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Pesquisa mostra os 20 portais de notícias mais buscados no Brasil; confira
A Agência Rank Certo, especialista em Link Building e Relações Públicas no meio digital, divulgou um levantamento inédito que identifica os portais de notícia mais buscados no Brasil a partir de dados da ferramenta Semrush.
O estudo observa o volume de buscas por marca e domínio dos principais veículos, oferecendo um retrato de interesse do público na “porta de entrada” do consumo de notícias via mecanismos de busca.
O recorte é nacional e se apoia em métricas estimadas de consultas registradas na Ahrefs. A lógica é simples: quanto maior o volume de buscas, maior tende a ser a lembrança de marca e a capacidade do portal de atrair audiência orgânica, um ativo estratégico para redações, anunciantes e para quem disputa espaço editorial.
Nos primeiros lugares, Globo.com (24,9 milhões) e UOL (20,4 milhões) formam um pelotão isolado, muito acima dos demais. Em seguida aparecem G1 (11,4 milhões), CNN Brasil (2,3 milhões) e Terra (2,2 milhões). O “top 5” ajuda a explicar a força combinada de marcas tradicionais, atualização contínua e distribuição multiplataforma na construção de demanda orgânica.
A seguir, a lista consolidada pela Agência Rank Certo com base no volume de buscas por marca/domínio:
- Globo.com — 24.900.000
- UOL.com.br — 20.400.000
- G1 — 11.400.000
- CNN Brasil — 2.300.000
- Terra — 2.200.000
- MSN Notícias — 1.500.000
- R7 Notícias — 1.200.000
- Jovem Pan News — 871.000
- Metrópoles — 799.800
- Estadão — 747.000
- Folha de S. Paulo — 673.000
- Veja — 475.300
- Correio Braziliense — 368.000
- Gazeta do Povo — 305.400
- Poder360 — 300.000
- Valor Econômico — 137.100
- ND Mais — 112.700
- Exame — 110.000
- TechTudo — 18.100
- Catraca Livre — 8.100
Nota metodológica: o volume de buscas sinaliza interesse e lembrança de marca no Google, não devendo ser confundido com métricas de audiência (como visitas, usuários únicos ou pageviews). Ainda assim, é um indicador robusto de visibilidade e demanda espontânea.
O peso das buscas como métrica de visibilidade
“Buscar a marca de um portal é um gesto de confiança: o usuário atribui credibilidade e espera encontrar rapidamente cobertura atualizada. Por isso, o volume de buscas atua como proxy de notoriedade — ele captura:
- Memória de marca (top of mind);
- Frequência de exposição (TV, rádio, redes, newsletters);
- Eficiência de SEO de marca (ocupação dominante do 1º resultado e sitelinks);
- Rotina de atualização (hard news, tempo real, coberturas especiais).
Para as redações, isso mede o “campo de força” da marca no Google. “Para marcas e assessorias, indica onde a visibilidade orgânica é mais disputada — e onde um bom gancho editorial tende a escalar mais rápido”, diz Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo.
Assessoria de imprensa e a disputa por espaço nos grandes portais
Para a comunicação corporativa, o ranking funciona como um mapa de prioridades: estar em um portal com alto volume de buscas pode multiplicar a audiência orgânica de uma pauta. Mas conquistar esse espaço não é simples. A disputa por visibilidade é acirrada, as redações são seletivas e nem sempre publicam releases sem um gancho de interesse público.
Nesse cenário, algumas empresas recorrem à compra de uma publicação. No entanto, o caminho pago não é fácil (nem barato). Uma inserção em grandes portais pode custar de alguns milhares a dezenas de milhares de reais por publicação, dependendo da editoria, do formato e da negociação comercial.
Por isso, a atuação de uma agência de PR Digital e assessoria de imprensa se torna estratégica. Além de ser, em muitos casos, uma alternativa mais econômica do que a mídia paga, a agência amplia o alcance ao dialogar com um maior número de portais, ajudando a identificar quais veículos fazem mais sentido para cada caso e a desenhar a melhor estratégia de inserção.
Boas práticas para aumentar as chances de publicação orgânica incluem:
- Timing: conectar releases a agendas quentes (indicadores econômicos, relatórios, decisões regulatórias).
- Ângulo: oferecer dado inédito ou recorte local que agregue valor ao debate.
- Lastro: apoiar o conteúdo em fontes qualificadas e metodologia clara, além de gráficos e notas técnicas.
- SEO editorial: títulos objetivos, subtítulos explicativos e palavras-chave que dialoguem com a busca real do usuário.
- Distribuição: reforçar a publicação em redes sociais, newsletters e canais próprios, criando um círculo virtuoso de descoberta.
Diversificação de consumo: do jornalismo tradicional ao digital segmentado
O recorte revela um ecossistema híbrido. Convivem marcas históricas de jornal (Estadão, Folha, Correio) com nativos digitais (Metrópoles, Poder 360) e hubs agregadores (MSN). Há também verticais temáticas (Valor, Exame, TechTudo) e regionais que ganham terreno (ND Mais), indicando segmentação por interesse e proximidade geográfica.
Essa diversidade explica variações de volume: marcas com cobertura generalista e presença massiva em TV/rádio acumulam buscas de rotina; nichadas ou regionais, por sua vez, se beneficiam de comunidades fiéis e picos relacionados a temas setoriais, investigações exclusivas ou serviços.
Por que este retrato importa?
Ao iluminar a demanda orgânica por marcas jornalísticas, a pesquisa ajuda empresas, assessorias e profissionais de comunicação a mapear canais com maior potencial de visibilidade para suas pautas. Em um cenário de atenção fragmentada, entender quem o público procura espontaneamente é chave para calibrar estratégia: do planejamento de releases ao desenho de ativações de PR Digital e Link Building em estratégias de SEO.
Em síntese: onde há busca, há oportunidade e dados como os da Ahrefs, analisados de forma editorial, mostram onde mirar para transformar pauta em alcance real.
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Regras para comercialização de remédios em supermercados são aprovadas
A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) o Projeto de Lei 2158/23, que autoriza a instalação de um setor de farmácias no interior de supermercados – desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade. 

A proposta agora segue para sanção presidencial.
Para o relator, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), a medida facilita o acesso da população a drogarias, sobretudo em cidades de pequeno porte.
“Existem dificuldades de acesso enfrentadas pelos consumidores que residem em pequenos municípios, nas regiões mais remotas do Brasil, devido à ausência de farmácias nesses locais”, argumentou o parlamentar.
Já para a deputada Maria do Rosário (PT-RS) a medida, além de representar um risco e um incentivo à automedicação, cede aos interesses da indústria farmacêutica.
“A pessoa que pega o medicamento vai pegar também pão”, disse. “É um absurdo. É ceder ao interesse e lobby dos segmentos vinculados aos grandes laboratórios”, completou.
Entenda
De acordo com o texto, embora a farmácia em questão possa operar sob a mesma identidade fiscal do supermercado ou por meio de contrato com drogaria licenciada e registrada nos órgãos competentes, ela terá que seguir as mesmas exigências sanitárias e técnicas vigentes, incluindo:
- presença obrigatória de farmacêuticos legalmente habilitados durante todo o horário de funcionamento da farmácia;
- dimensionamento físico e estrutura de consultórios farmacêuticos;
- recebimento, armazenamento, controle de temperatura, ventilação, iluminação e umidade adequados;
- rastreabilidade, assistência e cuidados farmacêuticos.
O projeto de lei restringe a oferta de medicamentos em áreas abertas, comunicáveis ou sem separação funcional completa, como bancadas, estandes ou gôndolas externas ao espaço da farmácia ou drogaria.
Controle especial
Em casos de compra de medicamentos de controle especial, quando há retenção da receita médica, o texto determina que a entrega do remédio só aconteça após o pagamento.
Tais medicamentos poderão ser transportados do balcão de atendimento da drogaria até o local de pagamento em embalagem lacrada, inviolável e identificável.
Comércio eletrônico
O projeto permite às farmácias licenciadas e registradas pelos órgãos competentes contratarem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor, desde que assegurado o cumprimento integral da regulamentação sanitária aplicável.
Categoria
Em nota, o Conselho Federal de Farmácia avaliou que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados reduz danos, mantendo as exigências sanitárias já previstas no Senado, além de atender a pontos classificados como centrais e defendidos pela entidade.
“O parecer aprovado reafirma que a instalação de farmácias em supermercados somente poderá ocorrer se forem farmácias completas, com espaço físico segregado, presença obrigatória de farmacêutico responsável técnico, cumprimento integral das normas sanitárias e fiscalização sanitária.”
O comunicado reforça que, conforme o texto, não há autorização para venda de medicamentos em gôndolas ou caixas comuns de supermercado.
“Além disso, foram rejeitadas emendas que previam assistência farmacêutica remota em pequenos municípios, preservando a exigência de presença física do farmacêutico”.
“O debate em Plenário concentrou-se na necessidade de equilibrar acesso, concorrência e proteção à saúde pública. Com a manutenção das exigências estruturais e da presença obrigatória do farmacêutico, o texto aprovado mantém o modelo sanitário defendido pelo conselho”, concluiu a entidade.
Contraponto
Dias antes da aprovação, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) recomendou a rejeição de qualquer proposta legislativa que disponha sobre a venda de medicamentos em supermercados.
“O projeto autoriza supermercados e estabelecimentos similares a dispensarem medicamentos isentos de prescrição, o que, pela avaliação do plenário do CNS, pode desencadear interesses comerciais acima do cuidado à saúde das pessoas, do acesso racional e seguro dos medicamentos e à segurança e o bem-estar da população”, avaliou a entidade em nota.
Em dezembro, o Ministério da Saúde também se posicionou contrário ao texto. Para a pasta, a medida compromete o alcance do eixo estratégico 13 da Política Nacional de Assistência Farmacêutica, que prevê a promoção do uso racional de medicamentos, por intermédio de ações que orientem a prescrição, a dispensação e o consumo.
“Medicamentos, mesmo aqueles isentos de prescrição, possuem riscos. Seu uso sem orientação adequada pode levar a diversos problemas como a automedicação inadequada, resultando em interações medicamentosas, intoxicações, agravamento de doenças não diagnosticadas e mascaramento de sintomas importantes. Essa prática dificulta o tratamento adequado podendo colocar em risco a saúde do cidadão, comprometendo a saúde pública”.
Agência Brasil
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EDUCAÇÃO: Edital é corrigido para maior transparência das contratações nas escolas
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e da Secretaria Municipal de Administração (Semad), torna pública a retificação da homologação do Resultado Final do Edital nº 51/SEMAD/SEMED/2025
A medida foi adotada após a identificação de um erro sistêmico que ocasionou inconsistências na ordenação classificatória de parte dos candidatos. A falha técnica esteve relacionada especificamente ao critério etário utilizado para classificação e/ou desempate, de acordo com os autos do Processo SEI nº 004.002021/2026-77.
Diante da situação, a Semed, em conjunto com a SMTI, realizou a devida correção técnica e promoveu o reprocessamento integral da base de dados, assegurando a lisura, a transparência e o cumprimento rigoroso das normas estabelecidas no edital.
Como resultado, houve a retificação da relação de candidatos aprovados para as localidades da zona rural, permanecendo inalterado o resultado referente à zona urbana.
A retificação da homologação do Resultado Final foi publicada no Diário Oficial do Município 4183, de 03 de março de 2026,, passando a produzir efeitos administrativos a partir desta data, ressalvadas as hipóteses legais e editalícias aplicáveis.
O resultado contempla, em listas distintas e contínuas, os candidatos aprovados dentro do número de vagas ofertadas para cada localidade, bem como aqueles classificados em cadastro de reserva, conforme os critérios de classificação, desempate e demais disposições previstas no edital.
A Administração Municipal reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correção dos atos administrativos, garantindo segurança jurídica e respeito aos candidatos participantes do certame.
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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OBRAS: Prefeitura inicia construção de ponte na Estrada de Santo Antônio
Mesmo com o período chuvoso que atinge a capital rondoniense desde o início da semana, a frente de trabalho coordenada pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), segue em ritmo acelerado na construção da ponte sobre o igarapé Bate-Estaca, na Estrada do Santo Antônio.
O rompimento da via no trecho que corta o igarapé acabou isolando comunidades da região, gerando transtornos aos munícipes e ampliando em mais de cinco quilômetros o trajeto de acesso ao cemitério e à Igreja de Santo Antônio, além do Memorial Rondon.
Presente no local para acompanhar os serviços de construção, limpeza e infraestrutura, o secretário da Seinfra, Thiago Catenhede, afirmou que a decisão pela construção da ponte foi resultado de estudo técnico realizado pela equipe de engenharia do município, buscando uma solução definitiva para evitar que o problema volte a ocorrer nos próximos anos.
“Durante todo o final de semana, nossos técnicos atuaram na elaboração do projeto da ponte, que foi a opção escolhida para sanar esse problema. Já nesta última segunda-feira adquirimos o material e agora iniciamos a execução da obra. Estamos em ritmo intenso para entregar esse projeto o mais rápido possível à população”, destacou o secretário.
O prefeito Léo Moraes ressaltou que a obra representa uma solução definitiva para a comunidade. “Não vamos mais trabalhar com medidas paliativas. A população precisa de uma estrutura segura e duradoura. Estamos garantindo uma solução técnica, com responsabilidade e economia aos cofres públicos”.
A estrutura contará com pista de ida e volta, será erguida sobre treliças metálicas e terá passagem lateral destinada ao tráfego de ciclistas e pedestres, garantindo maior segurança e fluidez em uma região considerada uma das principais rotas turísticas da capital.
O investimento estimado é de aproximadamente R$ 80 mil, considerado de baixo custo para a dimensão da obra. A economia é resultado de uma parceria que garantiu a doação de madeiras apreendidas, que serão utilizadas na execução do serviço.
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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