grupo investigado por tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A Operação Muro de Gesso ocorre de forma simultânea em cidades do Acre, Paraíba, Minas Gerais e Ji-Paraná, em Rondônia.

A investigação identificou uma organização que, segundo as informações divulgadas, utilizava uma estrutura para movimentar dinheiro de origem ilícita e esconder bens adquiridos com os recursos. As apurações também chegaram a carregamentos de entorpecentes, que resultaram na apreensão de cerca de 396 quilos de cocaína.

O principal alvo da investigação é apontado como possível líder do grupo. Ele estaria morando na Paraíba com uma identidade falsa. Durante o trabalho investigativo, também foram encontrados imóveis, apartamentos de alto padrão e veículos de luxo registrados em nomes de parentes e de outras pessoas que seriam utilizadas como “laranjas”.

A operação conta com 14 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva. Até a divulgação das informações, três pessoas haviam sido presas.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas e o sequestro de bens ligados aos investigados. O valor das medidas pode chegar a R$ 8 milhões.

Os investigados poderão responder por tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Em Rondônia, Ji-Paraná está entre as cidades alcançadas pela investigação conduzida pela FICCO/AC.

com informações do Portal Jipa

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PF localiza brasileiro condenado por crime de abuso sexual na Irlanda

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A Polícia Federal atuou na localização e no retorno ao Brasil de um homem procurado pela Justiça do Estado de Goiás, condenado pela prática de crime de abuso sexual infantojuvenil.

O nome do indivíduo estava incluído na Difusão Vermelha da INTERPOL, contando no alerta internacional desde 2015.

Em 20 de abril de 2026, ele foi localizado e preso na Irlanda com base no alerta internacional, permanecendo sob custódia das autoridades daquele país.

A deportação para o Brasil foi efetivada em 15 de setembro de 2026, após tratativas entre as autoridades competentes. A atuação do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal em Goiás contou com o apoio da Adidância da Polícia Federal em Londres.

Após o retorno ao Brasil, foi dado cumprimento ao mandado de prisão expedido pela Justiça brasileira. O homem é condenado a 25 anos de reclusão, em regime fechado, e permanece à disposição do Poder Judiciário do Estado de Goiás.

Fonte: Polícia Federal

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