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Polícia

Polícia suspeita que menor tenha assumido homicídio para proteger irmão

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As investigações sobre a morte de Edson Oliveira Sovete, de 41 anos, conhecido como “Tico”, podem ter um novo desdobramento em Cacoal. Um homem preso no último fim de semana durante uma ação de policiamento ostensivo passou a ser investigado como possível autor do crime que chocou moradores do município no final de maio.

Segundo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a Polícia Civil e o Núcleo de Inteligência do 4º Batalhão da Polícia Militar trabalham com a possibilidade de que a autoria do homicídio seja diferente da apresentada inicialmente. Isso porque um adolescente de 17 anos havia confessado ser o responsável pela morte da vítima, afirmando ter desferido golpes de faca contra Edson durante uma discussão e, posteriormente, retornado ao local para incendiar a residência na tentativa de eliminar vestígios do crime.

No entanto, novos elementos surgidos ao longo da investigação passaram a levantar dúvidas sobre a versão apresentada pelo menor. Entre as informações analisadas pelas autoridades está a situação de um homem conhecido pelas forças de segurança, oriundo do sistema prisional e monitorado por tornozeleira eletrônica. Conforme foi apurado, ele teria interrompido o funcionamento do equipamento de monitoramento, circunstância que despertou a atenção dos investigadores. O suspeito é irmão do adolescente que assumiu a autoria do crime.

Uma das linhas de investigação considera a hipótese de que o homem possa ter convencido o irmão a assumir a responsabilidade pelo homicídio para evitar sua própria prisão. Diante disso, a participação do adolescente e o conteúdo de sua confissão estão sendo reavaliados pelas autoridades com base nas novas evidências coletadas durante as diligências.

O crime ocorreu em uma residência localizada no bairro Habitar Brasil. O corpo de Edson Oliveira Sovete foi encontrado após um incêndio atingir o imóvel, sendo localizado durante os trabalhos realizados pelas equipes que atuaram na ocorrência. As investigações iniciais apontaram que a vítima havia sido assassinada a facadas antes do fogo ser provocado, o que levou a polícia a trabalhar com a suspeita de tentativa de destruição de provas.

Desde então, a Polícia Civil vem realizando oitivas, levantamentos e análises técnicas para esclarecer todas as circunstâncias do caso. Até o momento, não há confirmação oficial sobre uma eventual mudança na autoria do assassinato. As investigações seguem em andamento e novas conclusões dependerão da análise dos elementos reunidos pelos investigadores.

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Polícia

Foragido da Justiça do Paraná por estupro é preso em Rondônia

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Um homem de 39 anos, considerado foragido da Justiça do Paraná, foi preso nesta sexta-feira (24) no município de Presidente Médici, em Rondônia, durante uma ação da Polícia Civil.

A captura foi realizada por equipes da Regional de Vilhena enquanto os policiais cumpriam diligências relacionadas a uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

Segundo a Polícia Civil, havia contra o suspeito um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Toledo (PR), relacionado a um processo pelo crime de estupro. A ordem judicial foi cumprida sem resistência.

A localização do homem ocorreu durante uma investigação que apura uma denúncia de tentativa de estupro de vulnerável. Conforme as informações levantadas, uma mulher procurou a DEAM após negociar pela internet a contratação de um serviço de mudança. Durante a conversa, o suspeito teria feito propostas de cunho sexual envolvendo a mulher e sua filha, uma criança de 7 anos.

Após a denúncia, os investigadores iniciaram as diligências e conseguiram identificar o responsável pelas mensagens, chegando até o paradeiro do suspeito. Durante a apuração, foi constatado que ele também possuía o mandado de prisão em aberto no estado do Paraná.

Depois de preso, o homem foi levado para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Além do cumprimento da ordem judicial, o suspeito segue sendo investigado pela suposta tentativa de estupro de vulnerável no âmbito do inquérito conduzido pela DEAM de Vilhena.

A Polícia Civil reforçou que denúncias sobre crimes podem ser feitas pelos canais oficiais, como o telefone 197, o Disque-Denúncia 181 e o WhatsApp institucional (69) 3216-8940. A identidade de vítimas e familiares é mantida em sigilo, especialmente em casos envolvendo crianças e adolescentes.

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Furto de energia leva 74 pessoas à prisão em Rondônia

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As ações de combate ao furto de energia elétrica em Rondônia resultaram em 74 prisões e na recuperação de mais de 27 GWh de energia durante o primeiro semestre deste ano. Segundo a Energisa, o volume recuperado seria suficiente para abastecer aproximadamente 135 mil residências populares por um mês.

No período, a concessionária recebeu mais de mil denúncias relacionadas a possíveis irregularidades em diferentes regiões do estado. As fiscalizações são realizadas por equipes técnicas e, quando necessário, contam com o apoio das forças de segurança, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica (Politec).

Entre os municípios com maior número de prisões relacionadas ao furto de energia estão Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal e Rolim de Moura.

De acordo com a Energisa, além dos prejuízos ao sistema elétrico, as ligações clandestinas representam riscos graves à população, já que são realizadas sem critérios técnicos e podem provocar acidentes, inclusive fatais. A prática também pode comprometer a qualidade do fornecimento de energia para os demais consumidores.

O furto de energia é considerado crime previsto no Código Penal e pode resultar em responsabilização criminal, com penas de até oito anos de prisão, além da obrigação de ressarcir os danos causados.

A concessionária reforça a importância da participação da população no combate às irregularidades e orienta que denúncias sejam encaminhadas pelos canais oficiais de atendimento.

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MPRO quer aumentar pena de condenado por matar pecuarista

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Ariquemes, recorreu da sentença que condenou o réu pelo assassinato do pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello a 11 anos, um mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado. O MPRO considera que a pena aplicada não é proporcional à gravidade do crime.

O Ministério Público denunciou o acusado por homicídio duplamente qualificado. O julgamento pelo Tribunal do Júri iniciou nesta quarta-feira (22/7) e terminou na tarde de quinta-feira (23/7), no Fórum do município.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as duas qualificadoras apresentadas pela acusação, de que o crime foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima e que gerou perigo comum. Essa segunda qualificadora foi aplicada porque os disparos ocorreram em um posto de combustíveis, local onde outras pessoas também estavam e poderiam ter sido atingidas.

O caso

O crime ocorreu em fevereiro de 2025, em um posto de combustíveis de Ariquemes. Segundo as investigações, o pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello foi atingido por cinco disparos de arma de fogo. O denunciado chegou a disparar 7 tiros.

A apuração também apontou que o acusado viajou de Porto Velho até Ariquemes com o objetivo de cometer o homicídio. De acordo com o MPRO, o inquérito policial foi concluído pela legítima defesa, todavia, após novas diligências, foi constatado que ele premeditou o crime.

Fonte: MPRO

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