Geral
Operação fiscaliza monitorados por tornozeleira eletrônica em Porto Velho e Candeias do Jamari
Reforçando as ações de segurança e o controle do sistema prisional, o governo de Rondônia deflagrou, nesta sexta-feira (30), a terceira fase da Operação Sinal Zero, em Porto Velho e no município de Candeias do Jamari. A ação é conduzida pela Polícia Penal, por meio da Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional (Umesp), vinculada à Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e pela Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), por meio do 1º Batalhão de Polícia Militar de Rondônia (Batalhão Rondon).
Nesta etapa, 25 pessoas monitoradas estão sendo fiscalizadas nas zonas Norte, Sul e Leste da capital, além de Candeias do Jamari, com apoio da Polícia Militar de Rondônia. A operação tem como objetivo verificar o cumprimento das condições do monitoramento eletrônico, incluindo saídas não autorizadas, desligamento indevido do equipamento e ausência de contato com a equipe técnica, situações que caracterizam descumprimento das regras.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou que a operação integra um conjunto permanente de ações do estado voltadas à prevenção da criminalidade e ao fortalecimento da segurança pública. “A gestão estadual tem investido em ações integradas e estratégicas para garantir a ordem pública. A fiscalização do monitoramento eletrônico é fundamental para assegurar o cumprimento das determinações judiciais e a proteção da sociedade”.

FISCALIZAÇÃO
A Operação Sinal Zero integra um conjunto de ações do governo de Rondônia voltadas ao reforço da segurança prisional, do monitoramento de pessoas privadas de liberdade e do controle interno do sistema prisional, incluindo revistas gerais e fiscalizações do monitoramento eletrônico em diversos municípios do estado.
De acordo com o diretor da Umesp, Eliel de Souza, a Operação Sinal Zero foi criada para intensificar a fiscalização de monitorados reincidentes no descumprimento das regras do monitoramento eletrônico. “A ação tem como foco reforçar o controle sobre pessoas que descumprem reiteradamente as determinações judiciais. Nesta terceira fase, a fiscalização prioriza monitorados que demonstraram resistência ao cumprimento da pena. Diante do período pré-Carnaval, a atuação preventiva e ostensiva se torna ainda mais necessária para reduzir riscos à segurança pública”, afirmou.
O comandante do Batalhão Rondon, Alex Miranda destacou a importância da operação. “A participação da Polícia Militar reforça o trabalho integrado das forças de segurança do estado. A fiscalização do monitoramento eletrônico contribui diretamente para a prevenção de crimes e para a manutenção da ordem pública, garantindo mais segurança à população.”
O secretário da Sejus, Marcus Rito ressaltou que a Operação Sinal Zero integra a rotina permanente de ações voltadas ao controle interno do sistema prisional. “As ações preventivas e ostensivas realizadas pela Polícia Penal, por meio da Unidade de Monitoramento Eletrônico, são essenciais para manter o sistema prisional sob controle e reforçar a segurança em todo o estado”.
Fonte: Secom
Geral
Adolescentes jogam água em óleo em chamas e causam explosão
Um vídeo que ganhou repercussão nas redes sociais mostra uma tentativa perigosa de controlar um princípio de incêndio provocado por óleo de cozinha. Nas imagens, uma panela em chamas é retirada para a área externa de uma residência e, na tentativa de apagar o fogo, uma pessoa despeja água sobre o óleo quente, causando uma reação imediata com aumento das chamas.
A situação serve de alerta para um erro comum em ocorrências desse tipo. Especialistas reforçam que a água jamais deve ser jogada em incêndios envolvendo óleo de cozinha, pois o contato entre os líquidos pode provocar uma explosão e espalhar o fogo rapidamente, aumentando o risco de queimaduras e danos ao imóvel.
A orientação é desligar o fogo, quando possível com segurança, e cobrir a panela utilizando uma tampa metálica ou outro material adequado para abafar as chamas. Caso o incêndio não seja controlado ou ofereça risco, a recomendação é deixar o local e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros.
O alerta busca evitar acidentes domésticos e reforçar os cuidados necessários durante situações envolvendo fogo em cozinhas.
Geral
Após protesto, moradores liberam acesso aos portos no Baixo Rio Madeira
Após horas de bloqueio, moradores da comunidade de Cujubim, na região do Baixo Rio Madeira, decidiram liberar, na tarde desta segunda-feira (3), a estrada de acesso aos portos graneleiros. A manifestação foi organizada para cobrar do Governo de Rondônia medidas urgentes de recuperação da via, que, segundo os moradores, enfrenta problemas de conservação há mais de oito anos.
Os manifestantes afirmam que as condições da estrada prejudicam a circulação de veículos e provocam grande quantidade de poeira, afetando diretamente a qualidade de vida das famílias que vivem às margens do trecho. A situação, segundo a comunidade, se agravou com o aumento do tráfego de carretas que transportam cargas para os terminais portuários da região.
Entre as reivindicações apresentadas estão a recuperação imediata da estrada e a pavimentação asfáltica do trecho, considerada pelos moradores uma solução definitiva para os transtornos enfrentados diariamente.
A mobilização resultou na abertura de um canal de diálogo com o Governo do Estado. Uma comissão formada por representantes da comunidade foi criada para discutir alternativas e acompanhar as medidas voltadas à melhoria da estrada, considerada a principal ligação terrestre com diversas comunidades do Baixo Rio Madeira, em Porto Velho.
Durante o protesto, o bloqueio provocou uma extensa fila de caminhões e outros veículos, que ultrapassou 10 quilômetros de extensão, impactando o acesso e as operações nos portos graneleiros de Cujubim e Portochuelo.
Geral
Prefeitura anuncia medidas para enfrentar super El Niño
Um trabalho intenso desenvolvido nos últimos dois anos pela Prefeitura de Porto Velho vem garantindo que a sociedade conte com uma Superintendência Municipal de Defesa Civil (SMDC) estruturada, integrada e preparada para atuar de forma incisiva no enfrentamento aos efeitos de crises climáticas e desastres naturais.
Apontado como o responsável por uma severa estiagem que deverá atingir a região Amazônica nos próximos meses, o super El Niño poderá provocar impactos significativos nas comunidades ribeirinhas de Porto Velho, como escassez de água potável, isolamento geográfico e perdas nas plantações.
Na manhã desta segunda-feira (3), o prefeito Léo Moraes concedeu uma entrevista coletiva à imprensa no auditório do Prédio do Relógio, onde apresentou as medidas que vêm sendo executadas diante da iminente chegada do super El Niño.
De acordo com o prefeito, os efeitos provocados pelo fenômeno já estão no radar da administração municipal, que vem se organizando por meio do Comitê Interinstitucional de Enfrentamento à Estiagem, responsável por coordenar e integrar as ações de prevenção e resposta.
Léo Moraes destacou iniciativas como o levantamento da infraestrutura hídrica das comunidades com maior potencial de serem afetadas, além da abertura de poços onde houver necessidade, garantindo o abastecimento de água para a população.
“Através desse comitê estamos levantando informações que nos assegurem trabalhar com medidas de prevenção e mitigação que reduzam os riscos dentro dessas comunidades vulneráveis à estiagem trazida pelo super El Niño. Também estamos focados na região urbana com a presença da brigada municipal, que irá combater os incêndios em terrenos baldios, entre outras áreas da cidade”.
Além da Prefeitura de Porto Velho, integram o comitê a CAERD, Corpo de Bombeiros/Defesa Civil Estadual, SEMUSA, Vigilância Sanitária, SEMAGRIC, SESB/SEMUSB, FUNASA, SEMIAS e a Superintendência Municipal dos Distritos.
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Fonte: Secretário Municipal de Comunicação (Secom)
