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Política

Cristiane Lopes se posiciona Contra Veto e mantém Defesa da repavimentação da BR-319

A parlamentar afirma que a BR-319 precisa de repavimentação e não de uma nova obra, além de cobrar urgência do governo federal

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A deputada federal Cristiane Lopes (União Progressista – RO), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da BR-319, manifestou indignação com os vetos do presidente Lula à nova Lei do Licenciamento Ambiental. Entre os pontos suprimidos, estava o dispositivo que permitiria a manutenção e repavimentação de rodovias já existentes sem necessidade de licença prévia, medida que poderia destravar obras fundamentais como a da BR-319.

Para Cristiane, a decisão representa mais um obstáculo a uma demanda histórica da população da Amazônia. “Nosso mandato tem se mobilizado intensamente, articulando comissões técnicas, enviando ofícios e realizando visitas a ministérios para destravar um impasse que se arrasta há décadas. É preciso deixar claro: não estamos falando de abrir uma nova estrada, mas de repavimentar um trecho que já foi asfaltado no passado e que hoje é o único elo rodoviário entre Manaus e Porto Velho”.

Desde o início do mandato, a deputada tem por prioridade a pauta da BR-319. Em 2023, participou do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da rodovia, mobilizando parlamentares e lideranças da Amazônia para pressionar o governo federal pela inclusão da obra no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No mesmo ano, articulou com governadores durante o Fórum da Amazônia Legal a assinatura de uma declaração em defesa da estrada.

Ainda em 2023, a deputada participou da primeira reunião do Grupo de Trabalho sobre a pavimentação, ao lado do ministro dos Transportes, Renan Filho, e de outros representantes dos estados, cobrando prazos e ações concretas. Também protocolou ofícios junto ao DNIT solicitando informações e pedindo a aceleração dos projetos técnicos e ambientais.

Em 2024, anunciou a destinação de mais de R$ 180 milhões para o início da pavimentação do lote C, trecho de 20 km entre os km 198,2 e 218,2, com obras previstas para o primeiro semestre de 2025. Além disso, participou de audiências públicas nas quais defendeu a viabilidade técnica da repavimentação, com base em estudos do próprio Ministério dos Transportes.

Em julho de 2025, Cristiane confrontou diretamente a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, questionando a exigência de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) e criticando a lentidão do processo. Pouco depois, usou a tribuna da Câmara para repudiar a decisão judicial que suspendeu a licença prévia concedida pelo IBAMA ao trecho central da BR-319.

A parlamentar garante que seguirá cobrando do governo federal e do Congresso medidas para destravar definitivamente a repavimentação da BR-319. Para ela, a integração rodoviária entre Rondônia e Amazonas não é apenas uma obra de infraestrutura, mas uma questão de desenvolvimento regional, soberania e justiça com a população amazônida.

“Essa obra é vital para reduzir o isolamento, fortalecer a economia e garantir qualidade de vida à população de Rondônia e do Amazonas. O povo da Amazônia não pode esperar mais. Seguiremos firmes na luta para derrubar esses vetos e cobrar a execução imediata do asfaltamento da BR-319”, concluiu.

Assessoria

Política

TSE aprova calendário eleitoral e regulamenta o uso de IA nas Eleições 2026

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o conjunto de resoluções que vai orientar as Eleições Gerais de 2026. Entre os principais pontos estão o calendário eleitoral e a regulamentação do uso da inteligência artificial (IA) nas campanhas.

As normas valem para todo o país e deverão ser observadas por partidos políticos, federações, candidatas e candidatos, além do eleitorado.

O primeiro turno está marcado para 04 de outubro de 2026.

Calendário Eleitoral 2026

Com a aprovação do calendário, ficam estabelecidas as principais etapas do processo eleitoral.

Entre as datas de maior impacto:

  • 05 de março: início da janela partidária;
  • 03 de abril: encerramento da janela para mudança de partido com justa causa;
  • 04 de outubro: primeiro turno das Eleições 2026.

O calendário reúne, em ordem cronológica, todas as fases do pleito, o que permite que partidos e candidatos se organizem com antecedência e que o eleitorado acompanhe cada etapa com mais transparência.

Uso de Inteligência Artificial (IA) tem limites

A resolução sobre propaganda eleitoral passa a estabelecer regras específicas para conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial.

Entre as medidas que impactam diretamente campanhas e eleitores estão:

  • Obrigatoriedade de identificação de conteúdos gerados por IA;
  • Proibição de divulgação de conteúdos sintéticos que desrespeitem as normas eleitorais;
  • Restrição à circulação de novos conteúdos manipulados 72 horas antes e 24 horas após a votação;
  • Proibição de recomendação automatizada de candidaturas por sistema de IA;
  • Responsabilização de plataformas que retiram conteúdos irregulares após decisão da Justiça eleitoral.
  • Vedação à violência política contra a mulher, inclusive por meio de manipulação de imagens.

As medidas buscam preservar a integridade do debate público e reduzir a disseminação de desinformação durante o período eleitoral.

Regras também tratam de registro e fiscalização

O TSE também aprovou normas sobre:

  • Registro de candidaturas;
  • Representações e pedidos de direito de resposta;
  • Ilícitos eleitorais;
  • Auditoria e fiscalização do sistema eletrônico de votação;
  • Consolidação das normas voltadas à cidadã e ao cidadão.

Uma das novidades é a criação de um texto único reunindo direitos e deveres do eleitorado, o que deve facilitar campanhas de orientação promovidas pelos Tribunais Regionais Eleitorais, como o TRE-RO.

O que muda na prática?

Com as resoluções aprovadas:

  • Partidos e candidaturas passam a ter prazos definidos para organização e registro;
  • Conteúdos manipulados por IA deverão ser identificados;
  • Plataformas digitais poderão ser responsabilizadas em caso de descumprimento de decisões;
  • O eleitorado contará com normas consolidadas para consulta sobre seus direitos e deveres.

As resoluções serão publicadas no Diário de Justiça Eletrônica e disponibilizadas no portal do TSE.

Fonte: TSE

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Política

Deputada Cristiane Lopes entrega caminhonete à Capitania Fluvial de Porto Velho para fortalecer ações da Marinha em Rondônia

Emenda parlamentar de R$300 mil garante reforço na estrutura operacional da unidade; novo veículo apoiará atividades administrativas e de fiscalização na região.

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A deputada federal Cristiane Lopes (União Brasil) realizou a entrega oficial de uma caminhonete à Capitania Fluvial de Porto Velho, unidade vinculada à Marinha do Brasil, na capital rondoniense. O veículo foi adquirido por meio de emenda parlamentar no valor de R$300 mil destinada pela parlamentar para fortalecer a estrutura da instituição. Posteriormente, também será entregue um carro de passeio à unidade.

Logo após a solenidade, a deputada destacou a importância do investimento para a segurança e o desenvolvimento regional. “Nosso compromisso é garantir que a Marinha tenha estrutura adequada para cumprir sua missão. Esse veículo vai contribuir diretamente para fortalecer a fiscalização, a segurança da navegação e o atendimento às comunidades ribeirinhas. Rondônia precisa de investimentos que gerem resultados concretos”, afirmou Cristiane Lopes.

A cerimônia ocorreu na sede da Capitania, localizada na região central de Porto Velho, e contou com a presença do Vice-Almirante André Luiz de Andrade Felix, comandante do 9º Distrito Naval, além de autoridades civis e militares.

O recurso destinado pela parlamentar visa reforçar a atuação da Capitania nas atividades administrativas e operacionais desenvolvidas na região. A nova caminhonete deverá apoiar ações de fiscalização do tráfego aquaviário, inspeções navais, além de serviços internos que garantem maior eficiência no atendimento à população.

A Capitania Fluvial desempenha papel estratégico no estado, sendo responsável por ações relacionadas à segurança da navegação, orientação e fiscalização do tráfego aquaviário, formação de aquaviários e cumprimento das atribuições institucionais da Marinha na região amazônica.

Durante o evento, o Vice-Almirante André Luiz de Andrade Felix ressaltou a relevância da parceria institucional.“Esse apoio fortalece significativamente nossa capacidade operacional. A atuação da deputada demonstra sensibilidade com as necessidades da Marinha em Rondônia e com a segurança das nossas vias navegáveis, que são fundamentais para a economia e para a integração regional”, destacou o comandante.

A parceria entre a parlamentar e a Capitania não é recente. Em 2023, em conjunto com a CFPV, Cristiane Lopes participou da cerimônia de entrega de carteiras e certificados a alunos concluintes do Curso de Formação de Aquaviários – Marinheiro Fluvial Auxiliar de Convés e de Máquinas (Nível 1), realizada na Escola do Legislativo. A iniciativa contribuiu para a qualificação profissional e geração de oportunidades no setor fluvial.

Ao encerrar a solenidade, a deputada reafirmou seu compromisso com a Marinha e com o desenvolvimento do estado.“Seguirei firme nessa parceria, apoiando iniciativas que valorizem nossos marinheiros, fortaleçam a navegação fluvial e ampliem oportunidades para a população ribeirinha. Investir na Marinha é investir na segurança, no desenvolvimento e no futuro de Rondônia”, concluiu Cristiane Lopes.

Fonte: Assessoria

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Política

Assédio eleitoral no ambiente de trabalho: veja o que diz o MPF

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Você conhece alguém que foi pressionado pelo chefe a apoiar um candidato ou a gravar vídeo de campanha para não perder o emprego? No “Me explica, MPF” de hoje, saiba que isso tem nome e é crime: assédio eleitoral. 

A Constituição Federal garante que o voto é livre e secreto. Ninguém pode constranger, ameaçar ou pressionar o trabalhador por causa de política. Quando isso acontece, a lei é clara: há violação de direitos fundamentais e podem surgir consequências eleitorais, cíveis, trabalhistas e criminais. Ou seja: um único caso pode gerar processos judiciais em várias áreas diferentes, de forma autônoma e independente. 

Em 2024, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou recomendação para atuação integrada dos MPs no combate ao assédio eleitoral, reforçando que a prática fere a liberdade de voto e os pilares da democracia.

Fique atento!

O assédio eleitoral pode vir de chefes e superiores hierárquicos, gente que tem poder de decisão. Isso vale para todo tipo de relação de trabalho: trabalhadores celetistas, terceirizados e estagiários. A pressão pode até ser feita contra quem trabalha na administração pública!

Exemplos de assédio eleitoral 

  • ameaçar demitir empregados caso determinado candidato perca;
  • dizer que vai fechar a empresa se outro candidato ganhar;
  • pedir para funcionários gravarem vídeos de apoio político ou distribuir panfletos ou compartilhar postagens em redes sociais;
  • usar reuniões de trabalho para fazer campanha;

Assédio eleitoral é crime e pode dar cadeia!

A prática de assédio eleitoral pode configurar crime previsto no Código Eleitoral, especialmente nos artigos 300 e 301, que tratam de condutas de coação de eleitores. As penas incluem prisão, multa e a perda do direito de concorrer nas eleições por prazo determinado. 

Além disso, o uso da estrutura da empresa para constranger ou coagir trabalhadores caracteriza abuso de poder econômico. A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) também proíbe o uso da estrutura do poder público em benefício de candidaturas (abuso do poder político ou conduta vedada).

Pressionar o trabalhador para votar ou deixar de votar em alguém não é “opinião política”: é crime!

Assédio eleitoral em Rondônia

O MP Eleitoral denunciou a prática de assédio eleitoral dentro de um órgão público de Rondônia, nas Eleições de 2022. Ficou comprovado o uso da estrutura institucional para constranger trabalhadores a apoiar a candidatura de uma mulher ao cargo de deputada estadual. O caso chegou à última instância, e o TSE manteve a condenação e aplicou multa, inclusive, à candidata beneficiada, reconhecendo abuso de poder econômico e uso indevido da estrutura administrativa.

Em outro caso, no mesmo estado e envolvendo o mesmo pleito, o MP Eleitoral comprovou que o presidente e o vice de um órgão público pressionaram trabalhadores a apoiarem o candidato a governador e a vice de uma determinada chapa. Foi reconhecida a prática de assédio eleitoral e de abuso de poder político e econômico, com aplicação de multa e inelegibilidade pelos próximos oito anos a partir das Eleições de 2022. 

O que fazer se você sofrer ou presenciar assédio eleitoral?

Se você for vítima ou souber de alguém que esteja passando por isso:

  • procure o Ministério Público da sua cidade;
  • ou faça denúncia diretamente pela Sala do Cidadão do Ministério Público Federal, no MPF Serviços

Me explica, MPF!

A série “Me explica, MPF!” aborda perguntas frequentes sobre o Ministério Público brasileiro, que inclui o MPU e os 26 ministérios públicos estaduais. Toda segunda-feira, um novo tema será publicado no portal do MPF.

Fonte: MPF

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